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Saudações Leitores!
Finalmente conferi a 3ª temporada de Outlander, mesmo já tendo algum tempo que li ao terceiro volume dos livros, adorei a adaptação, porém tenho algumas ressalvas que vou falar abaixo, espero que confiram.

Outlander (3ª Temporada)
Título Original: Outlander (Season 3)
Direção: Brendan Maher
Duração: 760 min (13 episódios)
Gênero: Romance, Drama, Fantasia, Ficção Científica
Ano: 2017
País de Origem: Estados Unidos
Sinopse: A terceira temporada de Outlander se baseia no livro 'O Resgate no Mar' da série literária 'A Viajante do Tempo', de Diana Gabaldon.
O terceiro ano começa mostrando as dificuldades de Claire em retornar ao ano de 1948, enquanto o seu casamento com Frank se complica sob a tensão de seu reaparecimento e sua gravidez de um filho de Jamie. Já no século 18, Jamie tenta reconstruir sua vida após a batalha devastadora de Culloden e a partida de Claire.

Série: Outlander (3ª Temporada)

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Saudações Leitores!
Na época eu li o primeiro livro, assisti a primeira temporada, li o segundo livro e fiquei aguardando para sair a segunda temporada, porém, o tempo passou e acabei adiando a série.
Porém lembro, com perfeição, como ficava em dúvida sobre como o segundo livro seria adaptado para a série e agora finalmente posso dizer para você o que achei da segunda temporada.

Outlander (2ª Temporada)
Título Original: Outlander (Season 2)
Direção: Philip John, Douglas Mackinnon, Metin Hüseyin, Mike Barker
Gênero: Drama, Romance, Fantasia, Ficção Científica
Duração: 780 min (13 episódios)
Ano: 2016
País de Origem: Estados Unidos
Sinopse: Claire e Jamie partem para a França determinados a se infiltrar na rebelião Jacobita liderada pelo Príncipe Charles Stuart, com o objetivo de impedir que a Batalha de Culloden aconteça. Com a ajuda de Jared, primo de Jamie e mercador de vinho local, o casal é lançado no mundo luxuoso da alta sociedade francesa, onde intrigas e festas são abundantes, assim como o poder político.

Série: Outlander (2ª Temporada)

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Saudações Leitores!
Vim falar hoje sobre uma das minhas séries - de livros e de TV - favoritas da vida que é Outlander, francamente não venho dar minha opinião dessa série assim que a assisti pela primeira vez, essa já é a segunda vez que assisto a primeira temporada e, acreditem, estou amando ainda mais a série.

Outlander (1ª Temporada)
Título Original: Outlander (Season 1)
Direção: John Dahl, Brian Kelly, Anna Foerster, Metin Huseyin
Duração: 1042 min (16 episódios)
Gênero: Fantasia, Romance, Drama, Ficção Científica
Ano: 2014
País de Origem: Estados Unidos
Sinopse: Claire Randall é uma enfermeira em combate em 1945. Ela é misteriosamente transportada através do tempo e mandada para 1743, e sua vida passa a correr riscos que ela desconhece. Forçada a se casar com Jamie Fraser, um cortês e nobre guerreiro escocês. Um relacionamento apaixonado se acende, e deixa o coração de Claire dividido entre dois homens completamente diferentes, em duas vidas que não podem ser conciliadas.

Um dos melhores romances de fantasia histórica de todos os tempos

Provavelmente essa é a  review de série mais difícil que já fiz até o momento neste blog, porque tentar explicar minha opinião e todos os sentimentos sentidos ao assistir Outlander é particularmente, difícil.

Uma das coisas que mais gosto dessa série é que cada temporada corresponde a um volume dos livros, portanto, essa primeira temporada corresponde ao livro Outlander: A Viajante do Tempo. Dito isso, vamos ao que interessa.

Aqui temos essa personagem: Claire, que ao viver uma segunda lua de mel com seu marido, visitando a Escócia, logo após a Segunda Guerra Mundial (1945), acaba viajando no tempo para uma Escócia de 1743, onde é muito perigoso para as mulheres e onde o exercito inglês infiltrado, é nesse "passado" que ela irá conhecer Jamie Fraser e viver inúmeras aventuras.

A série é uma obra de arte

Apesar de ter amado muito a primeira temporada de Outlander e reconhecer a arte em cada um de seus episódios, ainda assim a série é mais... resumida, por assim dizer, já que o livro é um pequeno calhamaço e a autora (Diana Gabaldon) é muito detalhista, a série temos alguns cortes, no entanto é muito fidedigna.

Em outras palavras: mesmo com os cortes e algumas sutis modificações em relação ao livro, Outlander é uma verdadeira obra de arte que não frustra nenhum fã, pelo contrário, faz com que fiquemos ainda mais envolvidos com o enredo e os personagens.

Até mesmo as cenas mais pesadas e cruéis, foram expostas de maneira esplendorosa na série, ou seja, se, como leitor, já sentimos angústia, nojo, medo, raiva, etc, durante a leitura, ao assistir, esses sentimentos são intensificados em gênero, número e grau.

Os atores tem uma química de tirar o fôlego e fazer nosso coração saltar pela boca

Antes de assistir Outlander, devo admitir que não conheci nenhum dos atores presentes na série, então não sabia exatamente o que esperar dele, porém, mesmo com as expectativas controladas a esse respeito fui absolutamente arrebatada pela atuações.

Além a química incontestável dos atores protagonista Caitriona Balfe e Sam Heughan, que deixam suas cenas de tirar o fôlego, temos uma química maravilhosa entre todos os atores que souberam, realmente, dar vida a seus personagens, incorporando suas características e personalidades.

Como fã, nesse quesito, não tenho do que reclamar, tenho até que louvar a escolha dos atores. Veja bem, quando vi a primeira vez a atriz Caitriona Balfe como Claire, eu não gostei fisicamente dele, porque não correspondia a imagem mental que eu tinha feito da personagem quando li o livro, entretanto, após sua atuação magnífica eu simplesmente aplaudi de pé e não consigo mais imaginar atriz melhor que ela.

Prepare o coração para as grandes emoções e surpresas

Mesmo tendo lido o livro anteriormente e me preparado psicologicamente para o que iria assistir, porque, é um livro potente, que não "protege" o leitor das atrocidades e injustiças, confesso que mesmo assim me surpreendi bastante com a forma como tudo foi exposto na série.

Em algum momento, na minha cabeça, pensei que algumas cenas não seriam tão claramente mostradas, mas me equivoquei, os diretores, roteiristas e produtores, tal como Gabaldon, em seu livro, não poupou seus telespectadores e entregou uma série bastante fiel e emocionante para os fãs.

Simplesmente, sempre que alguém pede recomendação de série desse estilo recomendo Outlander, e acho que sempre irei recomendar. Uma das melhores séries da minha vida!

Série: Outlander (1ª Temporada)

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Outlander: Os Tambores do Outono - Livro 4 (Parte 1), Diana Gabaldon, 
São Paulo: Arqueiro, 2016, 576 pág.
Tradução: Carolina Caires Coelho
COMPRAR: Amazon | Outras Lojas

Saudações Leitores!
Os Tambores do Outono (Drums of Autumn, 1997) é o quarto livro da série Outlander, escrita por Diana Gabaldon. Essa minha edição é a parte 1 do livro 4, mas já se encontra no Brasil uma edição única com a parte 1 e 2 juntas. O que, para mim, faz bem mais sentido, e irei explicar nessa review.

Porém, antes de começar a falar sobre o livro e o que achei dele, já quero deixar de sobreaviso que essa resenha pode ter spoiler, então... você decide se quer ler ou não, eu ficarei muito feliz se você decidir seguir lendo, mas também entenderei se preferir esperar para ler o livro e voltar aqui depois.

Resenha: Outlander: Os Tambores do Outono - Livro 4 (Parte I) - Diana Gabaldon

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Saudações Leitores!
Sou completamente apaixonada pela série Outlander e a prova disso é que devoro os livros consideravelmente rápido (se levarmos em consideração que os livros são volumosos), seguindo o rumo dos volumes, li a parte II de O Resgate no Mar e estou no chão, não pensei ser possível amar cada vez mais esta série, mas é o que acontece a cada livro que leio.

>>> Para saber mais sobre o livro clique AQUI.


Outlander: O Resgate no Mar, parte II, Diana Gabaldon, 
Rio de Janeiro: Saída de Emergência, 2015, 656 pág.
Traduzido por: Geni Hirata

Outlander ficou bastante conhecida a partir da adaptação em Série televisiva pela Straz, mas é uma série já bem antiga, o primeiro livro foi publicado em 1991, O Resgate no Mar, Parte II, é o terceiro livro da série que foi dividida em dois volumes. No blog temos as resenhas dos livros anteriores: A Viajante do Tempo, A Libélula no Âmbar O Resgate no Mar, Parte I.

Resenha: Outlander: O Resgate no Mar - Livro 3 (Parte II) - Diana Gabaldon

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Saudações Leitores!
Terminei de ler Outlander: O Resgate no Mar, Parte I* ontem à noite e estava eufórica querendo postar logo a resenha para vocês, venham conferir minha opinião, mas advirto que essa resenha tem spoiler dos livros anteriores, ok?


Outlander: O Resgate no Mar, parte I, Diana Gabaldon, 
São Paulo: Saída de Emergência, 2015, 592 pág.
Traduzido por Geni Hirata

Outlander sem dúvida é a Melhor Série que acompanho atualmente, a autora, Diana Galbadon, nunca me decepcionou, pelo contrário: me surpreende, me tortura, me deixa eufórica, viciada, ansiosa, apaixonada.

O Resgate no Mar (Voyager, em inglês) é o terceiro livro da série e foi dividido em dois volumes, um contendo a parte I e o outro contendo a parte II. Vou falar de O Resgate no Mar, parte I. Para quem acompanha o blog sabe que já resenhei o primeiro e segundo volumes: A Viajante do Tempo e A Libélula no Âmbar.


Após os acontecimento em A Libélula no Âmbar em que Claire, Brianna e Roger descobrem fatos históricos que os levam a acreditar que Jamie sobreviveu ao massacre em Culloden o trio começa a pesquisar com afinco dados que os levem ao paradeiro de Jamie.

Após 20 anos em que Claire fez a viagem no tempo e conheceu seu amado Jamie, estamos no ano de 1968 e a personagem começa a crer que pode voltar a ver seu Jamie caso descubram onde ele possa estar no passado.


Roger e Brianna descobrem pistas de sua existência e Claire precisa se decidir se irá ou não voltar as Ruínas de Craigh na Dun e tentar fazer a viagem no tempo para 1764, abandonando sua filha. A decisão não é fácil, pois dessa vez ela tem uma escolha. No entanto, até sua filha, Brianna, reconhece que Claire precisa voltar para Jamie e, após algumas ponderações, a viagem é certa.

No entanto antes da viagem e no processo das descobertas do paradeiro de Jamie, houve muita história e vamos conhecendo um pouco do que aconteceu com Claire e Brianna enquanto moravam com Frank, ao passo que também ficamos sabendo o que estava acontecendo com Jamie e seu exílio, prisão, torturas e vida solitária.


É incrível como Diana Gabaldon soube fazer um paralelo entre as duas histórias e o como ficou perceptível a dor tanto de Claire quanto de Jamie, o quanto a separação de ambos teve marcas profundas na forma de agir e modo de viver de cada um.

As mudanças foram tantas que quando, enfim, Claire e Jamie conseguem se reencontrar é assustador a distância entre ambos, o quanto eles se mostram diferentes, mas muito apaixonados ainda. O que terá que acontecer a partir de então é os dois tentarem se reconhecer.


Para quem espera um reencontro cheio de emotividade, paixão devastadora, vai se surpreender pelo fato de não ter sido tão romântico o reencontro, pois foram 20 anos de distância, Jamie não estava preparado para ver Claire novamente, ao passo que Claire sabia que voltaria a vê-lo, isto é, estava preparada.

Após o estranhamento inicial - completamente coerente com a situação - tudo fica melhor entre o casal (que mais amo na literatura!!!), no entanto é meio estranho ver o quanto os dois não se conhecem mais e o quanto nós leitores sabemos mais um sobre o outro do que eles próprios, afinal nós acompanhamos o que aconteceu com ambos durante os vinte anos que se passaram, mas eles não!


O que vale a pena ressaltar é que Claire deixou seu futuro em 1968 para o "passado" e não importa muito o que ela viveu já que não estará mais vivendo aquela realidade, no entanto, em 1764 Jamie vive uma vida clandestina em que ele é traficante de bebidas e publica artigos e panfletos coercitivos, tudo contra a coroa inglesa, correndo o risco constante de ser enforcado.

Tais atitudes não coincidiam com o "antigo" Jamie, mas a mudança do personagem foi radical, ele não precisava ter medo da forca, pois tudo o que ele considerava importante não fazia mais parte de sua vida, então ele mudou bastante ao longo dos 20 anos e, sim, suas atitudes são quase irreconhecíveis.


Diana Gabaldon não decepciona o leitor nesse terceiro volume da série, é bastante "pé no chão" em relação a coerência de atitudes e mudanças físicas e psicológicas decorrente do tempo em seus personagens. Todos têm cicatrizes, perderam ou tiveram que renunciar a algo. O terceiro volume da série também faz um bem danado ao leitor, pois pode respirar tranquilo, pois não são tantas desgraças que se abatem aos nossos queridos personagens. É como um oásis no deserto!

Se você não conhece a série, não acompanha Outlander (que também é série televisiva) você está perdendo algo extremamente fabuloso e você precisa conhecer urgentemente! Sério, largue tudo e se jogue nessa viagem!!!!

"Você é a mãe da minha filha. Só por isso, eu já lhe devo minha alma, por saber que minha vida não foi em vão, que minha filha está a salvo... Mas já faz muito tempo, Sassenach, desde que eu e você éramos um só. Você teve a sua vida... no seu tempo... e eu tive a minha vida aqui. Você não sabe nada do que eu fiz, ou fui. Você veio agora porque quis... ou porque achou que era seu dever?" (p.407)


* Esse livro foi cortesia da Editora Saída de Emergência / Arqueiro, para maiores informações acesse AQUI.

Resenha: Outlander: O Resgate no Mar - Livro 3 (Parte I) - Diana Gabaldon

sábado, 14 de maio de 2016

Saudações Leitores!
Enfim consegui terminar a leitura de Outlander: A Libélula no Âmbar*, o livro é enorme e quando olhava para ele me dava uma enorme preguiça de ler (tenho vergonha de admitir isso), além disso ele não é um livro que podia carregar para todos os cantos por conta do volume eu só o lia quando estava em casa e como quase não pari em casa, foram quase três meses para finalizar a leitura e estou eufórica e louca para começar a ler o terceiro volume, porque essa escritora e essa série não são bons, são destruidores. Eu sou completamente apaixonada e agora vou tentar ser coerente e explicar o que achei desse segundo volume. ATENÇÃO: tem spoiller.


Outlander: A Libélula no Âmbar, Diana Gabaldon, Rio de Janeiro: Saída de Emergência, 2014, 944 pág.
Traduzido por Geni Hirata

Outlander: A Libélula no Âmbar (em inglês Dragonfly in Amber) foi originalmente publicado no ano de 1992 pela escritora norte americana Diana Gabaldon e trata-se do segundo volume da série Outlander cujo primeiro livro é  Outlander: A Viajante do Tempo, essa série já conta com 13 livros (*.*).
Esse segundo volume não começa de onde parou o livro anterior, ele tem um começo inusitado (que eu realmente jamais esperei) onde tem se passado 20 anos que Claire esta de volta ao seu tempo e sua filha Brianna que já é, então, uma mulher. No começo é bem normal ficar meio perdido nessa reviravolta até porque, o fim do livro anterior, Claire e Jamie estão juntos a caminho de Paris. Mas o que aconteceu? Isso vai ser explicado no decorrer de todas as páginas.
Claire e sua filha voltam para a Escócia após a morte de Frank ((ex)marido de Claire) e lá Claire conta seu maior segredo: sua viagem no tempo para a Escócia de 1743 onde conheceu Jamie, que é pai de Brianna. Toda a revelação é um choque para a jovem que se recusa a aceitar que seu pai não seja Frank.
Quando Claire conta a história para Brianna, ficamos por dentro de como ela retornou no tempo deixando Jamie e seus amigos na antiga Escócia. Sabemos as confabulações que aconteceram em Paris na tentativa de evitarem que os Jacobitas lutassem para a restauração do reino Stuart onde vários clãs escoceses seriam massacrados. Embora Claire e Jamie tenham se esforçado para evitar a batalha em Culloden, muitos fatores os levaram a culminância dessa batalha.
Outlander: A Libélula no Âmbar deixou meu coração angustiado e eufórico em vários momentos, Diana Gabaldon é uma escritora que não tem dó nem piedade de seus leitores e tão pouco de seus personagens. Não há um personagem que não tenha uma história tensa, triste e trágica ou que não passe por algo doloroso. É um pouco difícil acompanhar algumas partes porque são aterrorizantes, há muita crueldade em algumas passagens. Sofri e amei esse livro, gosto de escritores que não poupam seus leitores, escritores que são capazes de nos fazer sentir a história. Diana Galbadon não só faz Claire viajar no tempo, mas leva todos os seus leitores juntos nessa viagem.
As descrições de ambiente, vestimentas, clima, natureza, dor, alegrias, sexo são tão esplendidas que é como se você pudesse estar vendo ou sentindo tudo aquilo. Durante toda a leitura eu me senti na Escócia e na pele dos meus personagens preferidos.
Apesar de ter amado a leitura de Outlander: A Libélula no Âmbar devo ser honesta e dizer que o começo não me agradou muito e considerei muito maçante, sem ação e chato, quando na realidade tudo o que eu queria era saber de Jamie, mas na medida em que os fatos são narrados, quando começou a falar da estadia de Claire e Jamie em Paris eu me frustrei também, lá não foi tão emocionante quanto eu pensei que seria, mas depois, nooooossa, o livro criou ritmo e eu fiquei absurdamente viciada  e quando pausava a leitura ficava com a história e os personagens a borbulhar na minha mente. Apeguei-me a cada um dos personagens, por isso, na guerra, sofri com algumas perdas.
Sabe um livro que nos faz falar ou pensar milhares de palavrões? Esse livro é isso. Ele mexe com nossos nervos, nossas emoções e é incontrolável. É impossível não gostar. Esse livro é perfeito! E o final, o final... UAU... estou mais do que ansiosa para ler o próximo volume e com certeza vou perder o fôlego e a compostura. Eu amo essa série!
Eu sei que o tamanho do livro é um pouco esmorecedor - eu mesma fiquei com preguiça de começar - mas é um livro que vale a pena porque não é uma leitura vazia, é daquelas que marcam o leitor para toda a vida. Não percam a oportunidade de ler, vão em frente.


*Esse livro foi cortesia da editora Saída de Emergência Brasil, para saber mais sobre o mesmo clique AQUI.

Resenha: Outlander: A Libélula no Âmbar - Livro 2 - Diana Gabaldon

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Saudações Leitores!
Ainda me sinto estarrecida só em pensar em Oultander: A Viajante do Tempo*, porque a leitura me surpreendeu de tal modo que fiquei a pensar nela por vários dias após ter virado a última página e simplesmente fiquei com raiva de mim por ter demorado tanto em pegar esse livro para ler.
Minha reação foi tipo: Nossa! Uau! Pqp! Ahhh! Ohhhh! Ai! Eca! Valha me Deus! Nãoooo! Isso! Meu Deus! Como isso foi acontecer?! Vai, vai! Para, para, para! Por quê?! 
Meus sentimentos: amor, raiva, ódio, indignação, esperança, surpresa, histeria, revolta, conformação, ansiedade, choro, risos...etc.
Ah, uma coisa boa que aconteceu é que esse livro li com minhas amigas e companheiras do Clube do Livro Cookies & Borrões e foi muito bom porque eu podia comentar com elas os meus sentimentos durante a leitura e desabafar.


Outlander 1#: A Viajante do Tempo, Diana Gabaldon, Rio de Janeiro: Saída de Emergência,
2014, 800 pág.
Tradução de Geni Hirata

Outlander: A Viajante do Tempo foi originalmente publicado em 1991 e trata-se de uma série escrita pela norte americana Diana Galbadon. A Série Outlander conta atualmente com 8 títulos, entretanto os livros 3, 4, 5, 6, 7 são divididos em 2 volumes, ou seja, no total teríamos 13 livros (*.*) até agora. Na ordem de título e ano de publicações originais seria assim:
1 A Viajante do Tempo (1991)
2 A Libélula no Âmbar (1992)
3 O Resgate no Mar – volumes I e II (1993)
4 Os Tambores de Outono – volumes I e II (1996)
5 A Cruz de Fogo – volumes I e II (2001)
6 Um Sopro de Neve e Cinza – volumes I e II (2005)
7 Ecos do Futuro – volumes I e II (2009)
8 Written in my heart’s blood (2014)

Além desse detalhe, a série tem ganhado cada vez mais destaque porque em 2014 ela começou a ser adaptada em uma série televisiva pelo canal Starz. Diana Galbadon é autora best-seller e já tem ganhado vários prêmios por seus livros, em especial por suas séries Outlander e Lord John.
Outlander: A Viajante do Tempo é um romance histórico que acontece na Escócia no pós-segunda guerra, 1945, e na Escócia de 1743. Além de romance a série traz muita aventura, mistério, fantasia, pesquisa histórica e cultural, fábulas, misticismo, ficção. É, de fato, uma obra completa.
Essa resenha é uma das mais difíceis que escrevo em minha vida porque não consigo traduzir a multiplicidade de sentimentos que me envolveram durante esta leitura, só digo uma coisa que pode servir de exemplo: Nunca tinha lido um livro tão fantástico, bem escrito, viciante, com uma história original e envolvente como este. Minha resenha estará muito inferior ao potencial de descrição e qualidade deste livro.
Sobre o enredo, é normal já termos lido ou ouvido falar de algum livro com viagens no tempo, mas Outlander tem suas particularidades e são essas particularidades que envolvem TODOS os leitores. Se um livro bom for aquele que faz com que seus leitores sejam incapazes de descrevê-lo através de palavras literais, este livro é exatamente assim e só consigo pensar em metáforas para descrevê-lo: Outlander é como um mergulho histórico, cultural, sensível, cruel, irreverente, impiedoso e devastador de uma época em que a Escócia tinha um brilho e naturalidade exuberantes, mas escondia coisas devastadoras, é impossível não se perder em suas páginas e viajar no tempo com Claire para a Escócia de 1743.
Claire, uma mulher casada, enfermeira, que experiênciou e viveu a Segunda Guerra Mundial de perto, ao desfrutar de sua segunda lua de mel na Escócia com seu marido Frank após a guerra, vê-se numa situação inimaginável e que seu cérebro não conseguiria processar de maneira científica: transporta-se magicamente para uma Escócia inóspita de 1743 e está jogada a própria sorte, aventuras e perigos que jamais supôs que algum dia viveria, até conhecer o Clã Mackenzie e consequentemente Jamie, um foragido sobrinho do representante do Clã e está sob sua proteção.
Os personagens de Galbadon são extremamente reais, quase palpáveis. Numa época em que o “bum” literário está voltado para os romances juvenis, nos depararmos com personagens maduros, capazes de nos cativar, inteligentes, sem mimimis, briguinhas bobas e conflitos psicológicos rasos me faz perceber o quanto a literatura é um mundo incrível e inovador. Os personagens de Oultander surpreendem por sua profundidade e personalidades fortes e isso vale para os personagens principais e secundários – a escritora soube trabalhar perfeitamente bem em todos, uma artesã das palavras e descrições – Claire e Jamie são personagens capazes de cativar todos os tipos de leitores: uma mulher a frente do tempo em que foi mandada, com conhecimentos, mas incapaz de lidar com a forma de viver, por isso Jamie vem ao seu socorro, com delicadeza, dureza, brutalidade, amor, admiração.
Sobre o romance entre Jamie e Claire, que acontece de forma inusitada e, portanto, não tem aqueles fogos de artifícios, mas que nasce de uma profunda admiração e de forma paulatina, de forma em que ambos se descobrem apaixonados desde o primeiro instante, mas as circunstâncias não favoreciam em nada o romance, então, ele vai acontecendo página a página e podemos nos apaixonar pelo casal na medida em que eles se apaixonam. Cá entre nós, os dois tem uma química incrível e o relacionamento deles soltam faíscas capazes de nos queimar. Sim, há muito erotismo – sem vulgaridade – entre o casal e cenas (muitas cenas) de amor e paixão torrenciais.
Diana Galbadon não é apenas uma ótima escritora no sentido de ter escrito uma boa história, mas ela é capaz de prender o leitor e sem sombra de dúvida teve que fazer uma vasta pesquisa histórica e cultural da Escócia para escrever este livro, além de idiomas como o gaélico, o inglês, nomes de lugares, trajes como o kilt, armamento da época, as mudanças entre a Escócia de 1743 e 1945, com tudo isso ela ainda nos presenteou com a proeza de um livro rico em detalhes e cujas informações são ligadas e sem fios soltos desnecessários, a não ser aqueles necessários para dar vazão a continuação. [ainda estou curiosa com relação ao homem que Frank vê espiando a janela enquanto Claire se arruma em 1945].
Sem sombra de dúvidas já estou ansiosa pela leitura de Oultander: A Libélula no Âmbar, embora esteja com aquela dúvida de todo leitor: Será que o segundo livro é páreo ao primeiro? Não obstante, a escrita de Diana Galbadon e seu potencial de criatividade já me cativaram tanto que deposito todas as minhas expectativas em seus livros e tenho certeza que ela não irá me decepcionar. Dou o voto de confiança e a escritora já se tornou uma de minhas favoritas.
Então, tá esperando o quê para ler Oultander e se encantar também por essa história? Vá com tudo e perca o fôlego! Detalhe, se prepare porque a leitura fará você: perder o fôlego, rir, chorar, ficar tensa, arregalar os olhos, falar palavrões, querer quebrar a cara de algum personagens, jogar o livro fora, esculhambar um personagem, se apaixonar e, como todo bom livro, você ainda corre o risco de ficar com um enorme DPL, e ficar com os personagens e a história rondando sua cabeça por dias e meses, mas garanto: Vale a pena!


*Esse livro foi uma cortesia da Editora Saída de Emergência, para saber mais sobre ele clique AQUI.

Resenha: Outlander: A Viajante do Tempo (Livro 1) - Diana Gabaldon

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

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