Estava bem interessada em assistir a adaptação de A Hipótese do Amor, livro que li lá em 2022. Para ser bem sincera, lembro que minha relação com o livro foi um tanto complicada. Na época, achei a história divertida, com algumas situações fofas, diálogos interessantes e temas importantes, especialmente relacionados às mulheres na ciência, ao ambiente acadêmico, ao assédio e à valorização profissional. Porém, também deixei registrada na resenha que fiz de A Hipótese do Amor uma das coisas que mais me incomodaram: personagens adultos com comportamentos que, muitas vezes, pareciam adolescentes.
Quatro anos depois, chegou a vez de conferir a tão aguardada adaptação cinematográfica e, talvez justamente por já ter algum distanciamento da leitura, minha experiência com o filme foi mais leve. Não vou dizer que saí completamente apaixonada pela adaptação, mas achei o filme divertido e, de modo geral, gostei da experiência.
Ano: 2026
Direção: Claire Scanlon
Duração: 112 min (1h 52m)
Classificação: +16 anos
Gênero: Comédia. Romance.
País de origem: Estados Unidos.
Minha Avaliação: ⭐⭐⭐ (3/5)
Sinopse: O filme acompanha Olive, uma brilhante candidata ao doutorado focada em seu futuro no meio acadêmico. Mas quando ela percebe que sua melhor amiga Ahn se apaixonou por seu crush Jeremy, Olive impulsivamente beija o intimidador professor Adam Carlsen para provar que ela superou a paixonite. O que começa como um ato desesperado de amizade se transforma em um relacionamento falso com regras, limites e um acordo mutuamente benéfico. Quando o arranjo deles começa a confundir as linhas entre encenação e realidade, Olive é forçada a testar sua hipótese mais assustadora até agora: a de que o amor pode realmente valer o risco.
.webp)













