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Anexos, Rainbow Rowell, Barueri, SP: Novo Século, 2014, 368 pág.
Tradução: Márcia Men
COMPRAR: Amazon, Saraiva

Saudações Leitores!
Attachments ou Anexos (título brasileiro) é mais um livro da escritora best-seller Rainbow Rowell, de quem sou, assumidamente, fã. Aqui mesmo, no blog, tem resenha de Eleanor & Park, Fangirl e Kindred Spirits. Aliás, não entendo o motivo de ter demorado tanto para ler Anexos, já que tenho o exemplar a bastante tempo, mas... enfim... solucionei essa falta gravíssima e vim conversar com vocês sobre minha experiência de leitura.
"Amor. Propósito. Essas eram coisas para as quais não se podia planejar. Essas eram coisas que simplesmente aconteciam. E se não acontecessem? Você passava a vida toda ansiando por elas? Esperando para ser feliz?" 

Resenha: Anexos - Rainbow Rowell

domingo, 23 de julho de 2017

Kindred Spirits, Rainbow Rowell, Macmillan Children's Books, 2016, 96 pág.

Saudações Leitores!
Conheci a escrita de Rainbow Rowell com Eleanor & Park, que se tornou um dos meus livros favoritos, daí também li Fangirl e, pronto, tornei-me fã. Portanto, quando fiquei sabendo do conto Kindred Spirits escrito pela Rainbow para o World Book Day e resolvi comprar a versão digital para ler. Como se trata de um conto dá para o ler em alguns minutos ou uma hora, depende de sua velocidade de leitura, infelizmente ele ainda não tem tradução em português, mas o inglês é bem básico, isto é, não é difícil.

Resenha: Kindred Spirits - Rainbow Rowell

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Saudações Leitores!
Só em pensar em Fangirl* já fico com o coração saltitando, foi um livro que começou de forma mediana, mas foi me preenchendo de tal forma que passei a viver dentro da história, também tem o detalhe fantástico da escritora escrever de uma forma tão fofa e fluída que a leitura acontece rapidamente e de forma envolvente, saiba mais o que achei lendo a resenha abaixo...


Fangirl, Rainbow Rowell, São Paulo: Novo Século, 2014, 424 pág.
Tradução de Caio Pereira

Fangirl (2013) trata-se de mais um livro infanto-juvenil escrito por Rainbow Rowell, mesma autora do aclamado best-seller Eleanor & Park.
O enredo não tem uma profundidade dramática, mas tem tudo na medida certa: conflito, romance, brigas, mistério e personagens – novamente, tal como em Eleanor e Park, incrivelmente bem construídos – Cath e sua irmã Wren vão para a faculdade, entretanto as gêmeas que sempre viveram juntas e faziam todas as coisas juntas acabam se separando porque Wren (a irmã descolada) decide que quer mais liberdade e autonomia, e na faculdade vai viver em um dormitório com outra amiga ao invés de com a irmã Cath.

"Não era certo. Ter uma irmã gêmea devia ser como ter um guardião só seu. Seu próprio guardião. Melhor amiga embutida [...] Qual é o sentido de ter uma irmã gêmea se você não a deixa tomar conta de você? Se não a deixa lutar por você?" (p.114)

Cath que ama a irmã e sempre dividiu tudo com ela se vê traída, mas tenta superar sua tristeza através de sua escrita, Cath escreve uma fanfiction gay de Simon Snow muito interessante e altamente popular na internet. Cath é completamente nerd, ama escrever, ficar em casa, ler e acessar a internet. Tal é sua surpresa quando sua colega de quarto Reagan acaba gostando dela mesmo com suas esquisitices e ainda maior a surpresa quando Cath se vê apaixonada por Levi um garoto bonito e totalmente seu oposto: gosta de festas, balada e não costuma ler.

“Eu tenho medo de tudo. E sou maluca. Tipo, talvez você ache que eu sou um pouco maluca, mas eu só deixo as pessoas verem a ponta do meu iceberg de maluquice. Por baixo dessa aparência de um pouco maluca e levemente retardada socialmente, eu sou um completo desastre." (p.181)

Quando li a sinopse de Fangirl eu achei um pouco confusa e não muito atrativa, mas fui fundo, porque ao ler Eleanor & Park me apaixonei de tal forma que sou incapaz de descrever que não titubeei em ler Fangirl. De fato, a sinopse não faz jus ao livro e é muito inferior. Fangirl é fantástico!
Tal como em Eleanor & Park tive um estranhamento inicial e achei um pouco lendo, mas após esse ‘estranhamento’ eu simplesmente devorei o livro: não consegui soltá-lo e quando soltava ficava pensando nos personagens o tempo todo: fiquei completamente apaixonada pela Cath e pelo Levi, são fofos e desejei que fossem reais. Rainbow Rowel faz isso comigo: desejar que seus personagens existam.

"_Sempre me perco na biblioteca_ disse ele_, não importa quantas vezes eu vá. Na verdade, acho que me perco lá mais quanto mais eu vou. Como se ela fosse me conhecendo e revelando mais passagens." (p.62)

Tanto Fangirl quanto Eleanor & Park não são livros dramáticos e com mimimis de adolescentes ou com histórias tristes ou felizes demais, são livros que retratam personagens diferentes – assim como existem pessoas diferentes – conflitos diferentes e delineia o primeiro amor: inocente, fofo, romântico, diferente.
Atrevo-me a dizer que é impossível ler Rainbow Rowell e não se apaixonar e cito uma frase que a Novo Século escreveu em seu twitter que concordei completamente: “Todo mundo precisa de um pouco de Rainbow Rowell”, sim, precisamos não só um pouco, mas de bastante: que venham outros livros tão delicados e singelos e que nos façam relembrar de nosso primeiro amor e de como é estar perdida e completamente apaixonada(o). “Shippando” Cath e Levi forever!

"_Tô com saudade.
_Que bobagem. Te vi hoje de manhã.
_Não é o tempo_ disse Levi, e ela podia escutar seu sorriso._ É a distância." (p.346)

E só tenho mais uma coisa para acrescentar: pensava que a história não ia me envolver tanto, mas me enganei redondamente, gostei demais do livro e passei por uma tremenda DPL, que livro bom! Chorar, rir com estes personagens valeu a pena: já posso reler Fangirl? Ai ai meu coração!


*Esse livro foi cortesia da Editora Novo Século, para saber mais sobre ele, clique AQUI.

Resenha: Fangirl - Rainbow Rowell

quinta-feira, 12 de março de 2015

Saudações Leitores!
Eu nem sei como introduzir a resenha de Eleanor & Park*, porque este livro mexeu comigo de diversas formas e cada uma das páginas me envolveu mais que a outra, muitos dias após finalizar a leitura eu ainda carregava a doçura deste livro dentro de mim. Essa doçura ainda está em mim. Então convido vocês a conferirem comigo a resenha:

 Eleanor & Park, Rainbow Rowell, Barueri, SP: Novo Século Editora, 2013, 328 pág.
Traduzido por Caio Pereira

Eleanor & Park lançado originalmente em 2013 é escrito por Rainbow Rowell, autor que se tornou best-seller.
A narrativa é em terceira pessoa, o que já é bem diferente dos livros atuais que em sua maioria são em primeira pessoa, além disso, os capítulos são breves e bem fragmentados o que dá uma agilidade na leitura, há também uma alternância entre os capítulos/partes de Eleanor e de Park.

"A gente acha que abraçar uma pessoa com força vai trazê-la mais para perto. Pensamos que, se a abraçarmos com muita força, vamos senti-la, incorporada em nós, quando estivermos longe." (p.312)

A história se passa em 1986, tendo início em agosto de 1986 quando Eleanor entra pela primeira vez no ônibus escolar (sim, a aluna nova) e ela senta-se ao lado de Park. Agosto de 1986: o mês em que os dois se viram pela primeira vez.
No geral a história é sobre como nasceu o amor de Eleanor e Park, como dois desajustados se apaixonaram um pelo outro. Raindow soube mostrar em ‘cores vivas’ todas as nuances do primeiro amor em sua ingenuidade, delicadeza.

"Segurar a mão de Eleanor era como segurar uma borboleta. Ou um coração a bater. Como segurar algo completo, e completamente vivo." (p.74)

Mas a narrativa não é melosa e cheia de mimimis como a maioria dos livros de romance, pelo contrário, dentro da história romântica a toda uma história familiar e social como essas histórias vão influenciar desde o começo do romance de Eleanor e Park.
Eleanor é gorda, se sente feia e cheia de problemas familiares, sente na pele dia a pós dia a rejeição, então para ela é impossível alguém amá-la. Park pelo contrário, é um adolescente normal e tem uma família normal que o aceita e o ama, no entanto por ele ser mestiço a sociedade tem certos preconceitos.

"Além disso, eles não ficavam apenas de mãos dadas. Park tocava as mãos dela como se fossem algo raro e precioso, como se seus dedos estivesse intimamente conectados com o restante de seu corpo. O que, é claro, era fato. Difícil explicar. Ele a fazia sentir como se ela fosse mais do que a soma de suas partes." (p.79)

Eleanor & Park é pura doçura, não tem como não gostar desse livro e em algumas partes se identificar – o sentimento do primeiro amor são tão similares mesmo com suas peculiaridades que dá para se emocionar. A história de vida de Eleanor e de Park são emocionantes e envolventes.
Simplesmente não sei mais o que escrever porque quando eu sinto muito lendo um livro e não sou capaz de ser coerente ao escrever sobre ele. Preciso dizer que eu favoritei e dei cinco estrelas para esse livro, mas não é só isso durante toda a leitura eu desejava estar com Eleanor e Park e dar um abraço de urso neles e dizer que tudo iria ficar bem, que o amor é mais forte e que quando verdadeiro ele supera todo o sofrimento.

"Ele sabe que vou gostar de uma canção antes mesmo de eu tê-la ouvido. Ele ri das minhas piadas antes mesmo que eu chegue ao final. Tem um lugar no peito dele, logo abaixo da garganta, que me faz querer deixá-lo abrir portas para mim." (p.302)

Sobre o final do livro? Eu chorei, porque eu sempre choro quando me vejo arrastada para dentro do livro e estou sofrendo por saber que o livro acabou e eu não consigo dar tchau para os personagens, eles entraram dentro de mim de tal forma que eu desejei conhecer uma Eleanor e um Park... Eu os queria para mim... de certa forma eles foram meus enquanto eu os lia... de certa forte eles são meus porque me marcaram profundamente...
Por favor, quem ainda não leu: leia esse livro e se apaixonem por Eleanor & Park. Um detalhe importantíssimo: vai virar filme (mais informações aqui) e eu já estou ansiosa e feliz porque será uma forma de reviver esse livro novamente.

*Para saber mais sobre este livro acesse AQUI.

Resenha: Eleanor & Park - Rainbow Rowell

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

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