Já faz uns dias que assisti A Empregada (fui ao cinema dia 2/1 conferir a película), e no final de dezembro li o livro e até já resenhei AQUI, porém só agora vim postar sobre minha experiência assistindo a adaptação, mas creio que não penso diferente de muitos comentários que li na web, então venham comigo conferir
Ano: 2025
Direção: Paul Feig
Duração: 131 min. (2h11)
Classificação: +16
Gênero: Drama. Thriller.
País de Origem: Estados Unidos
Minha Avaliação: ⭐⭐⭐☆
Sinopse: Millie (Sydney Sweeney), uma jovem em dificuldades, vê na chance de trabalhar como empregada doméstica para Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar) a oportunidade de recomeçar. Mas logo descobre que os segredos daquela família são muito mais perigosos do que os seus.
UM SUSPENSE PSICOLÓGICO INTERESSANTE QUE TRTAZ FORÇA E INTENSIDADE
A Empregada estreou nos cinemas brasileiros em 1º de janeiro de 2026, trazendo uma narrativa tensa e envolvente com aproximadamente.
A história acompanha Millie (Sydney Sweeney), uma jovem com um passado difícil que vê na chance de trabalhar para a família Winchester uma oportunidade de recomeçar. Contratada por Nina (Amanda Seyfried) e Andrew Winchester (Brandon Sklenar), o que parecia ser o emprego perfeito logo se revela uma armadilha, onde segredos, manipulações e jogos de poder transformam a vida de Millie de cabeça para baixo. Juro que logo nas primeiras red flags eu teria pulado fora, mas a Millie tinha que se manter no emprego devido seu histórico de vida difícil.
Assistir A Empregada no cinema foi uma experiência intensa. A atmosfera criada pela produção e pela direção segura de Paul Feig faz com que o público seja sugado para dentro da mansão Winchester, vivendo junto com Millie cada momento de tensão, dúvida e choque, apesar do filme - tal como no livro - ser bastante previsível, pois assim que começamos a assistir (e ler) vamos criando hipóteses do que irá acontecer em seguida e, TODAS as hipóteses se confirmam. Previsível e clichê.
Vale ressaltar que a performance de Sydney Sweeney é cativante: ela transmite com precisão a vulnerabilidade, a força e a determinação de uma personagem que, apesar de fragilizada por seu passado, se recusa a ser simplesmente “mais uma” na história. Amanda Seyfried, por sua vez, entrega uma atuação complexa como Nina, equilibrando charme e loucura de forma inquietante e memorável. Acho que as duas atrizes foram geniais.
DIFERENÇAS EM RELAÇÃO AO LIVRO
O filme respeita muito bem os elementos centrais do livro de Freida McFadden, especialmente o núcleo de suspense psicológico e os conflitos entre personagens. No entanto, algumas escolhas de adaptação incluindo a forma como certas cenas são estruturadas e como o final é apresentado alteram algumas nuances da história, trazendo uma sensação mais cinematográfica e direta em vez de literária, além do mais a passagem do tempo no filme acaba não ficando claro, parece algo da noite para o dia.
Essas mudanças não diminuem a qualidade da narrativa; pelo contrário, elas tornam o filme dinâmico e acessível para quem assiste sem ter lido o livro, ao mesmo tempo em que respeitam os fãs da obra original. O clima de mistério e a ambiguidade moral dos personagens continuam intactos, oferecendo uma experiência que satisfaz.
CONCLUSÃO
A Empregada é, sem dúvida, um bom filme de suspense. Com atuações fortes, uma adaptação habilidosa de um best-seller amado e uma direção que sabe como tensionar o espectador, o filme entrega tudo aquilo que promete.
Saí do cinema feliz com a adaptação, fazendo de A Empregada uma experiência cinematográfica muito boa. Se você curte um thriller psicológico que mistura drama, reviravoltas e personagens complexos, este é um filme que definitivamente merece ser visto. Vale a pena, mesmo sendo clichê.
Espero que tenha gostado desse veredito, caso queira compartilhar sua opinião, utilize o comentário abaixo!







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