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O Clube do Biscoito, Ann Pearlman, Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011, 294 pág.
Tradução: Sibele Menegazzi
COMPRAR: Amazon

Saudações Leitores!
The Christmas Cookie Club no Brasil traduzido como O Clube do Biscoito foi escrito pela norte-americana Ann Pearlman e é um livro muito intenso sobre amizade e amor, temas que são absolutamente pertinentes para o fim do ano e as festividades de Natal.
"É como se as minhas amigas fossem provas da minha história. Testemunhas, quando estamos todas juntas, de toda a minha existência. Eu as amo como amo a mim mesma, em todas as minhas variedades e aspectos. E as amo pelas mulheres espetaculares que são, cada uma a sua maneira."
Um ponto super interessante nesse livro é que toda a estória se passa em um dia. Como assim? Mais de 200 páginas acontecem em um dia?! Calma, explico:

Resenha: O Clube do Biscoito - Ann Pearlman

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Um Anjo Burro, Christopher Moore, Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013, 266 pág.
Traduzido por Bruna Hartstein
Comprar: Amazon, Saraiva, Submarino, Americanas

Saudações Leitores!
The Stupidest Angel traduzido para o Brasil como Um Anjo Burro é um dos trabalhos de Christopher Moore, autor dos conhecidos O Cordeiro e Um Trabalho Sujo. Este autor é conhecido por escrever livros cômicos e engraçados. Um Anjo Burro não é nenhum lançamento, mas somente agora tive a oportunidade de ler, então vou falar o que achei o livro.

Resenha: Um Anjo Burro - Christopher Moore

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Saudações Leitores!
Já faz algum tempo que li o primeiro livro da trilogia dos Irmãos Wolfe e como O Azarão ficou muito aquém das minhas expectativas criei um certo receio em lei a continuação Bom de Briga, mas após superá-lo li o segundo volume e tive uma feliz surpresa, vem conferir:  

Bom de Briga, Markus Zusak, Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013, 208 pág.
Traduzido por Ana Resende

Fighting Ruben Wolfe foi publicado originalmente em 2000, no Brasil tem o título Bom de Briga, e é o segundo livro da trilogia dos Irmãos Wolfe, precedido por O Azarão escrito por Markus Zusak, o autor best-seller de A Menina que Roubava Livros.
Já tem algum tempo que li O Azarão, mas o fato que se deu foi: não gostei do livro, achei de certo bobo, ou melhor, depositei muitas esperanças e me frustrei loucamente, logo eu tinha lido A Menina que Roubava Livros e achei tão genial que achei que essa trilogia seguiria o mesmo nível, embora tivesse sido escrito primeiro, foi aí que me frustrei.

"Sabe, fica fácil se livrar de alguém que a gente simplesmente detesta. O problema é que quando você gosta da pessoa, aí fica difícil de controlar. Com um pouco de simpatia, tudo pode acontecer. É uma combinação mortal." (p.49)

Acho que já vim mais preparada para o que viesse em Bom de Briga, e foi aqui que me surpreendi, porque o livro superou, e muito, minhas expectativas, a narrativa ficou muito mais envolvente, os personagens também chamaram mais atenção e o rumo que a história tomou foi bem mais interessante que o volume 1 da trilogia.
Neste segundo volume, após os acontecimentos do primeiro livro as coisas não andam tão bem para a família Wolfe, e novamente ficamos sabendo das dificuldades encontradas por todos os integrantes da família: o pai está desempregado desde o acidente, a mãe tem dado muito duro nos trabalhos para poder manter a casa, o irmão mais velho está saindo de casa, a irmã está sem rumo após ter sido largada pelo namorado, Rube e Cameron continuam um pouco inconsequentes, mas mais adultos.

"Você não acha engraçado como o tempo parece fazer um monte de coisas? Ele voa, ele diz e, o pior de tudo, ele acaba." (p.94)

Na escola os amigos de Rube e Cam começam a soltar piadas para os dois a respeito do pai desempregando e da irmã que se tornou vadia, Rube não aguenta e quebra a cara da criatura que o provocou. A Fama de Rube se espalha e daí surge uma oportunidade, desse modo a brincadeira (que vimos no livro anterior) dos irmãos Wolfe ficarem lutando com apenas uma luva de boxe no quintal acaba se tornando algo sério.
Perry, um homem que faz apostas em lutas e promove um campeonato de lutas clandestinas propõe que Rube e Cam lutem para ele, pois é uma forma de ganhar dinheiro. De fato os irmãos abraçam essa oportunidade e é a partir daí que eles se veem em conflito também: quando mais lutam mais se tornam conhecidos, ganham dinheiro, não obstante, também perdem suas essências. Desse modo Bom de Briga é um litro intenso que mostra o interior dos irmãos: os medos, anseios, é o livro em que eles tentam se descobrir e até mesmo lutarem contra si mesmos.

"_Não perca o seu coração, Rude.
_Não estou tentando perder, Cam. Estou tentando encontrar." (p.137)

Entre os capítulos, ao invés dos sonhos completamente sem noção de Cameron que tínhamos no primeiro livro, em Bom De Briga temos os diálogos entre Cam e Rube, o que nos proporciona um melhor conhecimento dos personagens. Também pude perceber que este volume focou mais em Rube do quem em Cam, mas, é claro não deixou nenhum integrante Wolfe para trás, porque à medida que a narrativa se aprofundava também sabíamos o que acontecia com os demais integrantes da família.
Para mim, este livro foi fantástico e absolutamente melhor que O Azarão, me fez voltar a apreciar o escrito. O livro que não é volumoso e teve a capacidade de mexer com meus sentimentos! Em algumas horas dá para lê-lo e, sem dúvida alguma, vale a pena a leitura.

"Mas nenhum de nós sabe, porque uma luta não vale nada se você sabe desde o início que vai ganhar. São as lutas no meio disso que põem você à prova. São as que trazem perguntas com elas.
Um lutador pode ser um vencedor, mas isso não faz de um vencedor um lutador." (p.180)

Resenha: Bom de Briga - Markus Zusak

domingo, 5 de julho de 2015

Saudações Leitores!
Confesso que quando soube do lançamento desse livro não fiquei muito empolgada, mas depois que li algumas resenhas dessa trilogia minha curiosidade foi despertada e comprei os três livros, agora vocês podem conferir aqui no blog a resenha do primeiro e em breve [assim espero] poderão conferir a dos outros dois.


O Azarão, Markus Zusak, Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012, 176 pág.
Traduzido por Ana Resende

The Underdog foi publicado em 1999 e escrito pelo australiano Markus Zusak, mesmo autor de A Menina que Roubava Livros, um best-seller mundial. O Azarão foi o primeiro livro escrito por Zusak e faz parte da trilogia dos irmãos Wolfe cujo segundo livro é Bom de Briga (Fighthing Ruben Wolfe - 2000) e o terceiro A Garota Que eu Quero (Getting the Girl - 2001).
Com uma narrativa simples e em parte poética somos apresentados a Cameron Wolfe, 15 anos, filho de um encanador e irmão de Steve, Sarah e Ruben, este último sendo bem próximo de Cameron e parceiro de peraltices.

"Eu me senti preso e livre, ao mesmo tempo, como se eu mesmo fosse a única pessoa que não me permitisse ser grande ou infeliz. Como sempre, o trânsito ecoava a meu redor, aumentando a sensação de que eu não pertencia a lugar nenhum. Nada era fixo. Tudo se movia. Se transformava em alguma coisa. Igualzinho a mim." (p.104)

A narrativa é em primeira pessoa, através do ponto de vista de Cameron que é um adolescente comum, mas que vem de uma família não muito rica e vive aprontando alguma travessura com seu irmão Rube, isto é, muitos problemas acontecem por conta do mau comportamento deles.
Até então a vida de Cameron estava indo bem até ele conhecer, quando vai trabalhar com o pai, uma garota chamada Rebecca Conlon e se apaixonar por ela, nesse ponto Cameron percebe que para conquistar a garota que ama deverá mudar de postura e de pensamento. Ele começa a pensar nela obsessivamente e a colocar em suas orações e deseja ser uma pessoa melhor para que nunca a magoe, como Bruce fez com sua irmã Sarah.
Sem dúvida, a narrativa cativa e o enredo, meio bobinho, nos revela as mudanças de comportamento a medida que Cameron cresce e tudo isso também vem entremeado de inocência e pensamentos pervertidos. Cameron descobre o amor e o poder que ele impera em seu corpo, além de começar a ter responsabilidade e analisar seus atos.

"Às vezes, os sonhos me cobrem; outras, arrancam a carne da minha alma ou levam embora meu cobertor, me deixando sozinho, com frio." (p.174)

Apesar disso, acredito que as aventuras dos irmãos Wolfe vai surpreender os leitores, como se trata do primeiro livro da trilogia ele não tem um final tão surpreendente e, na minha concepção, nem chega a ter um final. Quando terminamos de ler a última página nos surpreendemos com o vazio, não há um fim e, portanto, de imediato, surge a necessidade de ler a continuação: Bom de Briga, espero poder ler o quanto antes.
O Azarão é um livro para ser lido sem pretensão e sem expectativas, a história não nos faz perder o fôlego e nem chega a ter um clímax surpreendente, mas por ser um livro breve e ter uma linguagem fluída vale a pena conferir se você já é fã do autor ou se quer conhecer o livro para se distrair, mas alerto para o fato de não esperarem algo tão encantador e surpreendentemente emocionante como o que há em A Menina que Roubava Livros. Boa Leitura!

Camila Márcia

Resenha: O Azarão - Markus Zusak

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Saudações Leitores!
O Substituto foi a leitura de janeiro do Clube do Livro que faço parte, mas não o colocaria na minha lista de favoritos e nem de melhores livros já lidos, mas, definitivamente, o colocaria entre os livros mais fofos e com uma das capas mais lindas que já vi [desses livros que qualquer pessoa compraria pela capa]. Entenda o porquê de minha afirmação lendo a resenha:


O Substituto. Brenna Yovanoff. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012, 336 pág.
 Tradução: Bruna Hartstein.


O primeiro livro de Brenna Yovanoff com o título original The Replacement (A Substituição) foi publicado pela Bertrand Brasil com o título O Substituto.
O livro traz uma história bizarra de seres inomináveis que vivem ocultamente na cidade Gentry, entretanto, apesar de nenhum dos moradores da cidade falarem sobre o assunto, aparentemente, todos sabem dos fatos estranhos que acontcem na cidade e que a cada sete anos faz uma criança morrer.

A verdade, pura e simples, é que não se pode entender uma cidade. Pode-se conhecê-la, amá-la e odiá-la. Pode-se jogar a culpa nela, ficar ressentido, mas nada vai mudar. No fim, a gente continua sendo parte dela. (p.44)

A história tem como narrador personagem Mackie que é o substituto, entretanto a história tem prosseguimento quando a irmã de Tate aparentemente morre, mas todos sabem que aquele corpo encontrado no berço da irmã dela é o de uma coisa inominável e não o da criança: houve uma substituição!
Muitos são os acontecimentos para se encontrar a irmã de Tate, ou melhor, tentar descobrir se a criança está viva ou morta. Mackie é o único que pode ajudar, embora ele nem saiba como.

A intenção é uma das forças mais poderosas que existe. A sua intenção ao fazer qualquer coisa irá sempre determinar o resultado. A lei molda o mundo”.(p.119)

Sabe uma história fofa? Então: O Substituto tem uma história bem fofa, linda e cute, mas acredito que poderia ter sido melhor, mais bem elaborada. Apesar disso a autora Brenna Yovanoff tem tudo para evoluir, pois escreve muito bem.
Acredito que o que mais me incomodou na história foi o personagem Mackie, achei ele fofo demais para ser um ‘ser de outro mundo’ ou fofo demais para ser do sexo masculino, às vezes, tinha a impressão de que a história estava sendo narrada por uma menininha.
Outro ponto surreal é os monstros extremamente bizarros e que deveriam ser assustadores, mas acabavam não sendo, logo a impossibilidade de nomeá-los tornava a história estranha e terminologias como Casa do Caos, Casa do Desespero, para mim, foram demasiadamente infantis. Na conclusão e no desfecho do livro ficaram muitos pontos sem resposta. Mesmo com o livro sendo dividido em quatro partes: 1. Os Segredos dos Vivos; 2. As Mentiras que as Pessoas Contam; 3. Os Mortos-Vivos; 4. Eles, muitas partes ficaram sem explanação convincentes. Para mim, livro tem que convencer o leitor!
Apesar destes pontos a atmosfera lúgubre e gótica em todo o livro e extremamente misteriosa é excitante, não obstante, continuo achando que O Substituto tinha tudo para ser muito melhor. A ideia era boa, mas o seu desenvolvimento 'pecou' em muitos pontos.
Minha indicação vai apenas para aqueles que querem se distrair e gostam de uma narrativa encantadora e fofa, com várias citações lindinhas e profundas, mas que não se importam com os ‘furos’ na história. Não estou dizendo que o livro é ruim, mas confesso que não correspondeu com minhas expectativas e mesmo sem corresponder à elas, reconheço que é uma leitura agradável.

Camila Márcia

Resenha: O Substituto - Brenna Yovanoff

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

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