Resenha: "A Rosa do Inverno" de Patricia Cabot

A Rosa do Inverno, Patricia Cabot, São Paulo: Essência/Planeta, 2008, 416 pág.
Tradução: Cecília Gouvea Dourado
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Saudações Leitores!
A Rosa do Inverno (Where Roses Grow Wild) foi escrito por um dos pseudônimos de Meg Cabot: Patricia Cabot e se trata de um romance clichê, mas extremamente envolvente, além de bem sensual.

Nesse romance vamos acompanhar Lord Edward Rawlings que ao procurar o sobrinho abandonado o encontra morando com a tia rebelde e filha de de um vigário, Pegeen. Determinado a trazer Jeremy para a mansão Rawlings, o menino só vai se a tia for. Longe de ser a tia solteirona que Edward supunha que Pegeen era, ele se vê enfeitiçado pela sensualidade e temperamento forte da jovem.

O romance está armado e o clichê também é claro, mas isso não me incomodou muito, pois a forma divertida com que a história foi contada me predeu do começo ao fim, lógico que devo admitir que isso tudo se deu pelo fato de Patricia Cabot ter acertado em cheio na criação de seus personagens: essa diferença de personalidade entre Edward e Pegeen renderam os melhores diálogos e as melhores situações! A Rosa do Inverno foi muito divertido.

Como não tenho muito costume em ler romances de época, sempre que leio um e gosto me vejo dentro da história e me divertindo bastante com as situações, pois Pegeen era uma jovem muito à frente de seu tempo tanto em relação ao seu comportamento.

Em suma, A Rosa do Inverno, é um romance para entretenimento, pois mesmo salientando comportamentos "comuns" da época que as vezes aconteciam por baixo dos panos ele não chega a ser tão crítico ou tão social, a intenção e o fogo gira todo nas decisões e sentimentos dos personagens.


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