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Saudações Leitores!
Lola foi o primeiro livro que li este ano de 2013 e simplesmente fiquei apaixonada por ele, tal como Anna e o Beijo Francês (da mesma autora), cativou-me nas primeiras páginas. Somente agora estou conseguindo postar a resenha, estou atrasada com as minhas leituras e com as postagens das resenhas, mas confiram aí a resenha de Lola e me contem o que acharam:


Lola e o Garoto da Casa ao Lado. Stephanie Perkins. Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2012, 288p
 Tradução: Robson Falchetti Peixoto.
 
O livro Lola and the boy next door é o segundo livro da autora Stephanie Perkins, que cativou seus leitores com Anna e o Beijo Francês. Para quem já conhecia o trabalho de Perkins, foi uma feliz novidade este novo livro.
Os que criaram grandes expectativas dificilmente se frustraram, pois Perkins consegue, magistralmente, cativar o leitor logo nas primeiras páginas de Lola e o Garoto da Casa ao Lado.
Lola é uma garota extremamente exótica, divertida, ama usar perucas coloridas e adora criar figurinos.
Não acredito em moda. Acredito em figurino. A vida é curta demais para sermos a mesma pessoa todos os dias. (p.10).
Essa garota tão peculiar tem dois pais homens Andy e Nathan que, para mim, são os pais mais divertidos que conheci na literatura. Eles vivem preocupados com o relacionamento da filha com Max, um cara mais velho, que toca numa banda e usa maconha para se distrair. São pais ‘reais’, que brigam, colocam de castigo e se intrometem na vida de Lola.
Lola é apaixonada por seu namorado até que seus vizinhos retornam e consequentemente o garoto da casa ao lado vai povoar seus pensamentos, o nome desse garoto é Cricker, irmão gêmeo de Calliope Bell que, literalmente, odeia Lola.
Só porque algo não tem aplicação prática não significa que não valha a pena ser criado. Às vezes, vale o esforço, a beleza, a magia da vida real. (p.193).
O romance tem contornos bem clichês e quase tudo é bastante previsível, entretanto o diferencial de livros clichês é a qualidade da narrativa. Perkins consegue surpreender o leitor com um humor, uma ironia, partes super fofas e outras um tanto quanto dramáticas. Partes que projetam a nossa querida personagem Lola para a realidade de toda adolescente apaixonada e louquinha.
Um outro ponto muito engraçado e peculiar é o aparecimento dos personagens Anna e Étienne St. Clair no livro, o casal que encantou os leitores em Anna e o Beijo Francês tem uma participação incrivelmente linda em Lola.
Perkins surpreendeu bastante neste seu segundo romance e tem tudo para continuar surpreendendo e arrebanhando cada vez mais leitores. É claro que este livro é bem juvenil, mas um leitor mais proficiente se sentirá encantado em poder ler algo leve e descontraído como Lola e o Garoto da Casa ao Lado. Indicadíssimo: um livro com as cores do arco-íris e com uma Lola semelhante a um sol dourado encantando cada um de seus leitores.

Lola e o Garoto da Casa ao Lado - Stephanie Perkins (resenha)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Saudações Leitores!
Venho apresentar o primeiro Chegou pelo Correio do ano, com algumas mudanças a pedidos dos seguidores do blog.
1. O Vídeo não vai ter música, pois me informaram que em algumas partes a música atrapalhava o entendimento de minhas falas.
2. Pretendo fazer vídeos mais curtos para que não fiquem cansativos.
3. Volto a postar também fotos dos livros, porque me disseram que era muito divertido. ;-)
Estou aceitando outras opiniões e sugestões, viu?! Agora assistam o vídeo e me digam o que acharam:



LIVROS CITADOS:
Cisne - Eleonor Hertzog (Dracaena)
A Saberoria do Condado - Noble Smith (Novo Conceito)
Imagiário Feminino - Camille Thomaz (Dracaena)
Sangue de Tinta - Cornelia Funke (Companhia das Letras)
Quando ela se foi - Harlan Coben (Arqueiro)

PESSOAS CITADAS:
Eleonor Hertzog
Marianne

PROMOÇÕES:


Boas Leituras!
Que venha fevereiro e que nos faça viajar nas páginas de muitos livros!

Chegou pelo Correios 19#

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Saudações Leitores!
Li A Esperança no final de dezembro, mas somente agora consegui postar a resenha. Que trágico! Mas peço que entendam que minha sweet life está um verdadeiro caos e por vezes tem sido muito difícil concentrar-me em escrever e postar resenhas, na verdade, tem sido difícil encontrar tempo até para ler, mas é questão de me acostumar com minha nova rotina... Sem mais papo, confiram a resenha e comentem - vale lembrar que esta resenha tem spoiler, afinal trata-se de uma continuação:


A Esperança. Suzanne Collins. Rio de Janeiro: Rocco, 2011, 421 pág.
Tradução de Alexandre D’elia.

O terceiro livro da aclamada trilogia Hunger Games – Mockingjay (Jogos Vorazes – A Esperança), vem a finalizar e concluir a trilogia de uma maneira completamente aceitável e realista, apesar de ser ficção (Resenhas anteriores: Jogos Vorazes; Em Chamas).
Após os acontecimentos de Em Chamas, Katniss é transportada para o Distrito 13, onde tem que servir como Tordo, para liderar as manifestações rebeldes contra a capital. Katniss sofre por todas as catástrofes que aconteceram com seus amigos e todas as mortes, sem contar com a destruição do Distrito 12. Contudo neste livro Katniss tem uma maior aproximação com Gale e sua família. Novos personagens aparecem e alguns personagens antigos tem um ‘papel’ mais preponderante.
Durante toda a leitura de A Esperança há aquela atmosfera de guerra e terror, além de muitos conflitos internos por parte de Katniss, descobertas devastadoras e muitos mistérios e mentiras se matem dominante.
Não aguento mais pessoas mentindo para mim pelo meu próprio bem. Porque, na realidade, elas fazem isso principalmente pelo bem delas próprias. (p.131)
O ritmo da narrativa se inicia lento e de certa forma – para mim – maçante, pois devem ser passadas aos leitores diversas informações e isso se torna um pouco cansativo, mas ao mesmo tempo necessário.
A Esperança, para mim, teve altos e baixos, mas, sem sombra de dúvida, é louvável a qualidade da história e seu final é primoroso, no sentido de que a autora não quis encontrar uma solução para todos os problemas da humanidade e muito menos criar uma espécie bizarra de 'felizes para sempre'.

Suzanne Collins foi além do previsível e criou um desfecho razoável e bastante real dentro da ficção. Como sempre, fiquei embargada de sentimentos contraditórios e inúmeras emoções me abraçaram no decorrer das páginas.

Novamente Collins dividiu o livro em três partes: Parte I: As Cinzas; Parte II: O Assalto; Parte III: A Assassina, o que, de forma preliminar, prepara o leitor para o que vai ser exposto em cada parte.
Para quem acompanha a trilogia é imprescindível a leitura de A Esperança, mas para os que ainda não conhecem a trilogia fica minha humilde dica de leitura: acredito que esta é umas das melhores trilogias que já li, para cada coisa dita em cada linha do livro há uma infinidade que se resguardam nas entrelinhas. Fabulosa história de uma humanidade perdida que busca se encontrar!

A Esperança (Trilogia Jogos Vorazes, Vol.3) - Suzanne Collins (resenha)

domingo, 27 de janeiro de 2013

Saudações Leitores!
Primeiro conheci ao curta-metragem vencedor do Oscar e derramei litros de lágrimas ao assistí-lo de tão emocionada que fiquei, simplesmente ele traduziu minha paixão pelos livros e toda a mágica que gira em torno deles, agora tentem imaginar a emoção que senti ao saber que a Rocco estaria lançando este livro? Depois imaginem minha super amiga Poliana me dando esse livro de presente de aniversário? Isso mesmo, chorei, vibrei e corri pra ler, leiam minha opinião:




Os Fantásticos Livros Voadores de Modesto Máximo. William Joyce. Rio de Janeiro: Rocco, 2012, 413 pág.
Ilustrado por William Joyce & Joe Bluhm. Tradução por Elvira Vigna

Quando assiti ao curta-metragem The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore e descobri que um livro dele estaria sendo publicado no Brasil pela Rocco sob o título Os Fantásticos Livros Voadores de Modesto Máximo fiquei encantada.
O livro é todo feito de ilustrações belíssimas em que a história é contada em letras grandes e emociona a todo e qualquer leitor que ama ler e simplesmente cultiva livros em estantes. Sem dúvida a história tem uma linguagem acessível para todas as idades e, penso, que apesar de ser direcionado ao público infantil e infanto-juvenil, qualquer pessoa pode ler. Quero salientar que, um adulto possivelmente se emocionará bem mais com a história do que uma criança.
A Editora Rocco trabalhou com excelência na diagramação e confecção de Os Fantásticos Livros Voadores de Modesto Máximo que, sem dúvida, é um retrato do curta-metragem. Vale a pena conhecer esse excelente trabalho de William Joyce e suas magnificas ilustrações em parceria com Joe Bluhm.


Abaixo tem o curta-metragem para os que ainda não conhecem poderem conhecer:

Os Fantásticos Livros Voadores de Modesto Máximo - William Joyce (resenha)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Saudações Leitores!
Apresento para vocês a resenha de A Primeira Oração de Jéssica, publicado e enviado para a resenha pela Editora Dracaena. Esse livro é fofinho e eu nem gosto e nem desgosto desse tipo de literatura cujo objetivo é fazer refletir, então a resenha será breve e espero os comentários de vocês:



A Primeira Oração de Jéssica. Hesba Stretton. Içara, SC: Dracaena, 2012, 152 pág.
Tradução de Vagner Barbosa.

A Primeira Oração de Jéssica é um livro que, embora pouco volumoso, traz uma mensagem incrível para o leitor.
A história é de uma menina chamada Jéssica que é muito pobre e sua mãe alguém presa nos vícios, essa menina conhece Daniel, um velho dono de uma barraca de café. É um tanto clichê, mas essa menina muda a vida desse senhor e de todos a sua volta.
A narrativa é simples, os capítulos são rápidos e tudo é contado com extrema delicadeza. Embora a história seja previsível é bem interessante para passar algumas horas.
Contudo, apesar de reconhecer que a história leva o leitor a reflexão, não creio que ela chegue a emocionar quem lê ou mesmo mudar o coração das pessoas, proposta que eu acredito ser a principal desse livro.
Para quem não dispensa horas agradáveis com leitura A Primeira Oração de Jéssica pode ser uma boa pedida, mas, vale frisar, que é imprescindível que o leitor não vá com muita sede ao pote, isto é, tenha muitas expectativas a respeito desse livro, pois poderá se decepcionar.
Afirmo também que não me decepcionei, pelo contrário achei a leitura bem agradável.

A Primeira Oração de Jéssica - Hesba Stretton (resenha)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Saudações Leitores!
Quando li a sinopse achei a proposta interessante, mas este livro me deixou a desejar, apesar de a narrativa fluir bem, há vários 'furos' que me incomodaram, leiam a resenha e depois me contem o que acharam:



Bem Mais Perto. Susane Colasanti, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2012, 240 pág.  
Tradução de Cibele de Silva Costa.

Bem Mais Perto foi publicado pela editora Novo Conceito e escrito por Susane Colasanti. Traz através de uma linguagem fluida e simples uma história de crescimento.
O enredo é narrado em primeira pessoa, pela Brooke que após dois anos escondendo seu amor por Scott acaba descobrindo que ele vai se mudar e decide ir atrás dele. Lá, obviamente, acontecem várias coisas e ela chega a questionar se fez uma boa escolha ou não, mas no fim ela consegue se encontrar e volta a ser equilibrada, pois pra mim, tudo o que ela fez foi um ato de total loucura e desequilíbrio.
O enredo é muito fraco e inverossímil, pelo menos eu achei, a autora não conseguiu me convencer do amor da personagem, das ações descordenadas dela, tanto é que ficava me questionando porque uma garota com juízo e inteligente, como foi tão salientado no livro, fario tudo o que ela fez por Scott, indo contra tudo e todos, simplesmente porque ela estava apaixonada por um cara que nunca tinha trocado uma única palavra com ela.
Outro ponto que me incomodou muito, muito, muito foi a questão de a Brooke ser tipo uma nerd, uma garota super inteligente e simplesmente ignorar isso por conta de uma rebeldia contra o "sistema", rebeldia que só prejudicava a ela. Também, convenhamos, qual garota super inteligente, não perceberia que sua atitude estava sendo imatura e incoerente?
Teve momentos no livro que achei fofo, é claro, e gostei do fato de que a Brooke aprendeu várias lições e amadureceu bastante.
Entretanto, Bem Mais Perto, não foi um livro que me marcou e nem irá para os meus favoritos. Já passei do tempo em que costumava ler histórias assim e gostar muito, quero acreditar que só não gostei do livro pelo fato de eu já ter um gosto literário mais lapidado. 
Dessa vez não faço indicações, mas se você tiver curiosidade, vá em frente!

Bem Mais Perto - Susane Colasanti (resenha)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

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