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Saudações Leitores!
Então hoje é o último de de Março... Bye bye Março! E enfim consegui trazer essa postagem para vocês, tive um big problema com a internet hoje - passei quase o dia todo sem - e quando volta acabo por ter um big problema com o navegador que se recusa a carregar as fotos na postagem, mas depois de tanto sofrimento: Eis a postagem!!!! [ovacionem-me, sou persistente!]
Venham conferir o que chegou para mim durante o mês e, peço que se sintam a vontade pra me contarem o que chegou para vocês nos comentários.
Preciso contar para vocês uma mega novidade: estou surpresa comigo, porque já é o segundo mês que não compro absolutamente nenhum livro \õ/ isso é um recorde! E estou tentando economizar um pouco e ler os livros que já tenho aqui em casa, então... Vamos ver por quanto tempo mais eu me seguro...

Ok, vamos lá:

Recebi A Insustentável Leveza do Ser (Milan Kundera) da Companhia das Letras - já fazia algum tempo que desejava conhecer esse livro, inclusive já estou lendo-o, ou seja, em breve sai resenha dele aqui no blog, aguardem.
A Belas-Letras me enviou um kit lindo do livro Insana: meu mês de loucura (Susannah Cahalan) - eu amei e pretendo começar a ler esse nesse próximo mês.
Eu sou apaixonada por O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry) então quando a Geração Editorial lançou uma nova edição com uma cara luxuosa não podia deixar de conferir - já li esse livro e agora reli, foi lindo e vou fazer uma nova resenha, só que é sobre essa edição, ok?
A Única Editora também me enviou um livro, o exemplar de A Teoria do Tudo (Jane Hawking) - depois de tanto falarem do filme desse livro no Oscar eu fiquei tão curiosa para ler que não pestanejei e solicitei para a editora, confesso que fiquei surpresa porque não imaginei que o livro fosse tãooo volumoso. Será uma de minhas próximas leituras, aguardem!
A Galera Record e a Verus editora me surpreenderam com os exemplares de Dois Garotos se Beijando (David Levithan) e Garota Online (Zoe Sugg) eu fiquei mega feliz ao ver esses livros, estou encantada com eles - e já aviso vai furar fila!

Da Editora Arqueiro chegaram livros maravilhosos: A Rainha Normanda (Patricia Bracewell) que já li e AMEI e foi minha solicitação do mês passado, mas só chegou no comecinho desse mês de março; Bruxa da Noite (Nora Roberts) e O Voo da Libélula (Michel Bussi) que foram solicitações de Março e vou colocar minha cara e minhas mãos nesses livros em breve.

A Novo Conceito, sempre atenciosa com os parceiros, enviou A Mais Pura Verdade (Dan Gemeinhart), que já li e gostei bastante, a resenha está escrita e logo logo postarei aqui; Fingindo (Cora Carmack); e Supernova: o encantador de flechas (Renan Carvalho), que vou ler o mais breve possível.

Recebi do escritor Anderson Fernandes seu livro escrito com outros autores: Entre Quatro Poderes publicado pela Novo Século.
Diretamente da Novo Século  recebi os livros Ligações (Rainbow Rowell)) - que sinto que irá furar fila; e Alltruísmo (Guilherme Ramos) - que parece ser um livro muito bom e me deixou curiosa.
Por fim recebi da Editora Biruta o fofíssimo livro Batendo à Porta do Céu (Jordi Sierra i Fabra), fico encantada com as publicações dessa editora, é cada livro mais lindo e bem cuidado que o outro  e estou prevendo uma ótima leitura\õ/.

Então gente, foi isso o que recebi, estou completamente contente com esses livros e ansiosa para ler os que ainda não li e resenhar para vocês.... Que tal me contarem as surpresas literárias de vocês?


Que Abril seja tão lido e cheio de surpresas como Março - claro que só queremos surpresas e notícias boas (cruzando os dedos) Boas leituras lindezas!!!! Até o próximo Chegou pelo Correio.

Chegou pelo Correios 55#

terça-feira, 31 de março de 2015

Saudações Leitores!
Quando soube que a NC iria publicar o livro Simplesmente Acontece* fiquei saltitando de felicidade, porque há um tempão queria ler, mas não encontrava a edição anterior a venda e, por conta do filme a NC publicou o livro com o mesmo nome do filme, confesso que não curti muito nem o nome nem a capa, mas o importante é o conteúdo e QUE CONTEÚDO! Confiram a resenha:

Simplesmente Acontece, Cecelia Ahern, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2014, 448 pág.
Tradução de Amanda Moura da Silva Santos e Ivar Panazzolo Júnior

Where rainbows end foi publicado originalmente em 2004 e no Brasil já foi publicado com o nome Onde Terminam os Arco-íris há algum tempo atrás, agora ganha uma nova edição com o título de Simplesmente Acontece. Foi escrito pela mesma autora de P.s. Eu Te Amo, A Vez da Minha Vida, O Presente etc, a best-seller Cecelia Ahern, o livro fez tanto sucesso que recentemente (este ano de 2015) teve uma adaptação cinematográfica.
A história acontece toda através de cartas, e-mails, mensagens instantâneas e, portanto tem uma dinâmica muito boa que faz com que a leitura seja hábil e rápida – em um dia dá para ler as 448 páginas tranquilamente – embora só saibamos das coisas depois que elas acontecem por conta das cartas e mensagens trocadas por Rosie e Alex.
"Ex-namoradas são facilmente esquecidas. Melhores amigos ficam para sempre." (p.34)
O Romance gira em torno dos desencontros entre Rosie e Alex. Os dois praticamente se conhecem desde criança e são os melhores amigos para sempre (típico BFF) e vão colecionando sonhos juntos, mas acontecem situações que os impedem de concretizar todos os sonhos e embora os dois gostando um do outro eles sempre deixam a oportunidade de se declararem passar.
"E quem é que precisa de Paris quando se tem um abraço?" (p.158)
Tudo começa quando Alex se muda para Boston, mas mesmo assim continua se comunicando com Rosie, depois quando Rosie está para ir para a faculdade descobre que está grávida de Katie e não pode sair de Dublin, posteriormente os dois encontram outras pessoas, preenchem suas vidas, mas sempre estão juntos mesmo quando estão longe e apesar de uma vez ou outra brigarem, conseguem – milagrosamente – manter uma linda amizade à distância.
"Sinto falta de alguma coisa, sabia? Aquela "centelha" especial que a vida deveria trazer. Tenho o emprego, a filha, a família, o apartamento e os amigos, mas perdi a centelha." (p.272)
A história me emocionou de uma forma que não consigo encontrar palavras para expressar o tamanho da enxurrada de sentimentos, me envolvi com todos os personagens de forma a querer que eles fossem meus para sempre! Lógico que tinha ocasiões que dava uma vontade enorme de puxar na orelha de alguns, de bater em outros, de abraçar, beijar. Todas essas coisas.
Quanto mais eu lia, mas eu queria ler e assim passei o dia sem comer, tomar banho e dormir. Nesse ínterim, percebi que havia poucas páginas para acabar o livro e comecei a entrar em pânico, porque além de ter visto meus personagens favoritos crescerem, florescerem, terem filhos e envelhecerem num único dia e num único livro – isso foi demais para mim – eu estava quase enfartando e jogando uma praga na Cecelia Ahern por estar destruindo, devastando, fragmentando e estraçalhando meu coração dessa maneira.
"Engraçadinho. Bom, pode acreditar em mim, Alex, há certos tipos de silêncio que são capazes de fazer alguém flutuar pelos ares." (p.389)
No finalzinho do livro já estava desestabilizada, emocionada e eufórica, já tinha rido e chorado então eu estava querendo no mínimo um final decente, então o desespero bateu à minha porta quando percebi que o livro estava acabando e não estava se concretizando minhas expectativas, então, a Cecelia Ahern deu um jeitinho, fez uma reviravolta incrível e deu um final fabuloso ao livro: maduro, decente e ao mesmo tempo de partir o coração pela demora, mais absolutamente doce pela espera.
Quando virei a última página eu chorei horrores porque além de ter amado o livro eu estava órfã, eu queria mais e mais de Rosie e Alex, isso me fez ter uma vontade de reler o livro imediatamente, mas eu precisava dormir, comer, então fui viver minha vida e deixei meu casal favorito de ladinho, em breve volto aquelas páginas novamente.


*Esse livro foi cortesia da Novo Conceito, para saber mais sobre ele clique AQUI.

Simplesmente Acontece - Cecelia Ahern (resenha)

sexta-feira, 27 de março de 2015

Saudações Leitores!
Não sei porque demorei tanto tempo para ler e assistir Uma Garrafa no Mar de Gaza, tendo em vista que desde que soube do lançamento do livro e do filme aqui no Brasil eu desejei conhecer essa história, pois ela sempre aparentou ser o tipo de história que eu gosto e que me arranca suspiros e lágrimas. O certo é: antes

Título: Une Bouteille à la Mer (Original)
Ano: 2012
Direção: Thierry Binisti
Gênero: Drama
Países de Origem: França / Israel


Sinopse: Tal tem 17 anos, é francesa, judia e vive em Jerusalém. Naim tem 20 anos, é palestino e vive em Gaza. Uma carta em uma garrafa jogada ao mar os aproxima do mundo distante um do outro.


Minha Opinião: 

Como já comentei aqui no blog demorei para ler Uma Garrafa no Mar de Gaza (resenha do livro AQUI) mesmo tendo o livro há muito tempo, mas quando comecei, li-o de um fôlego só. A história é escrita de uma forma envolvente e dinâmica - através de carta e e-mails - o que me deixou comovida. Durante toda a leitura fiquei imaginando como seria o filme, tentando gerar em mim alguma expectativa, ter alguma noção do que esperar.

Fiquei surpresa com a adaptação, pois não esperava que fosse tão boa, até porque não consegui visualizar o filme quando estava lendo, então isso facilitou para a adaptação me cativar. Além do mais não tinha como não gostar de um livro e filme que tem tudo a ver com o que gosto de ler e assistir. Drama e romance misturados sempre me envolvem.
Sobre a escolha dos atores eu gostei, achei que eles fizeram uma boa interpretação, só que fisicamente eles não foram de encontro com a imagem que criei lendo o livro, mas isso não me impediu de gostar deles.

Um ponto forte no filme é a fotografia, que perfeita e tensa e repassa bem a mensagem e os sentimentos do livro. Em relação a isso não tenho que reclamar de nada.
Sobre as mudanças que sempre acontecem nas adaptações, é claro que em Uma Garrafa no Mar de Gaza não foi diferente, teve mudanças bem drásticas e embora não tenham me decepcionado totalmente (contudo tenho que salientar que prefiro as ocorrências do livro), esclareço que o que mais me incomodou na adaptação foi o final., apesar de angustiante, o final do livro  é bem melhor para a conclusão da história (no meu ponto de vista), embora, provavelmente, não seria o que a maioria das pessoas escolheriam e também não ficaria tão emocionante nas telas - devo admitir -, mas o final do livro me dá um pouco de esperança e o do filme me deixou triste, por algum motivo.


Pensando bem, teve um pequeno detalhe que me frustrou, durante a leitura fiquei com alguns questionamentos sobre Tal e jurava que o filme me tiraria as dúvidas, mas me equivoquei. Não tirei minhas dúvidas e provavelmente ficarei com elas.
Para finalizar, preciso dizer que tanto o filme quando o livro são ótimas opções e vale a pena conferir ambos, e embora eu tenha gostado dos dois devo reconhecer que pode ser que outras pessoas prefiram um ao outro, são um pouco diferentes.
Eu espero realmente que vocês se interessem pelo livro e pelo filme e possam se entregar aos sentimentos, porque é um verdadeiro drama, mas contado com delicadeza, na medida em que choca e revolta, também nos faz refletir.

Uma Garrafa no Mar de Gaza (2012) (Filme)

quarta-feira, 25 de março de 2015

Saudações Leitores!
Descobri que sou uma Garota Moccia \õ/ simplesmente amo a forma como Federico escreve, com uma realidade impressionante, sem querer agradar o leitor, mas com o objetivo de contar a história o mais real possível e isso é de partir o coração, mas também é reconfortante. Espiem minha resenha:



Sou Louco Por Você, Federico Moccia, São Paulo: Planeta do Brasil, 2011, 347 pág.
Tradução de Sandra Martha Dolinsky

Ho Voglia Di Te (2006) no Brasil Sou Louco Por Você escrito por Federico Moccia é a continuação de Três Metros Acima do Céu. Vários anos após ter escrito 3MSC, Federico resolveu presentear a todos os fãs com uma continuação de tirar o fôlego. Detalhe, a continuação também sofreu adaptação cinematográfica em duas versões Italiana (Ho Voglia di te, 2007) e Espanhola (Tengo Ganas de ti, 2012).
Sou Louco Por Você me deixou numa situação conflituosa durante toda a leitura, não foi nem de perto o que eu estava esperando e torcendo para que acontecesse. Quem leu 3MSC sabe que o gostoso do Step vai embora para tentar esquecer Babi e nesta continuação, Step volta para a Itália e volta com seus conflitos, preocupações, medos e ainda com uma faísca de amor que a qualquer momento pode pegar fogo.
"O amor, porém, é quando você não respira, quando é absurdo, quando sente falta, quando é bonito mesmo que esteja desafinado, quando é loucura... Quando só de pensar em vê-la com outro você atravessaria o oceano a nado." (p.20)
Step começa a trabalhar e de uma forma incomum conhece Ginevra – carinhosamente apelidada de Gin – e é aí que começa as mais loucas aventuras e loucura e o nascimento de uma paixão assustadoramente intensa. Federico Moccia nos apresenta paulatinamente a garota que irá mudar a vida de Step, que encontra a cura de um amor com outro amor.
Enquanto Frederico Moccia delineia a paixão entre Step e Gin, nos fazendo ir a loucura com as maluquices do casal – porque aqui o escritor acertou em tudo: Gin é quase como um Step na versão feminina: destemida, malhada, aventureira, briguenta (ela é perfeita para Step) – ao mesmo tempo parte o coração daqueles leitores mais conservadores que shippavam Step e Babi e tinham a esperança de vê-los juntos.
"Amor não é como fazer contas na loja. Amor é quando você faz uma loucura, como aquela inscrição na ponte. "Você e eu, a três metros acima do céu". Isso, isso é amor." (p.68)
Podem tirar o ‘cavalinho da chuva’ isso não vai rolar buááááá e, do meio para o fim você – caro leitor – perceberá que isso condiz com a realidade: Babi e Step eram o primeiro amor, um sentimento puro que aconteceu, foi lindo, mas acabou, ficou no passado... Após dois anos os dois mudaram, Step mudou e Babi seguiu sua vida fútil de sempre. Na vida real é quase uma raridade alguém ficar junto do primeiro amor!
Em Sou Louco Por Você também observamos os antigos personagens como Pallina, Babi, Daniela, a mãe e o pai de Babi e o que vem acontecendo a todos, é uma surpresa ver as mudanças drásticas e até triste de alguns desses personagens que aprendemos a amar.
De uma coisa tive certeza – e constatei – ao ler Sou Louco Por Você, Moccia escreve uma história romances que por mais fictícios que sejam tem contornos reais e ele não vem para passar a mão na cabeça do leitor e dar aquilo que queremos, ele mostra exatamente como o tempo dá voltas e sempre muda a vida e as pessoas.
"Sei que parece brega, mas o amor é paixão, obsessão, por alguém sem quem não se vive. Eu digo: pule de cabeça, encontre por alguém a quem amar com loucura e que o ame da mesma forma. Como encontrá-lo? Esqueça o cérebro e ouça seu coração. Eu não ouço seu coração. Porque a verdade, meu amor, é que não faz sentido viver sem isso. Fazer a viagem e não se apaixonar profundamente equivale a não viver. Mas você tem que tentar, porque, se não tentar, nunca vai viver..." (p.331)
          Não vou dizer que amei Sou Louco Por Você, porque me senti contrariada e sou uma romântica incorrigível, mas ele é um romance lindo e cheio de detalhes delicados, é daqueles livros que precisam sempre de releituras, porque passam a ser inesquecíveis. O final foi exatamente esperado para o que já vinha se delineando durante a narrativa, mas é claro que teve partes bem dramáticas e lágrimas derramadas em algumas das páginas, no entanto esse final também é passível a uma continuação, quem sabe Federico Moccia não nos presenteie novamente com mais Step!

Sou Louco Por Você - Federico Moccia (resenha)

sábado, 21 de março de 2015

Saudações Leitores!
Só em pensar em Fangirl* já fico com o coração saltitando, foi um livro que começou de forma mediana, mas foi me preenchendo de tal forma que passei a viver dentro da história, também tem o detalhe fantástico da escritora escrever de uma forma tão fofa e fluída que a leitura acontece rapidamente e de forma envolvente, saiba mais o que achei lendo a resenha abaixo...


Fangirl, Rainbow Rowell, São Paulo: Novo Século, 2014, 424 pág.
Tradução de Caio Pereira

Fangirl (2013) trata-se de mais um livro infanto-juvenil escrito por Rainbow Rowell, mesma autora do aclamado best-seller Eleanor & Park.
O enredo não tem uma profundidade dramática, mas tem tudo na medida certa: conflito, romance, brigas, mistério e personagens – novamente, tal como em Eleanor e Park, incrivelmente bem construídos – Cath e sua irmã Wren vão para a faculdade, entretanto as gêmeas que sempre viveram juntas e faziam todas as coisas juntas acabam se separando porque Wren (a irmã descolada) decide que quer mais liberdade e autonomia, e na faculdade vai viver em um dormitório com outra amiga ao invés de com a irmã Cath.
"Não era certo. Ter uma irmã gêmea devia ser como ter um guardião só seu. Seu próprio guardião. Melhor amiga embutida [...] Qual é o sentido de ter uma irmã gêmea se você não a deixa tomar conta de você? Se não a deixa lutar por você?" (p.114)
Cath que ama a irmã e sempre dividiu tudo com ela se vê traída, mas tenta superar sua tristeza através de sua escrita, Cath escreve uma fanfiction gay de Simon Snow muito interessante e altamente popular na internet. Cath é completamente nerd, ama escrever, ficar em casa, ler e acessar a internet. Tal é sua surpresa quando sua colega de quarto Reagan acaba gostando dela mesmo com suas esquisitices e ainda maior a surpresa quando Cath se vê apaixonada por Levi um garoto bonito e totalmente seu oposto: gosta de festas, balada e não costuma ler.
“Eu tenho medo de tudo. E sou maluca. Tipo, talvez você ache que eu sou um pouco maluca, mas eu só deixo as pessoas verem a ponta do meu iceberg de maluquice. Por baixo dessa aparência de um pouco maluca e levemente retardada socialmente, eu sou um completo desastre." (p.181)
Quando li a sinopse de Fangirl eu achei um pouco confusa e não muito atrativa, mas fui fundo, porque ao ler Eleanor & Park me apaixonei de tal forma que sou incapaz de descrever que não titubeei em ler Fangirl. De fato, a sinopse não faz jus ao livro e é muito inferior. Fangirl é fantástico!
Tal como em Eleanor & Park tive um estranhamento inicial e achei um pouco lendo, mas após esse ‘estranhamento’ eu simplesmente devorei o livro: não consegui soltá-lo e quando soltava ficava pensando nos personagens o tempo todo: fiquei completamente apaixonada pela Cath e pelo Levi, são fofos e desejei que fossem reais. Rainbow Rowel faz isso comigo: desejar que seus personagens existam.
"_Sempre me perco na biblioteca_ disse ele_, não importa quantas vezes eu vá. Na verdade, acho que me perco lá mais quanto mais eu vou. Como se ela fosse me conhecendo e revelando mais passagens." (p.62)
Tanto Fangirl quanto Eleanor & Park não são livros dramáticos e com mimimis de adolescentes ou com histórias tristes ou felizes demais, são livros que retratam personagens diferentes – assim como existem pessoas diferentes – conflitos diferentes e delineia o primeiro amor: inocente, fofo, romântico, diferente.
Atrevo-me a dizer que é impossível ler Rainbow Rowell e não se apaixonar e cito uma frase que a Novo Século escreveu em seu twitter que concordei completamente: “Todo mundo precisa de um pouco de Rainbow Rowell”, sim, precisamos não só um pouco, mas de bastante: que venham outros livros tão delicados e singelos e que nos façam relembrar de nosso primeiro amor e de como é estar perdida e completamente apaixonada(o). “Shippando” Cath e Levi forever!
"_Tô com saudade.
_Que bobagem. Te vi hoje de manhã.
_Não é o tempo_ disse Levi, e ela podia escutar seu sorriso._ É a distância." (p.346)
E só tenho mais uma coisa para acrescentar: pensava que a história não ia me envolver tanto, mas me enganei redondamente, gostei demais do livro e passei por uma tremenda DPL, que livro bom! Chorar, rir com estes personagens valeu a pena: já posso reler Fangirl? Ai ai meu coração!


*Esse livro foi cortesia da Editora Novo Século, para saber mais sobre ele, clique AQUI.

Fangirl - Rainbow Rowell (resenha)

quinta-feira, 12 de março de 2015

Saudações Leitores!
E Março chegou, hoje é a primeira sexta-feira do mês então a coluna Delírios de Consumo desta Sexta-feira veio dar o ar da graça, hoje passa para dizer quais livros estão me consumindo de desejo de comprá-los:


Os Segredos de Ali, Sara Shepard - sou simplesmente apaixonada pelas capas e cores desses livros, são tão bonitinhos.  Sério eu preciso ter esse livro!!! 

Diários do Vampiro: Caçadores - Destino, L.J. Smith - da série eu só li os quatro primeiros livros (até agora) e gostei bastante, então tenho todos os outros e essa vontade enorme de continuar ler a série. Claro que quero esse livro, né, gente?

Vocês já leram esses livros? Acompanham as série? Fiquem a vontade para me falarem um pouco.
Então, por hoje é isso!

Delírios de Consumo 29#

sexta-feira, 6 de março de 2015

Saudações Leitores!
É muito gratificante ler poesia, eu sempre fico com a alma e a mente inspirada, com vontade de fazer meus próprios versos, ler Pseudopoesia* foi uma experiência tão linda e emocionante, que não encontro palavras para poder expressar meus sentimentos.

Pseudopoesia, Alves Rosa, Lisboa: Chiado Editora, 2014, 98 pág.

É até um pouco desnecessário informar que se trata de um livro de poemas, mas é exatamente isso, mesmo.  Eu não conhecia o escritor até ele entrar em contato comigo e isso me faz lembrar um triste fato: quantos escritores maravilhosos ainda não conheço.
E é isso que posso afirmar do Alves Rosa, é um ótimo escritor até então desconhecido por mim e que tive a sorte grande de conhecer, suas poesias não são extensas, não são pequenas, não são médias... Não tem tamanho: tem sentimento. Cada estrofe ou verso traz uma parte do escritor, o que é extremamente fascinante.
Do que trata o livro: amor? Em parte, poesia é amor, mas nem sempre passional, carnal e erótico: é tudo isso, ou nada disso. As poesias de Alves Rosa, falam de amor de uma forma encantadora: amor pela escrita, pela arte, pelos sentimentos que emanam do íntimo de seu coração, amor pelas palavras, seres humanos, seres irracionais, racionais, coisas... O ser humano é um ser com uma multiplicidade de amor e sentimento e o escritor soube repassar extremamente bem esses sentimentos através das palavras.
Em minha humilde opinião, escrever prosa é bem mais fácil do que escrever poesia, porque na prosa você só precisa contar uma história - e todos somos aptos a narrar, desde crianças narramos o que fazemos durante o dia, inventamos pequenas mentiras... Escrever prosa é simples, difícil é escrever poema, porque além de tentar traduzir-se e traduzir os sentimentos, é necessário se preocupar com a estética, com os sons, as rimas o que dá ou não pra sentir quando se lê.
Alves Rosa, cumpre com exuberância o que se propôs, são poemas simples e intensos. Sensitivos. Portanto, se você tiver a oportunidade de ler Pseudopoesia não a deixe passar, saboreie, divirta-se, sinta.


*Esse livro foi cortesia do próprio autor Alves Rosa. Muito obrigada pela oportunidade de conhecer seu trabalho.

Pseudopoesia - Alves Rosa (resenha)

quinta-feira, 5 de março de 2015

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