Resenha: “Poliana” de Eleanor H. Porter

Saudações Leitores!
Já li "Poliana" quatro vezes, a quarta foi exatamente para fazer esta resenha e também porque recebi da editora parceria Martin Claret o livro Pollyanna Moça que conta a continuação da história de Poliana, então, resolvi reler para poder resenhar e para lembrar-me da história. Poliana é um dos meus livros favoritos e todas as vezes que leio sempre me emociono. É um daqueles livros que você começa a ler e quando vê já está chorando. Sempre choro e me emociono, banho-me de delicadeza e pureza infantis. Sem mais blá blá blá, vamos a resenha:



Poliana, Eleanor H. Porter, 13ª ed, Rio de Janeiro: Ediouro, 1999, 122 pág. (tradução de Paulo Silveira)

      Titulo original “Pollyanna” foi publicado em 1913 é um clássico da literatura infanto-juvenil escrito pela americana Eleanor Hodgman Porter (Eleanor H. Porter) que nasceu em 1868 e faleceu 1920. Eleanor escreveu principalmente literatura infanto-juvenil, tendo como livro de maior destaque “Pollyanna”. Tamanho foi o sucesso do livro que a autora em 1915 resolveu escrever uma continuação que no Brasil tem o título de “Pollyanna Moça”. A obra também baseou dois filmes, um lançado em 1920 e outro em 1960.
      O livro vem a contar a história da garotinha de onze anos Poliana Whittier, que ao ficar órfã de pai e mãe, muda-se para casa de sua tia Paulina, uma mulher fria e que está apenas preocupada em cumprir com seu dever, que é cuidar de sua sobrinha. Mas, o que ninguém sabe é que a partir do momento em que conhecem Poliana suas vidas jamais serão a mesma. Poliana tem uma inocência e uma alegria contagiantes.
      A menina logo cativa e faz amizade com todos da cidade e lhes ensina o “jogo do contente” que modifica a vida das pessoas, tornando-as mais felizes por encontrarem motivos de ficarem contentes até nos momentos mais difíceis: “Em tudo há alguma coisa de bom. A questão é descobrir onde está.” (p.29). Ademais, até o final do livro Poliana consegue tocar sua tia Paulina de uma forma que jamais todos da cidade teriam imaginado.
      A linguagem utilizada pela autora é destinada ao publico infanto-juvenil e, portanto, é bem simples e fluida. Ela tem uma maneira cativante de narrar e expor a história da menina Poliana. Na obra nos deparamos com momentos alegres, engraçados e tristes. Acredito que seja difícil, em alguns momentos, o leitor conseguir segurar as lágrimas. É um livro que instiga a sensibilidade das pessoas, encanta!
      Diante de tal obra, só posso indicá-la para todo tipo de leitor: crianças, jovens, adultos. Trata-se, a meu ver, de uma leitura indispensável que traz mensagens de vida e esperança. Indico.

Camila Márcia

6 comentários:

  1. Esse livro é realmente impressionante. Li e também chorei, muito lindo!

    Abraços.

    Ps.; Adoro suas resenhas. Ficam ótimas!

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  2. Ouvi falar que esse livro é realmente muito emocionante, e com essa resenha agora, vi novamente com a memória reavivada que eu devia ter lido ele há alguns anos atrás, quando me indicaram e eu não dei ouvidos... Vou me recuperar, vou lê-lo assim que conseguir.

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  3. se tiver um jeito, tem como você tirar meu comentário de 9 de junho de 2012?

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Muito obrigada pelo Comentário!!!!