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Saudações Leitores!
Como fã da escritora Kiera Cass, eu não podia deixar de conferir Felizes Para Sempre*, uma coletânea com todos os contos já publicados e mais alguns extras da série A Seleção, para ser sincera esse livro é um verdadeiro presente para todos os fãs.


Felizes Para Sempre: antologia de contos da Seleção, Kiera Cass, São Paulo: Seguinte, 2015, 448 pág.
Traduzido por Cristian Clemente
Ilustrado por Sandra Suy

Happily Ever After (2015) é um livro extra da série A Seleção e contem todos os contos já publicados pela Kiera Cass e mais alguns contos inéditos.
Em Felizes Para Sempre temos os seguintes contos: A Rainha, O Príncipe, O Guarda, A Favorita, Cenas de Celeste, A Criada, Depois de A Escolha e Por onde Elas Andam?. Todos os contos reunidos em um único livro é esplêndido, mas os contos inéditos foram o que deixou meu coração palpitando.

Devo, no entanto, salientar que eu não esperava me surpreender muito porque eu já estava meio ‘saturada’ desse universo de A Seleção porque muita coisa não foi explicada durante a série, mas a Kiera Cass tem o dom da escrita e conseguiu me prender e me empolgar com os contos. Sem dúvida os meus favoritos foram A Rainha e A Favorita, porque eram personagens que me questionaram durante a série.
O que eu quero dizer é que foi ótimo ver como e porque a rainha Amberly agia como agia, e como ela se apaixonou pelo rei e passou pela fase de A Seleção. Mas confesso que, fiquei muito em dúvida sobre os motivos de ela não ter mudado o rei afinal ela tinha todas as oportunidades de fazê-lo.

Já o conto A Favorita eu consegui me conectar mais com Marlee e seus dilemas, eu sofri demais com o que aconteceu com ela e saber como ela lidou com tudo foi realmente importante para compreender suas atitudes de agradecimento, respeito e devoção com Maxon e America.
Sobre a Edição, sem dúvida, a editora caprichou em relação a tudo, fico olhando o livro e sem querer acreditar que tenho tamanha belezura na minha estante. As ilustrações, acabamento e capa estão tão fabulosa que fico querendo olhar o tempo todo.

Felizes Para Sempre é o livro para todos os amantes da série A Seleção, para quem realmente gostou dela e que se importa com outros personagens. É realmente incrível poder nos aproximar deles novamente.

*Esse livro foi cortesia da Editora Seguinte, para saber mais sobre o mesmo clique AQUI.

Felizes Para Sempre: antologia de contos da Seleção - Kiera Cass (resenha)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Saudações Leitores!
Segurei por quase um mês minha ansiedade de ler A Escolha*, se a espera compensou: claro, já que acompanho a trilogia desde o primeiro volume e todos os anos esperava com ansiedade a continuação e os contos serem publicados. Meu sentimento agora? Saudade, tristeza... eu vou sentir saudade de America, Maxon e Aspen, por três anos eles estão no meu coração e me desapegar deles vai se doloroso. Sobre a resenha vai ser bem sentimental e creio que não deixei spoiler, portanto, sossegue e leia me desabafo... desabafem comigo nos comentários! Ah, já faz um tempinho que li esse livro e escrevi a resenha, mas somente agora tô postando... sorry :-)

A Escolha, Kiera Cass, São Paulo: Seguinte, 2014, 352 pág.
Traduzido por Critian Clemente

The One (2014) no Brasil A Escolha é o último livro da trilogia A Seleção escrita por Kiera Cass, que foi precedido por A Seleção (2012), A Elite (2013) e um livro extra chamado Contos da Seleção: O Príncipe e O Guarda (2014). Sem dúvida, para quem acompanha a trilogia, A Escolha, era um dos livros mais esperados deste ano de 2014.
Antes de tudo preciso dizer que America Singer mudou bastante neste terceiro volume, primeiro porque ela – apesar de continuar com alguns mimimis – está mais decidida sobre seus sentimentos e o principal: disposta a lutar por eles. Ela continua tendo algumas atitudes realmente duvidosas e desnecessárias, mas no geral se mantém firme e forte, logo e tem a proteção de Maxon que desde que a conheceu ficou escandalosamente apaixonado. Entretanto, devo salientar minha revolta pelo fato de America ter simplesmente passado a ser um pouco superficial em seus sentimentos e relacionamentos familiares. A família que ela sempre colou em primeiro plano simplesmente não faz mais sentido, fiquei chocada com sua atitude em um momento de dor e o quanto foi superficial, parecia mais uma pedra ao invés da America que conheci em A Seleção, senti falta daquela America (mesmo cheia de mimimis ela parecia ser mais real).
"Eu precisava resolver essa situação de algum jeito. Não podia imaginar minha vida sem Aspen. Mesmo naquele momento, em que esperava ser escolhida por Maxon, um mundo sem Aspen parecia inconcebível." (p.9)
Maxon, America e Aspen estão próximos em A Escolha, por conta dos conflitos rebeldes, mas ao mesmo tempo afastados, aparentemente, conseguimos perceber a dúvida que a autora, Kiera, sentiu ao escrever este livro, não obstante, desde o começo ela entrega o jogo e a escolha fica óbvia, embora tenha algumas reviravoltas durante a narrativa.

O que mais me agradou neste livro foi o fato de as quatro finalista: Celeste, Kriss, Elise e America terem suas desavenças, mas mesmo assim se aproximarem uma da outra. Por conta da aproximação de Meri com as outras participantes – e o livro ser narrado em primeira pessoa – também nos aproximamos das outras participantes. Confesso que passei a gostar de Celeste, em parte porque saber da história dela nos faz entender o motivo de ela ser como é, e também porque ela provou que poderia ser melhor do que o que era, só não gostei do desfecho de sua história, achei cruel. De maneira geral, as outras participantes, no meu modo de ver, eram bem superficiais e nunca chegaram a ser um trunfo nas mãos de Kiera Cass, nem mesmo Kriss que se sobressaiu bastante em A Elite.
"Quando ele me apertou um pouco mais forte, senti que todos os erros haviam sido apagados e restara apenas a essência da nossa relação. Éramos amigos que tinham percebido que não queriam ficar longe um do outro. Éramos diferentes em diversos sentidos, mas, ao mesmo tempo, muito parecidos. Não dava para dizer que nossa relação era obra do destino, mas ela parecia mais forte do que qualquer coisa que eu já tinha vivido antes." (p.94)
Em A Escolha também me surpreendi com o desenrolar do rei Clarkson e da rainha Amberly, certos pontos eu compreendi perfeitamente e achei completamente plausíveis, mas em outros eu não compreendi, principalmente o fato da rainha ser tão apaixonada (ou submissa) ao rei, quando ela era inteligente e independente o suficiente para mudar as coisas.

Quanto a Maxon ele me surpreendeu porque teve coragem de enfrentar o desconhecido e lutar por aquilo que ele acreditava mesmo que ficasse contra o rei. Contudo, Maxon não fugiu da minha ira, teve um determinado momento em que eu simplesmente o achei um adolescente mimado, incompreensível e ciumento (Ah, como tive vontade de bater no príncipe!). Aspen também me surpreendeu no livro, principalmente por ele ter achado seu caminho (sempre achei ele meio perdido) e embora o romance e o sentimento dele por Meri fosse jogado constantemente nas páginas, percebemos que ele mudou e conseguiu ter opções. Seria difícil se a escolha fosse apenas de Maxon e Meri, acabou que a escolha também foi de Aspen (depois que li o conto O Guarda, fiquei com uma quedinha por ele).
"... quero tudo com você, America. Quero os feriados e os aniversários, as épocas corridas e os finais de semana preguiçosos. Quero manchas feitas de dedos sujos de creme de amendoim na minha mesa de trabalho. Quero piadas internas, brigas e todo o resto. Quero uma vida com você." (p.297)
Confesso que achei tudo meio corrido, não em relação a escolha da futura esposa de Maxon, mas no quesito de Kiera tentar solucionar os mistérios dos rebeldes do norte e do sul, além do envolvimento de pessoas que jamais seriamos capazes de imaginar nesse complô. O problema maior foi que Kiera Cass quis solucionar e fechar com a distopia também e não apenas com a escolha do príncipe, que no final das costas teve que escolher não só a esposa, mas o rumo que seu reino iria tomar. Em resumo, este livro foi repleto de escolhas em todos os sentidos e para todos os personagens e isso não quer dizer que todos fizeram a melhor escolha, mas no fim, no desfecho do livro tudo se encaixou de modo a agradar a todos os leitores, certamente.
"Você disse que, para acertar as coisas, um de nós dois teria que dar um salto de fé. Acho que encontrei o abismo que devo saltar, e espero encontrar você à minha espera do outro lado." (p.310)
Uma coisa todos os fãs terão que concordar, sejam team Maxon ou team Aspen, não havia outra possibilidade para o final, não depois que a narrativa enveredou por aquele rumo. Desse modo, acredito que A Escolha teve um final coerente e que será capaz de agradar a maioria dos que acompanham a trilogia. Para finalizar só tenho a dizer que essa trilogia foi uma das mais lindas que li nestes três anos e que foi impossível não me envolver com todos os personagens e a narrativa, torci, chorei, briguei e agora sinto que valeu a pena a espera. Vou sentir saudade, mas Kiera Cass não vai nos deixar tão órfãos ela – segundo vi na internet – vai escrever uma espécie de prequel com a rainha Amberly.


*Livro cortesia da Editora Seguinte.

A Escolha (A Seleção, Vol. 3) - Kiera Cass (resenha)

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Saudações Leitores!
Sou fã de Kiera Cass então é mais do que natural ansiar pelo lançamento e leitura de A Sereia*, e embora sabendo que esse, na verdade, foi o primeiro livro escrito por Kiera eu esperava algo fabuloso até porque todo o miticismo que gira em torno das sereias sempre me deixou fascinada, agora quero contar para vocês como foi minha experiência de leitura.


A Sereia, Kiera Cass, São Paulo: Seguinte, 2016, 323 pág.
Traduzido por Cristian Clemente

The Siren no Brasil A Sereia (que será lançado em 26 de janeiro de 2016) foi primeiro livro já escrito por Kiera Cass, conhecida pela sua série A Seleção: A Seleção, A Elite, A Escolha, A Herdeira, Contos de A Seleção, Felizes para Sempre que vem reinventar a mitologia das sereias.
Ao contrário de A Seleção que me pegou de jeito logo na primeira página, senti uma dificuldade imensa de gostar de A Sereia, porque eu tenho uma ideia comigo onde considero escrever um livro de fantasia/ ficção algo bastante difícil porque o autor tem que convencer o leitor sobre o que está escrevendo, sobre o ‘mundo’ que está construindo e isso é espetacularmente bem mais complicado do que escrever um chick-lit ou um romance contemporâneo onde você apresenta fatos corriqueiros, possíveis de ser reais.
A Sereia não me convenceu, não nego que a leitura seja fácil, fluída e que é instigante – por isso consegui ler até o fim – mas faltou o tempero, aquilo que vicia e que te faz parar o livro e pensar o quanto o autor é fantástico e genial ao ter criado aquilo. Não senti nada ao ler este livro.
De uma forma resumida o enredo é bem raso e supérfluo: temos uma mitologia a cerca das sereias – que não é aprofundada – onde três jovens lindas servem a Água (que além de ser água, é uma entidade e ‘fala’) e tem que cantarem para atraírem naufrágios e assassinarem pessoas para alimentarem a Água, essas jovens servem por 100 anos e depois estão ‘’livres’ para continuarem suas vidas.
Achei os personagens vagos: Kahlen é uma protagonista que não convence e é depressiva, como alguém como ela conseguiu viver 80 anos do jeito que vive e não se acostumou? Como alguém que já viveu quase um século pode não ter perspectivas para o futuro e não ter uma grande bagagem intelectual e cultural? Kahlen é retrógrada só quer se apaixonar, mas o que alguém tão egoísta e que vive de forma tão individualista sabe sobre o amor?
É aí que surge Akinli o rapaz misterioso, com um nome exótico – que eu pensava que poderia significar alguma coisa, mas não faz sentido algum – e se apaixona por Kahlen, uma ‘garota’ que só viu algumas poucas vezes e muito rapidamente.  Surge uma paixão tão grande que só em estarem distante os dois adoecem – não, péra – eu sei que o amor é algo profundo, mas é um exagero haver uma paixão tão forte assim quando você viu a pessoa, o quê?, quatro vezes e nem chegaram a ter um diálogo realmente profundo.
O que seria de A Sereia sem as fabulosas Miaka e Elizabeth? As duas personagens sereias irmãs de Kahlen, definitivamente, salvam o livro, porque apesar de serem impulsivas e um pouco imaturas para quem já viveu anos e anos, conseguem ser divertidas e aproveitarem a vida, sem frustrações e arrependimentos.
Agora a pergunta que não quer calar: gostei ou não de A Sereia? Não, mas eu tentei muito gostar, no entanto, não foi nada do que eu pensava: pecou na mitologia (ela fez sereias com pernas, isto é, sem rabos de peixe, que é quase como um vampiro que brilha no sol e não queima) que mesmo sendo da forma como foi merecia ter sido melhor trabalhada, deveria ter construído personagens convincentes para seus devidos tempos de ‘vida’ e não deveria ter forçado no relacionamento de Akinli e Kahlen, pois ficou vazio e superficial, não dá para sentir que ali existia amor, claro que temos que levar em consideração que esse foi o primeiro livro que Kiera escreveu e que para um primeiro livro não está tão ruim, mas não chega aos pés de sua série de sucesso: A Seleção.
Em resumo, para quem já curte a escritora e é fã dos trabalhos dela vale a pena dar aquela conferida no livro, é uma leitura válida, mas não vá com sede ao pote poque você pode perceber que lá dentro não tem águas profundas.

* Esse livro foi cortesia da Editora Seguinte, para mais informações acesse: Aqui.

A Sereia - Kiera Cass (resenha)

terça-feira, 19 de janeiro de 2016


A Prometida, Kiera Cass. São Paulo: Seguinte. 2020, 344 págs.
Tradução: Cristian Clemente
COMPRAR: Amazon | Outras Lojas

Saudações Leitores!
A Prometida (The Betrothed, 2020), da autora norte-americana best-seller Kiera Cass, se trata do primeiro livro de uma série / duologia (?). Kiera Cass ficou conhecida por A Seleção, A Elite, A Escolha, A Herdeira, A Coroa, Felizes para Sempre (Série A Seleção) e A Sereia.

Como já venho acompanhando Kiera Cass desde seu primeiro lançamento no Brasil, fiquei empolgada com a perspectiva de A Prometida, pois amo histórias que se passam na realeza e a autora já tinha se provado ótima para retratar esse cenário, contudo, já que me decepcionei um pouco com os últimos livros publicados, amarrei minhas expectativas para evitar frustrações, pois evidentemente, quem lê Kiera sabe que ela tem seus altos e baixos.

Porém, lamentavelmente, tenho que dizer que, mesmo com as expectativas lá em baixo, A Prometida, ainda conseguiu me frustrar, inclusive, fiz uma resenha de A Prometida Em Vídeo, caso queiram conferir, lá falo sobre outros pontos que não mencionei neste post.

A Prometida (A Prometida, vol. 1) - Kiera Cass (resenha)

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Saudações Leitores!
Sabemos que dia 08 de Março é o Dia Internacional da Mulher e que não é apenas uma data clichê, mas há todo um significado histórico de luta pela igualdade de gênero e liberdade, desse modo o blog Queria Estar Lendo lançou um desafio bastante interessante para comemorar o Mês das Mulheres e o DLL vai participar e convida a todos que tiverem interesse se juntarem a esta iniciativa tão fabulosa.
O nome do desafio é Desafio Eu e as #MulheresdaLiteratura e para participar basta responder a 31 questões!

Você pode respondê-las todas de uma vez só, uma por dia, em blocos ou em desafios marcando os amigos! Responda no seu blog, no facebook, no instagram, no twitter ou onde quiser! O que vale é usar a hastag #MulheresdaLiteratura, dessa forma todos podem encontrar a sua indicação de leitura feita por uma incrível mulher!

Vale lembrar que o desafio pode ser feito tanto por meninos e meninas, a intenção master é divulgar a literatura feminina, se divertir e propor leituras interessantes.

Desafio Queria Estar Lendo: Eu e as #MulheresdaLiteratura

1 - O primeiro livro escrito por uma mulher que você leu;

O Natal de Poirot, de Agatha Christie
Não consigo lembrar de outro livro, aliás gostei tanto dessa leitura que Viciei nos livros da A.C. 

2 - O seu livro preferido escrito por uma mulher;

Harry Potter e o Cálice de Fogo.
Pra ser bem sincera eu amo todos os livros da série HP, mas acho que o meu livro preferido de todos é o Cálice de Fogo. Ever.

3 - O seu livro preferido protagonizado por uma mulher;

Outlander: A Viajante do Tempo, de Diana Gabaldon.
Definitivamente um dos meus livros preferidos protagonizados por mulher é Outlander, exatamente por tudo o que Claire representa, já que tem que se adaptar rapidamente e é muito à frente de seu tempo, corajosa e muito determinada.... Fabulosa!

4 - Sua autora preferida;

J.K. Rowling
Porque ela além de escrever bem e ser diva, representa toda uma geração e herança cultural enormes... Sou fã e a admiro muito.

5 - Um livro com uma amizade forte entre mulheres;

Amigas para Sempre, de Kristin Hannah.

Apesar de ser uma amizade conturbada e cheia de altos e baixos, na realidade toda amizade é assim, as duas mulheres tem uma história de amizade de longa data e se amam de uma forma tão singular que a felicidade de uma depende, sim, da outra.

6 - Um livro com uma heroína que salva a si mesma;

Jogos Vorazes, de Suzanne Collins.

Acredito que JV tem uma personagem feminina, a Katniss, que deveria virar um exemplo: além de proteger quem ama, mesmo tendo que enfrentar seus medos, ela consegue lutar pelo que acredita e dar esperança aos marginalizados. É uma personagem forte e cheia de atitude. Admirável!

7 - Um livro com uma heroína que não tem medo de armas;

A 5° Ondas, Rick Yancey.
Cassie é só uma adolescente, mas por conta de tudo o que tem passado foi obrigada a amadurecer rapidamente r se adaptar ao novo mundo que vive e para isso precisa usar armas e ter coragem de atirar quando necessário, além do mais a garota não foge de uma luta se for para defender e proteger quem ama.

8 - Um livro de romance escrito por uma mulher;

A Última Carta de Amor, Jojo Moyes
Esse foi o livro que comprei pela capa e me proporcionou a conhecer a escrita da Jojo e me encantar com esse romance encantador e atemporal. Jojo arranca lágrimas em seus livros...



9 - Um livro de romance policial escrito por uma mulher;

Palavras Envenenadas, de Maite Carranza. 

Sabe aquele livro que você lê e nunca mais esquece a história? Foi isso que aconteceu com Palavras Envenenadas. A história é angustiante e sofrida, mas não conseguia parar de ler, eu precisava saber o que tinha acontecido com Bárbara Molina e, passo a passo, ia acompanhando as investigações do policial Salvador Lozano

10 - Um livro de fantasia escrito por uma mulher;

Crepúsculo, de Stephenie Meyer
Foi a primeira saga que li e me apaixonei, nunca vou esquecer a sensação... É amor para sempre.

11 - Um livro sobrenatural/sci-fi escrito por uma mulher;

A Hospedeira, Stephenie Meyer
Esse foi o primeiro livro de ficção científica que li e até então tinha um certo preconceito com esse tipo de literatura, mas A Hospedeira foi um livro que me marcou profundamente... Eu, simplesmente, não conseguia largá-lo

12 - Um livro de terror escrito por uma mulher;

Filme Noturno, de Marisha Pessl.
Um dos livros mais assustadores que já li, juro que vez por outra ainda penso no Córdova e fico toda arrepiada... A escritora é tão foda, tão foda que as vezes fico pensando que não é ficção, mas uma história real... 

13 - Um livro com a mocinha na capa;

A Seleção, de Kiera Cass
É um conto de fadas distópico que traz a America, personagem principal, que me cativou desde a primeira página. 

14 - Um livro com uma heroína que não se conforma em ser o que esperam dela;

Muito mais que uma Princesa, Laura Lee Guhrke. 
Definitivamente a personagem Lucia! Ela nunca será jamais o que esperam dela. Filha bastarda de um príncipe com uma cortesã e passou a vida inteira em escolas e conventos, mas mesmo nesse enclausuramento ela não consegue parar de aprontar todas e causar polêmicas e escândalos. Agora seu pai decide que precisa casá-la, mais eis aí uma tarefa que não vai ser tão fácil como se imagina. Lucia sempre surpreende o leitor porque ela não é a personagem tradicional e está longe de ser o que se espera dela, sobretudo se considerado a tradição da época. Indubitavelmente, Muito Mais que Uma Princesa, foi o melhor romance de época que já li na minha vida!

15 - Um livro escrito por duas (ou mais) mulheres;

Marcada (House of Night), de P.C. Cast e Kristin Cast.
Essa série foi escrita por mãe e filha, então está valendo, né? São duas escritoras... Mas joguem pedra em mim: apesar de ter vários livros da série (faltam apenas os três últimos) ainda nem comecei a ler... Quem sabe esse ano eu leia... Cruzar os dedinhos.

16 - Um livro com a sua heroína preferida;

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom. 

Eu gosto da Becky Bloom porque ela é louuuuca e adora comprar, nunca vi uma personagem tão parecida comigo. Aliás minhas amigas dizem que se eu fosse uma personagem de livro eu seria uma personagem de chick-lit então eu amo a Becky porque ela é tão real e tão sem prevenção de ser perfeita... É absurdamente impulsiva, espontânea, apaixonada e teimosa... E pode não parecer, mas é super inteligente!



17 - Uma autora que te inspira;

Rainbow Rowell
Rainbow Rowell é uma das minhas escritora favoritas também, então acho justo ela estar nesse desafio, até porque ela é extremamente inspiradora: seus livros são lindos, abordam assuntos fofos, delicados, sérios, conflituosos e tudo de uma maneira singular que só Rainbow consegue expressar através das palavras... Seus livros são explosões de arco-íris.

18 - Um livro com uma heroína na qual você se espelha;

Poliana, de Eleanor H. Porter.

Acho que Poliana é uma das personagens que mais me espelho porque além de fofa tem o jogo do contente, que temos que sempre ver o lado bom das coisas. Como não se espelhar numa personagem assim? 

19 - Um livro com uma heroína que as meninas deveriam conhecer desde novas;

Poliana, de Eleanor H. Porter
Sem dúvida A heroína escolhida é Poliana, gente toda menina deveria ler esse livro quando criança, porque ele ensina coisas lindas e fantásticas... Vale tanto a pena.... Eu sei que esse é o mesmo livro de ontem, mas não é trapassa, é amor!

20 - Um livro com uma protagonista que você não esperava ser tão forte quanto foi;

Eleanor, a protagonista do livro Eleanor e Park.
Não esperava que Eleanor fosse tão forte, pelo histórico de bullying que sofria, pela violência na família, pela baixa estima. Mas ela se mostrou bastante fofa e corajosa, tanto que enfrentou seus medos e tomou uma atitude de mudar sua vida. Uma história de superação e amadurecimento. 

21 - Um livro com uma heroína que você começou odiando e terminou amando;

A personagem Jessica Trent de O Príncipe dos Canalhas, de Loretta Chase
Não é que eu tenha odiado a personagem e depois amado, apenas achei que a Jessica Trent era muito metida e ao mesmo tempo tão independente, então fiquei decepcionanda quando ela sucumbiu de paixão pelo lorde Belzebu (Dain) sobretudo porque ela tinha consciência que ele era um canalha mulherengo de uma figa... Daí minha raiva, mas lá pelo meio do livro comecei a entender ela... E ele... Ambos se mereciam e somente juntos poderiam mudar a si mesmos e despertarem o melhor um no outro. Foi interessante. Apreciei bastante a coragem e determinação de Jessica. Portanto, acredito que se encaixe no perfil dessa heroína.

22 - Um livro onde a heroína salva o herói;

Como se Apaixonar, de Cecelia Ahern
Christine literalmente salva Adam... Ela pode ser considerada exemplo de alguém que está constantemente buscando salvar o mocinho... Achei esse livro uma fofura e assim que li a proposta 22 deste desafio pensei nele.

23 - Um livro com uma mulher transsexual;
Eu não lembro de ter lido nenhum livro com uma personagem trans.
24 - Um livro com uma mulher bissexual/homossexual;

O que Há de Estranho em Mim, de Gayle Forman
Uma das amigas de confinamento da personagem principal é bissexual, ela se chama Cassie e é super tarada e engraçada... Vez por outra fala loucuras. Tem uma personalidade, inteligência e coragem de se assumir muito marcantes.



25 - Um livro com uma personagem feminina que seja uma figura de poder;

A Rainha Normanda, de Patricia Bracewell.
O livro traz Emma, da Normandia, uma adolescente de 15 anos que se casa e tem que segurar-se ao poder e ir de encontro com as decisões políticas de dois países, além do mais casa-se sem amor e vive como uma sombra, mas cumpre seus deveres. Acho-a incrível e forte...

26 - Um livro com uma mulher que escolheu a família;

Coração de Mãe, Jodi Picoult
Um dos livros mais sensíveis que li. Paige tem uma história de família complicada, então quando conhece Nicholas e inesperadamente engravida vê-se despreparada para o desafio, então ela toma várias decisões até se encontrar como mãe e entregar-se a sua família com todas as suas forças. É lindo e intenso, capaz de nos fazer derramar lágrimas 

27 - Um livro com a melhor vilã;

A Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard
Gostaria de citar a Umbridge (Harry Potter), mas descobri uma outra vilã de arrepiar que vale a pena apresentar: a rainha Elara, que tendo o poder de entrar na mente das pessoas e manipulá-las torna-se assustadora e tirana.

28 - Um livro com uma protagonista negra;

Só consegui lembrar desses dois clássicos que li há muiiiiiito tempo: A Moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo; e A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães.

29 - Um livro com uma protagonista que superou abusos físicos e/ou emocionais;

Quarto (Emma Donoghue) e Identidade Roubada (Chevy Stevens)

30 - Um livro com uma protagonista que não queria salvar o mundo;

Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago.
A mulher do médico nunca quis salvar o mundo ou ter pessoas para cuidar, ela jogou-se no desconhecido por amor, para estar com seu marido e no final teve que ajudar várias pessoas a sobreviverem. Era os olhos daqueles que não podiam ver. O meu livro favorito de todos os tempos, já li mais de 20 vezes

31 - Um livro com uma personagem feminina (ou a autora) que represente o que é ser mulher para você.

Mulheres, de Carol Rossetti
Tanto a autora como as personagens desse livro representam o que é ser mulher. Existem muitos tipos de mulheres e independente de cor, raça e credo todas merecem respeito e oportunidades iguais (ou no mínimo semelhantes) e a Carol Rossetti mostra que as mulheres devem além de ter amor-próprio, direito, dignidade e Respeito, devem se defenderem e lutarem por aquilo que acreditam ou desejam independente do que outras pessoas (preconceituosas, puritanas, ou falsas idealistas) pensem ou digam. Mulheres graciosas, decididas alcançam a honra!!!!! 




Minha ideia é postar, a cada dia do mês, uma das minhas respostas a estas perguntas no meu perfil do Instagram (@camilamarcia_) e, no final do mês, pretendo atualizar esse post com todas as minhas respostas... portanto, não deixem de me seguir no Insta e/ou conferirem a hastag #MulheresdaLiteratura


Desafio Dos 31 Dias De Livros: Eu E As Mulheres Da Literatura (Mês das Mulheres) - post atualizado

terça-feira, 1 de março de 2016

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