Recentemente/Finalmente li ao livro A Fera escrito por Alex Flinn e já fui assistindo a adaptação lançada em 2011 e dirigida por Daniel Barnz. Quem leu meu veredito do livro sabe que não foi um dos meus favoritos, na realidade achei bobinho mesmo... acho que passou muito da faixa etária para eu ler e ele fazer sentido, sabe? Mas mesmo assim, confesso que fui assistir ao filme com um pouco de expectativa demais, achando que a adaptação conseguiria me prender mais, no entanto, a película não conseguiu alcançar o impacto que esperei e foi tão insossa quanto o livro. Vamos ao meu veredito sobre essa versão cinematográfica.
Mensageira Secreta é um livro que mescla ficção histórica em meio a Segunda Guerra Mundial e espionagem que empolga do começo ao fim
Saudações, Leitores!
Mensageira Secreta foi uma grata surpresa que encontrei na Audible e ouvi enquanto viajava, portanto hoje trago minhas impressões sobre o volume escrito pela inglesa Mandy Robotham. Publicado originalmente em 2019, o livro é um romance histórico ambientado na Veneza da década de 1940, ocupada pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial e na Lodres moderna.
Mensageira Secreta - Mandy Robotham (resenha)
segunda-feira, 26 de agosto de 2024
A Fera é um livro intrigante, que mescla fantasia e realidade contemporânea, oferecendo uma releitura moderna de um clássico, mas que deixa alguns pontos em aberto.
Saudações, Leitores!
A Fera, escrita pela norte-americana Alex Flinn é um livro que tenho na minha estante há muito tempo (publicado originalmente em 2007 e no Brasil em 2011) e, este ano, coloquei-o na minha lista de 10 livros (encalhados) para ler em 2024. e hoje trago minha análise sobre o volume, que nada mais é do que um romance jovem-adulto que reimagina o clássico conto de fadas A Bela e a Fera no contexto da Nova York dos dias atuais. O livro nos leva a refletir sobre a superficialidade, a beleza e as transformações que o verdadeiro amor pode inspirar. Inclusive - acredito que vocês já saibam - existe um filme deste livro.
A Fera - Alex Flinn (resenha)
quarta-feira, 21 de agosto de 2024
A Revolução dos Bichos é um livro curto, uma fabula, extremamente perturbadora, pois expõe de maneira magnífica as engrenagens do poder e da corrupção próprias do autoritarismo.
Saudações, Leitores!
Sabe aquele livro fininho que a gente vai adiando a leitura porque é rápido de ler? Então, esse é o meu caso com A Revolução do Bichos do escritor inglês George Orwell, esse não é o primeiro livro que li do autor, aqui no site você encontra veredito de 1984. No entanto, finalmente li A Revolução do Bichos e venho compartilhar minhas impressões sobre esse clássico da literatura mundial.
A Revolução dos Bichos - George Orwell (resenha)
sexta-feira, 16 de agosto de 2024
Recentemente assisti ao filme É Assim que Acaba, baseado no livro homônimo da autora Colleen Hoover, que li em 2018 (tem resenha AQUI). O filme foi lançado neste mês de agosto, dia 8, e é dirigido por Justin Baldoni, porém o assisti dia 10 de agosto. Para quem já leu o livro, a adaptação cinematográfica era aguardada com grandes expectativas, e hoje vou compartilhar minhas impressões sobre como o filme se compara à obra original. Vamos ao veredito!
Título Original: It Ends With Us
Ano: 2024
Direção: Justin Baldoni
Duração: 123 min
Classificação: +14 anos
Gênero: Drama, Romance
País de Origem: Estados Unidos
Minha Avaliação: ⭐⭐⭐⭐
Sinopse: A história gira em torno de Lily, uma jovem que se muda para Boston e conhece o neurocirurgião Ryle. Ela acaba em um relacionamento turbulento, violento e abusivo, além de ter que lidar com o ressurgimento de um antigo amor.
FILME vs LIVRO
Colleen Hoover nos presenteou com uma narrativa profundamente emocional e complexa em É Assim que Acaba, um livro que muita gente julga problemático, e a adaptação de Justin Baldoni consegue captar a essência poderosa do livro, mesmo com algumas adaptações necessárias para o cinema. A trama principal, centrada em Lily e seus desafios pessoais, permanece fiel à obra original, porém, algumas subtramas e ordem dos fatos foram simplificadas para melhor se adequarem ao ritmo cinematográfico, afinal um filme tem pouco tempo para desenvolver todo um livro, certo? Óbvio que alguma coisa iria ficar de fora.
O roteiro, adaptado por Christy Hall, equilibra bem o drama e a emoção, embora, em alguns momentos, a profundidade dos sentimentos presentes no livro não tenha sido totalmente explorada na tela. No entanto, isso não diminui o impacto da história, que continua sendo poderosa e cativante. Para os fãs do livro, algumas cenas icônicas estão presentes, enquanto outras foram adaptadas ou omitidas, o que pode ser uma surpresa para quem conhece bem a obra original.
No entanto, confesso que estava preocupada em ver as cenas de violência, podia o filme abordar de maneira bem mais descritiva e pesada, mas achei que foi no tom certo e passa a ideia de que: isso é uma violência? Faz a gente refletir e se emocionar. Eu chorei no cinema! Fiquei realmente emotiva ali, me senti fragilizada, acreditam?
AMBIENTAÇÃO E DIREÇÃO
Apesar de toda a polêmica envolvida na direção do filme, não vou julgar isso, quero apenas frisar que Justin Baldoni, conhecido por seu trabalho em dramas, traz um toque sensível e cuidadoso para a adaptação. A direção é intimista, focando nos momentos de maior vulnerabilidade dos personagens, o que ajuda a criar uma conexão entre o espectador e a narrativa. As escolhas de locação e cinematografia ajudam a construir o mundo de Lily, com um visual que equilibra a beleza e a dureza da vida que ela enfrenta.
A trilha sonora, complementa bem o tom do filme, ajudando a elevar as cenas mais emotivas e a envolver o público na jornada de Lily. Cada escolha musical parece pensada para intensificar a experiência, fazendo com que cada momento chave tenha um peso emocional ainda maior. Muito das minhas lágrimas durante o filme são consequências dessa trilha sonora.
ATORES E ATUAÇÕES
Blake Lively, no papel de Lily Bloom, entrega uma atuação sincera e comovente. Ela capta com precisão a força e a vulnerabilidade da personagem, trazendo à vida as lutas internas de Lily com autenticidade. Sua interpretação é um dos pontos altos do filme, conseguindo transmitir as emoções complexas da protagonista de maneira convincente.
Justin Baldoni, além de dirigir, também assume o papel de Ryle Kincaid, o charmoso neurocirurgião que desempenha um papel central na história de Lily. Sua atuação é carismática e convincente, embora, em alguns momentos, o desenvolvimento do personagem tenha sido menos explorado do que no livro, o que pode deixar uma sensação de que faltou algo para capturar toda a complexidade de Ryle.
O elenco de apoio, incluindo Brandon Sklenar como Atlas Corrigan, também merece destaque. Sklenar traz uma sensibilidade ao papel que complementa bem a atuação de Lively, tornando as cenas entre Lily e Atlas particularmente tocantes, porém senti falta de maior desenvolvimento, no livro eu senti que a relação dos dois foi melhor trabalhada.
Além do mais senti que os demais personagens, como a irmã de Ryle ficou na obscuridade; no livro ela é muito mais presente, sabe? Senti falta dessa amizade, dela ser um apoio maior para a Lily.
VEREDITO: ADAPTAÇÃO EMOCIONANTE
É Assim que Acaba é uma adaptação que, embora faça algumas concessões em relação ao material original, consegue capturar a essência da história de Colleen Hoover. As performances, especialmente de Blake Lively, são envolventes e ajudam a transmitir o peso da narrativa. As mudanças feitas para a adaptação cinematográfica, em sua maioria, funcionam bem para o formato, mesmo que alguns detalhes do livro tenham sido simplificados, como já expliquei nesta postagem.
Em resumo, considero o filme uma experiência emocionalmente rica que faz justiça ao livro, enquanto se mantém acessível para aqueles que não conhecem a obra original. É uma história que continua a ressoar profundamente, seja nas páginas do livro ou na tela do cinema. Acho que a adaptação foi muito boa e correspondeu boa parte das minhas expectativas.
Pontos negativos mesmo são aqueles que falei de não ter explorado melhor algumas nuances de alguns personagens.
Espero que tenham gostado da crítica e até o próximo post!
É Assim que Acaba (2024) (Filme)
domingo, 11 de agosto de 2024
Inacreditáveis é envolvente, viciante e empolgante... não consegui parar de ler!
Saudações, Leitores!
O que foi esse livro?! Estou em estado de choque e eletrizada, porque foi revelação, por cima de revelação, foi drama por cima de drama e muitas ameaças de A. Acredito que estou atropelando as coisas então, vamos começar pelo início: após a leitura de Maldosas, Impecáveis e Perfeitas é claro que daria continuidade com Inacreditáveis, que fecha o primeiro (dos quatro) arcos da série Pretty Little Liars, escrita pela estadunidense Sara Shepard. Quero já deixar aqui o Alerta Spoiler, afinal estamos falando de uma série e posso falar de coisas dos livros anteriores e deste volume mesmo.
Inacreditáveis (Pretty Little Liars, vol.4) - Sara Shepard (resenha)
sexta-feira, 9 de agosto de 2024
Salvar o Fogo é um livro intenso e extremamente necessário, que nos coloca frente a frente com as profundas desigualdades sociais e as complexidades das relações humanas no Brasil
Saudações, Leitores!
Hoje trago minha análise sobre Salvar o Fogo, o segundo livro do escritor baiano Itamar Vieira Junior, que continua a me surpreender após o sucesso de Torto Arado que li ano passado. Este novo romance mantém a força e a sensibilidade que caracterizam a escrita de Itamar, ao explorar temas que são ao mesmo tempo particulares e universais.
Salvar o Fogo - Itamar Vieira Junior (resenha)
segunda-feira, 5 de agosto de 2024
Nas últimas semanas muito tem-se falado da lista dos 100 melhores livros do século XXI segundo o jornal norte-americano New York Times. Pensei se deveria ou não falar sobre essa lista porque já está meio batida, mas optei por deixar passar um pouquinho o tempo e vir falar já que este é um site literário, seria uma fraude não tocar no assunto (quero inclusive até trazer mais postagens sobre os assuntos literários do momento).
A famigerada lista dos 100 melhores livros do século XXI segundo NY Times
quinta-feira, 1 de agosto de 2024
Saudações Leitores! Sejam bem-vindos ao DLL. Meu nome é Mila Ferreira, sou formada em Letras, Pedagogia e tenho especialização em Psicopedagogia e Neuropsicopedagogia, mas por gostar muito de ler há mais de 10 anos compartilho essa paixão aqui e nas redes sociais.












