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Vow of Thieves é uma verdadeira aventura do começo ao fim!

Saudações Leitores!

Vow of Thieves (2019) de Mary E. Pearson é a conclusão da duologia intitulada de Dinastia dos Ladrões, que se iniciou com Dance of Thieves. Além do mais, outro ponto interessante sobre essa duologia é que a história de passa no mesmo universo da Trilogia Crônicas de Amor e Ódio.

Dito isso vamos acompanhar a conclusão da jornada de Kazi e Jase que acontece imediatamente após os acontecimentos bombásticos do final de Dance of Thieves e, diga-se de passagem, que me deixaram completamente mortificada - aqui também quero deixar claro que esperei com muita ansiedade pela continuação, por Vow of Thieves, e não entendo o porquê demorei tanto para ler, mesmo tendo o livro em mãos - Enfim...

Apenas agora eu entendia o peso insuportável dos segredos. Nunca se pode conhecer seu verdadeiro fardo até que ele tenha sido tirado da pessoa. Nessas últimas semanas, nós tínhamos sido varridos para dentro da leveza quase vertiginosa da verdade.

O fato é que devo alertar você, caro leitor, que mesmo com o final eletrizante de Dance of Thieves, este volume começa um pouco lento, pois vamos acompanhar Kazi e Jase voltando para a Boca do Inferno e nessa viagem de volta o casal parece dois" pombinhos em lua de mel" e isso é meio maçante, porque já sabemos que algo está acontecendo na Boca do Inferno e só queremos acompanhar as ações por lá e não a "curtição" de Kazi e Jase.

Passado esse início lento, quando o casal se aproxima da Torre da Vígilia de Tor e  Kazi percebe que algo está errado, principalmente após verem uma mensagem estranha, no entanto Jase, como um amador em guerras, deixa seu lado passional falar mais alto e saí em disparada rumo a construção para tentar saber como estão sua família, os Ballengers. É quando ele é atacado por várias flechas, mas Kazi consegue fazer o cavalo de Jase e o seu fugirem, no entanto ela acaba se tornando uma prisioneira.

Às vezes as mensagens davam um jeito de encontrar as pessoas. Os fantasmas, eles nos chamam em momentos inesperados.

A partir desse momento nós teremos uma narrativa intercalada (como já é de práxis nos livros de Mary E. Pearson) por capítulos narrados por Kazi e capítulos narrados por Jase, já que ambos estão separados.

Ao se tornar prisioneira Kazi descobre que a Boca do Inferno foi tomada por um forte inimigo e que no momento da invasão os Ballengers fugiram para as montanhas com alguns resistentes aos atos do novo "rei", porém, os irmãos mais novos de Jase foram capturados e, por conta disso, Kazi se vê tendo que fazer de tudo para proteger não só as crianças, mas também tentar salvar a Boca do Inferno, ainda sem saber se Jase conseguiu sobreviver aos ferimentos e se a família dele algum dia irá perdoá-la pelos atos que praticou (presentes no volume anterior).

Às vezes você precisa se lembrar de que não é impotente. De que tem alguma medida de controle. Talvez seja isso que o torne valente o suficiente para encarar um outro dia.

Enquanto isso, também acompanhamos Jase tentando se curar dos ferimentos e montar uma resistência para lutar pela Boca do Inferno, recuperar Kazi e sua família.

É nesse momento que Vow of Thieves fica ainda mais emocionante porque vamos acompanhar os planos de Kazi e Jase e aos poucos percebemos que em algum momento esses planos vão colidir, porém eu ficava me questionando se eles não acabariam atrapalhando um ao outro. Quase roí as unhas de tanta ansiedade!

Às vezes é necessário apenas uma pessoa para impedir que o mal vença.

Vow of Thieves é um livro eletrizante do começo ao fim! Você leu certo: mesmo com algumas partes maçantes e lentas, no geral, o livro é muito bom, cheio de aventuras, adrenalina e Mary E. Pearson sabe muito bem como escrever essas cenas e nos fazer ficar empolgados com as partes de ação. Já estou bastante ansiosa para conferir um próximo livro que a escritora vier a escrever, pois virei fã.

Ficha Técnica
Vow of Thieves (Dinastia dos Ladrões, vol.2). Mary E. Pearson. 
Rio de Janeiro: Darkside Books. 2019, 464 págs. 
Tradução: Ana Death Duarte

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Vow of Thieves (Dinastia de Ladrões, vol. 2) - Mary E. Pearson (resenha)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021


The Dark Man: o homem que habita a escuridão (Graphic Novel), Stephen King, Rio de Janeiro: Darkside Books, 2019, 160 págs.
Ilustração: Glenn Chadbourne
Tradução: Cesar Bravo
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Saudações Leitores!
The Dark Man: o homem que habita a escuridão se trata de uma adaptação para Graphic Novel de um poema escrito por Stephen King, que dispensa apresentação, mas vale o adendo de como o autor é multifacetado, afinal: romancista, contista, novelista e poeta não é para todo mundo, com mais de 50 livros publicados, o autor ainda segue fazendo sucesso e garantindo alta vendagem de livros.

Em The Dark Man temos a primeira aparição do "Homem de Preto", esse poema foi escrito ainda quando King estava na faculdade e é a "criação" dessa personagem que aparece em vários de seus livros (A Dança da Morte, Os Olhos do Dragão e A Torre Negra) e também é conhecida como Randall Flagg.


Por se tratar de um poema a adaptação dele para Graphic Novel com as ilustrações sensacionais de Glenn Chadbourne, não é algo volumoso, tem apenas algumas páginas que é possível ler muito rápido. De fato as ilustrações é que dão um caráter a mais.

No entanto, devo admitir que os detalhes das ilustrações podem passar despercebidos em um primeiro momento, sobretudo, se você não conhecer o poema, então a sugestão é que você leia o poema completo (disponível no final do livro) e só depois se aventure a ler e apreciar as ilustrações, pois elas farão muito mais sentido depois da leitura prévia.


Assim, a Graphic Novel The Dark Man é na verdade, uma visão do mundo sob a perspectiva - sob a ótica - do homem de preto e as ilustrações nos transmitem toda as caraterísticas assustadoras e podres desse mundo, uma visão pessimista e angustiante.

Glenn Chadbourne, através de suas ilustrações, consegue nos inserir numa atmosfera realmente assustadora e angustiante que somente fãs de terror e, principalmente, fãs de King saberão apreciar com muito mais propriedade.


Dito isso, não acredito que The Dark Man seja uma leitura indicada para um primeiro contato com King, pois acredito que muita gente possa ter se interessado pelo volume por achar que uma Graphic Novel pode ser um primeiro passo para adentrar nas obras do autor, porém, engana-se quem pensa que essa G.N. promoverá isso, atrevo-me até a dizer que se alguém, que nunca leu King, começar por esse livro irá se decepcionar enormemente.

Para finalizar, volto a frisar The Dark Man é uma Graphic Novel que só indico para fãs do autor que já conhecem alguns de seus livros.

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Resenha: The Dark Man (Graphic Novel) - Stephen King

segunda-feira, 2 de março de 2020


Lady Killer: volume 1 (Graphic Novel), Joëlle Jones e Jamie S. Rich, Rio de Janeiro: Darkside Books, 2019, 144 págs.
Tradução: Raquel Moritz
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Sudações Leitores!
Lady Killer (Lady Killer, 2015), de Joële Jones e Jamie S. Rich se trata de uma Graphic Novel absolutamente inusitada, tem um tom satírico, engraçado e envolvente.

Lady Killer traz um cenário norte-americano da metade do século XX, exatamente em 1950, em que as mulheres eram vistas como perfeitas e treinadas apenas para cuidar da casa, marido e filhos, porém o que vemos nessa Graphic Novel tem o intuito de quebrar esse paradigma.


Aqui vamos acompanhar a Josie Schuller que vem desestruturar (e satirizas!) o modelo de mulher norte-americana perfeita, aquela que só faz o que é tradicional, entretanto, ela consegue dar conta da casa, do marido, das duas filhas e da sogra (embora esta última desconfie que há algo errado) e ainda, consegue ser uma assassina secreta, ou seja, nem sua família sabe de sua profissão.

Josie trabalha para uma empresa de assassinos de aluguel e geralmente seu chefe lhe passa os casos mais complexo, tendo em vista que ninguém desconfiaria de uma mulher como assassina, além disso, ela consegue usar de sua imagem de femme fatale para se aproximar de muitos dos homens que tem que matar.


Nesse meio tempo, seu chefe acaba colocando em xeque que a qualidade de Josie como esposa e mãe pode comprometer seu trabalho, colocando a maternidade como uma verdadeira cruz para as mulheres que querem trabalhar, além disso, Josie se depara com outra situação bastante comum às mulheres: o assédio de seus supervisores e patrões.

Ainda tentando segurar as pontas em casa e o emprego Josie acaba se vendo na triste situação de ser perseguida, afinal, ela "sabe demais" e isso pode colocar tanto sua vida como a de sua família em risco e acredite, a forma como Josie lida com os problemas envolve muito sangue e muita luta. Portanto, Lady Killer é uma Graphic Novel não apenas sangrenta, mas cheia de aventura e mistério.


Ao passo que vamos acompanhando toda as aventura de nossa heroína Josie Schuller, vamos percebendo a crítica por traz da Graphic Novel, vamos nos encantando com o traço, as cores e sobretudo com alguns cartazes de famigeradas propagandas machistas sofrendo uma "releitura" feminista e satírica e sangrenta. É bastante cômico e divertido isso!

Em suma, achei genial Lady Killer e já me vejo ansiosa para ler o segundo volume (Lady Killer, vol.2), até porque o plot twist e o final desse volume foram tão arrebatadores que deixou um gostinho de quero mais, muito muito muito mais. O único ponto ruim dessa G.N é que o custo dos volumes é um pouco elevado, então a "saída" é esperar uma oferta ou boa promoção para garantir o exemplar!

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Resenha: Lady Killer, Vol. 1 - Joëlle Jones e Jamie S. Rich

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Francis, Loputyn, Rio de Janeiro: DarkSide Books, 2019, 96 pág.
Tradução: Maria Clara Carneiro

Saudações Leitores!
A primeira coisa que me chamou atenção na Graphic Novel Francis foi a capa maravilhosa, daí quando li a sinopse e vi que era uma estória sobre bruxas pensei: PRECISO. Quando finalmente comprei e o exemplar chegou em minhas mãos larguei tudo o que estava fazendo e fui ler.

Francis (2017), escrita por Loputyn (que é o nome artístico de Jessica Cioffi), é uma Graphic Novel curta, muito curta para o meu gosto, já que finalizei a leitura querendo mais! No entanto, apesar de curta, trata-se de uma GN incrível e repleta de temas importantes abordados de uma forma maravilhosa, além do mais, o traço de Loputyn é muito bonito, as cores, a qualidade, tudo se transforma num arranjo sensacional e agradável, tornando a experiência de leitura ainda melhor.

Resenha: Francis - Loputyn

segunda-feira, 10 de junho de 2019

O Diário de Myriam, Myriam Rawick e Philippe Lobjois, 
Rio de Janeiro: Darkside Books, 2018, 288 pág.
Tradução: Maria Clara Carneiro
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Saudações Leitores!
O Diário de Myriam (Le Journal de Myriam, 2017) foi um livro que me chamou atenção de cara e logo que foi lançado no Brasil pela Darkside com seu selo Crânio, tive muita vontade de ler. Finalmente tive a oportunidade de me debruçar sobre suas páginas e... Céus! Que Leitura! Que Leitura! Foi um misto muito grande de sentimento e emoções.

Antes de falar especificamente sobre minha opinião acerca de O Diário de Myriam vale a pena ressaltar que o livro é baseado na história real de Myriam Rawick e que o conteúdo deste volume é um diário que a jovem escreveu e que foi publicado com o apoio do jornalista que a conheceu: Philippe Lobjois.
"No início, eu quis assistir com eles, mas não entendia muito bem o que a moça das notícias dizia. Tem aqueles que são a favor do presidente. Aqueles que são contra. Ele se enfrentam em todo o país. Mas a televisão síria diz que as pessoas contra o governo são muçulmanos perigosos pagos pela Arábia Saudita."

Resenha: O Diário de Myriam - Myriam Rawick

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Dance of Thieves - Dinastina de Ladrões - vol.1, Mary E. Pearson, 
Rio de Janeiro: DarkSide Books, 2018, 512 pág.
Tradução: Ana Death Duarte
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Saudações Leitores!
Vamos conversar sobre Dance of Thieves, primeiro livro de uma nova série intitulada de Dinastia de Ladrões, escrita pela Mary E. Pearson, essa nova série se passa no mesmo universo da trilogia Crônicas de Amor e Ódio (The Kiss of Deception, The Heart of Betrayal e The Beauty of Darkness).
"Não podemos julgar um mundo apenas com base naquele em que vivemos. Eu tento ver tudo isso através dos olhos deles, e não dos meus."
De antemão já informo que amei poder voltar ao universo da trilogia anterior e, assim, poder descobrir mais sobre esse universo, além de que, vale a pena frisar que a narrativa deste livro se passa 5 anos após os acontecimentos do livro The Beauty of Darkness. Mas, calma, não é necessário ler a trilogia anterior para se situar a Dance of Thieves, dá para ler este volume tranquilamente, só que, para quem não leu e pretende ainda ler as Crônicas de Amor e Ódio vai se deparar com vários spoilers.

Resenha: Dance of Thieves - Dinastia de Ladrões, Vol.1 - Mary E. Pearson

quinta-feira, 7 de março de 2019

Crônicas de Morrighan: A Origem do Amor, Mary E. Pearson, 
Rio de Janeiro: Darkside Books, 2017, 128 pág.
Tradução: Ana Death Duarte
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Saudações Leitores!
Crônicas de Morrighan: A Origem do Amor (Morrighan a Remnant Chronicles: Novella) é um romance no mesmo universo das Crônicas de Amor e Ódio, composta pelos livros The Kiss of Deception, The Heart of Betrayal e The Beauty of Darkness escrita por Mary E. Pearson.

Na realidade os fatos narrados em Crônicas de Morrighan se passam muito tempo antes das Crônicas de Amor e Ódio, e cumpre realmente o que Mary E. Pearson se propôs: contar como surgiu Morrighan e a origem do amor.
"há algumas coisas que nunca saberemos sobre as pessoas que vieram antes de nós. Algumas histórias se perdem para sempre."

Resenha: Crônicas de Morrighan: A Origem do Amor - Mary E. Pearson

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

A Guerra que Me Ensinou a Viver, Kimberly Brubaker Bradley, 
Rio de Janeiro: DarkSide Books, 2018, 280 pág
Tradução: Mariana Serpa
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Saudações Leitores!
A Guerra que Me Ensinou a Viver (The War I Finally Won) é a continuação de A Guerra que Salvou a Minha Vida, escritos por Kimberly Brubaker Bradley, o primeiro volume me marcou profundamente, por tanto, era algo iminentemente natural eu buscar ler o segundo volume. Vale lembrar que essa resenha terá spoilers, por se tratar de um segundo volume é impossível não tocar em assuntos abordados no primeiro volume.

Os acontecimentos de A Guerra que Me Ensinou a Viver acontecem quase que imediatamente os eventos do livro anterior, ou seja, não há distância temporal, e apesar de estarem sem casa própria após a explosão da casa de Susan, Ada e seu irmão, Jamie, vão morar numa casa pertencente a família Thorton. Finalmente Ada irá operar o pé torno, que apesar de uma grande melhora nunca será perfeito. 
"É possível saber um monte de coisas e mesmo assim não acreditar em nenhuma delas."

Resenha: A Guerra que Me Ensinou a Viver - Kimberly Brubaker Bradley

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Saudações Leitores!
Hoje eu trouxe para vocês meus comentários a respeito do livro A Guerra que Me Ensinou a Viver, gente, sério, vocês precisam ler este livro:
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Resenha: A Guerra que me ensinou a Viver - Kimberly Brubaker Bradley (Vídeo)

sábado, 30 de junho de 2018

Saudações Leitores!
Comentei no twitter que encontrei um vídeo que gravei no final de novembro e que tinha a intenção de publicar no canal, mas por algum motivo esqueci completamente, então após encontrar o vídeo, editei e eis aqui, finalmente, no blog e no canal, lembrando que a Review é dos três volumes de "Crônicas de Amor e Ódio", composta por: The Kiss of Deception, The Heart of Betrayal e The Beauty of Darkness.

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Resenha: Crônicas de Amor e Ódio (Trilogia) - Mary E. Pearson (Vídeo)

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

The Beauty of Darkness, Mary E. Pearson, Rio de Janeiro: DarkSide Books, 2017, 576 pág.
Tradução: Ana Death Duarte
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Saudações Leitores!
The Beauty of Darkness (2016) é o terceiro e último livro da trilogia Crônicas de Amor e Ódio escrita pela americana Mary E. Pearson e precedido pelos livros The Kiss of Deception e The Heart of Betrayal. Sempre dá uma sensação de orfandade quando estamos lendo o último livro de uma saga tão amada e foi com esse sentimento que me debrucei nas páginas de  The Beauty of Darkness, contudo não foi apenas com esse sentimento com quem tive que lidar.

Lembrando que, por ser o terceiro livro é claro que vou ter que falar de situações que aconteceram nos livros anteriores e, portanto, você pode considerar isso SPOILLER, então fica aqui o aviso.

Resenha: The Beauty of Darkness - Crônicas de Amor e Ódio, vol. 3 - Mary E. Pearson

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

The Heart of Betrayal, Mary E. Pearson, Rio de Janeiro: DarkSide Books, 2016, 400 pág.
Tradução: Ana Death Duarte
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Saudações Leitores!
The Heart of Betrayal (2015) é o segundo volume de as Crônicas de Amor e Ódio escrita por Mary E. Pearson, o primeiro volume já foi resenhado no blog The Kiss of Deception e já estou terminando o terceiro e último volume The Beauty of Darkness.

Por se tratar de uma continuação, temo que esta resenha tenha spoilers, gosto de avisá-los com antecedência, pois sei que tem leitores que não gostam, já outros não se importam, portanto, decidam por si mesmo se querem seguir lendo a Review ou não.
"Se eu conhecesse suas forças, poderia descobrir suas fraquezas também. Todo mundo do tem fraquezas. Até mesmo o temido Komizar."

Resenha: The Heart of Betrayal - Crônicas de Amor e Ódio, vol. 2 - Mary E. Pearson

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

The Kiss of Deception, Mary E. Pearson, Rio de Janeiro: DarkSide Books, 2016, 416 pág.
Tradução: Ana Death Duarte
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Saudações Leitores!
The Kiss of Deception (2014) escrito pela norte americana Mar E. Pearson é o primeiro livro da trilogia Crônicas de Amor e Ódio sucedida por The Heart of Betrayal e The Beauty of Darkness. Trilogia esta que me chamou atenção pelas capas fabulosas publicada pela Editora DarkSide, depois de paquerar com esta capa fui conferir e sinopse e identifiquei no livro coisas que amo, mas demorei a ler e hoje me arrependo.

Confesso que assim que comecei a ler The Kiss of Deception a leitura não engrenou como achei que engrenaria, os quatro primeiros capítulos eu passei uma eternidade para ler de tão maçantes que foram, mas depois do bendito quarto capítulo passei a ler freneticamente, juro que até sonhar com o livro eu sonhava quando ia dormir.

Resenha: The Kiss of Deception - Crônicas de Amor e Ódio, vol. 1 - Mary E. Pearson

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

A Guerra que Salvou a Minha Vida, Kimberly Brubaker Bradley, 
Rio de Janeiro: DarkSide Books, 2017, 240 pág.
Tradução: Mariana Derpa Vollmer
COMPRAR: Amazon, Saraiva

Saudações Leitores!
A Guerra que Salvou a Minha Vida (The War that Saved My Life, 2015) escrito por Kimberly Brubaker Bradley já ganhou vários prêmios como o Newbery Honor Book, Schneider Familly Book Award e Josette Frank Award e é um dos livros que tem o potencial de agradar a todos os leitores.

Não consigo deixar de ser sentimental quando leio um livro e amo com todas as minhas forças, e isso foi o que aconteceu com A Guerra que Salvou a Minha Vida, portanto, vou ser sentimental na minha opinião. 
"Quando eu pensava em ir pra casam ficava sem ar. Minha casa dava mais medo que as bombas."

Resenha: A Guerra que Salvou a Minha Vida - Kimberly Brubaker Bradley

segunda-feira, 17 de julho de 2017


O Circo Mecânico Tresaulti, Genevieve Valentine, Rio de Janeiro: DarkSide Books, 2016, 320 pág.
Traduzido por Dalton Caldas
Ilustrado por Wesley Rodrigues

Saudações Leitores!
Mechanique: A Tale of the Circus Tresaulti (2011) cujo título brasileiro ficou O Circo Mecânico Tresaulti foi ganhador do prêmio Crawford Award 2012 e indicado para o Prêmio Nebula, escrito pela americana Genevieve Valentine conhecida por escrever livros de fantasia e ficção científica.

Resenha: O Circo Mecânico Tresaulti - Genevieve Valentine

sábado, 5 de novembro de 2016

Saudações Leitores!
Li A Menina Submersa: Memórias mês passado (junho) e foi uma leitura bem louca. Esse livro foi o primeiro que comprei da Editora Darkside Books e comprei em pré-venda, mas fui adiando a leitura até o mês passado. Esse foi um dos livros que comprei pela capa e por essas folhas rosas (sim, sou dessas) e apesar de ter sido bem confusa, foi uma leitura boa, desse modo, segue abaixo a minha péssima tentativa de resenhar um livro tão complexo:


A Menina Submersa: Memórias, Caitlín R. Kiernan, São Paulo: Darkside Books, 2014, 320 pág.
Traduzido por Ana Resende

The Drowning Girl: a memoir (2012) foi escrito pela irlandesa Caitlín R. Kiernan, autora de ficção científica e fantasia dark. Kiernan já escreveu dez romances, dezenas de quadrinhos, mais de 200 contos e novelas.

Nenhuma história tem começo e nenhuma história tem fim. Começos e fins podem ser entendidos como algo que serve a um propósito, a uma intenção momentânea e provisória, mas são, em sua natureza fundamental, arbitrários e existem apenas como uma ideia conveniente na mente humana. As vidas são confusas e, quando começamos a relacioná-las, ou relacionar partes delas, não podemos mais discernir os momentos precisos e objetivos de quando certo evento começou. Todos os começos são arbitrários. (p.17)


Simplesmente não sei como começar a escrever a resenha de A Menina Submersa: Memórias, porque, definitivamente, esse foi o livro mais louco que já li na minha vida. Isso é um ponto positivo. Mas a sensação que ficou quando virei a última página foi de que ia precisar de um bom tempo para assimilar a história, pois seria necessário refletir muito antes de conseguir falar sobre este livro.


Ainda estou pensando sobre o que li, mas decidi que precisava desabafar, então lá vamos nós: India Morgan Phelps (Imp) é esquizofrênica e decidiu escrever suas memórias (o que faz desse livro um livro dentro do livro)  que é como se fosse esse livro que temos nas mãos. Ela se propõe a contar uma história sofre fantasmas. E que história louca!

Essa é outra forma de ser assombrada: começar algo e nunca terminar. Não deixo pinturas inacabadas. Se começo a ler um livro, tenho de terminar, mesmo que eu o odeie. Não desperdiço comida. Quando decido dar uma volta e planejo que caminho seguir, insisto em caminhar até o fim, mesmo se começar a nevar ou chover. Caso contrário, tendo a brigar com a coisa inacabada que fica me assombrando. (p.38)


Como Imp é esquizofrênica e a narrativa de A Menina Submersa: Memórias é feita em primeira pessoa isso vai gerar uma terrível falta de linearidade e coerência pois a esquizofrenia é uma doença mental bastante perturbadora em que pode alterar completamente a percepção da realidade do indivíduo e muitas vezes o indivíduo com essa doença se vê em terceira pessoa, como alguém fora de si mesmo. Dito isso, acredito que vocês já podem ter uma ideia sobre como é perturbadora e confusa a narrativa de uma personagem esquizofrênica. 

O fato é que o leitor começa a acompanhar uma história que é contada através de várias histórias, porque Imp costuma começar uma coisa e terminar com outras, mas no final tudo está ligado de uma forma confusa mais coerente até determinado ponto. No entanto, o leitor, se vê em contante desespero por não saber se pode ou não confiar em Imp, pois sua doença a torna uma narradora não confiável e você, de fato, não sabe se tudo o que ela está contando realmente aconteceu, se são ilusões mentais ou mesmo um surto psicótico.

A própria Imp confessa que não sabe se o que ela está escrevendo é real ou ficção, mas a prática da escrita é uma forma de exorcizar os fantasmas, uma tentativa, fugaz, de tentar separar o real do imaginário.


Fantasmas são essas lembranças fortes demais para serem esquecida, ecoando ao longo dos anos e se recusando a serem apagadas pelo tempo. (p.23)

Sem dúvida alguma esse foi o livro mais doido, incrível, confuso, perturbador, curioso, assustador que já li. Conseguir entrar na cabeça de Imp, ou seja, de um "serumaninho" esquizofrênico é assustador e fantástico ao mesmo tempo.

Outro ponto bastante interessante é que esse foi o primeiro livro que li que tem uma personagem transexual e que é homossexual (Abalyn e Imp) que foi trabalhado de uma forma livre de preconceito e bem real, sem dar uma atenção exacerbada ao fato da transexualidade e homossexualidade, foi tudo trabalhado de uma maneira bem natural. 


Para finalizar gostaria de dizer que A Menina Submersa: Memórias é um livro extremamente original e diferente, tão diferente do que estamos acostumados que pode ser que não agrade a todos os leitores, mas fica a dica para quem vai lê-lo: procure conhecer e pesquisar sobre esquizofrenia, pois só assim se é capaz de compreender melhor o livro e a narrativa confusa.

Também vale frisar que A Menina Submersa: Memórias, além de ser um pouco confuso, tem uma narrativa lenta e em alguns pontos maçante, no entanto, se observarmos bem, isso tudo tem um sentido dentro da história e vale a pena o leitor insistir e se desafiar a lê-lo completamente. Um livro bem escrito já vale o mérito da leitura e A Menina Submersa: Memórias é merecedor. 


Sempre há um canto de uma sereia que te seduz para o naufrágio. Alguns de nós podem ser mais suscetíveis que outros, mas sempre há uma sereia. Ela pode estar conosco durante toda a vida ou pode estar aí há muitos anos ou décadas antes de nós a encontrarmos ou de ela nos encontrar. (p.107)

Resenha: A Menina Submersa: Memórias - Caitlín R. Kiernan

quinta-feira, 7 de julho de 2016

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