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O Pedido, Meg Cabot, Rio de Janeiro: Galera Record, 2016, 116 pág
Traduzido por Camila Mello

Saudações Leitores!
Quem acompanha o blog sabe que li os seis livros da série A Mediadora (A Terra das SombrasO Arcano NoveReuniãoA Hora mais SombriaAssombrado, e Crepúsculo), mas recentemente foi lançado o sétimo livro da série que foi anunciado desde o ano passado, para amenizar a espera, Meg Cabot, publicou um conto (gratuito em eBook) intitulado O Pedido (Proposal).

Resenha: O Pedido (A Mediadora, vol. 6.1) - Meg Cabot

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Crepúsculo (A Mediadora, vol. 6), Meg Cabot, Rio de Janeiro: Galera Record, 2014, 272 pág
Traduzido por Alves Calado 

Saudações Leitores!
Crepúsculo (Twilight) é o sexto livro da série A Mediadora, precedidos por: A Terra das Sombras, O Arcano Nove, Reunião, A Hora mais Sombria, Assombrado e, por um longo tempo, era o último livro da série, no entanto, este ano (2016) a autora Meg Cabot presenteou seus leitores com um sétimo livro: Lembrança (óbvio que já tenho meu exemplar e pretendo ler em breve).

Acompanhar uma série é algo tão maravilhoso, tão excitante, tão empolgante, sobretudo, quando a série começa a te surpreender a cada livro, então, foi com uma empolgação enorme que comecei a ler Crepúsculo.

Resenha: Crepúsculo (A Mediadora; Vol.6) - de Meg Cabot

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Saudações Leitores!
Nem acredito que estou quase terminando de ler a série A Mediadora, acho que venho economizando os livros porque se eu quisesse mesmo tinha lido tudo em uma semana, hahaha. Enfim, isso não vem ao caso, o que importa mesmo é que hoje venho falar do quinto livro da série: Assombrado e dizer que me surpreendeu, vejam:


Assombrado (A Mediadora, vol.5), Meg Cabot, Rio de Janeiro: Galera Record, 2014, 240 pág.
Traduzido por Alves Calado

Haunted (2003) é o quinto livro da série A Mediadora publicado, no Brasil,  com o título Assombrado, essa série foi escrita pela escritora best-seller Meg Cabot, os livros que o precedem são: A Terra das Sombras, O Arcano Nove, Reunião e A Hora Mais Sombria.

Durante toda a minha leitura desta série tenho procurado ser o mais honesta possível e aponto os pontos que considero bons e ruins, inclusive, a cada livro que leio tenho salientado que a série vem evoluindo - lentamente - e que no quarto livro da série já senti mais firmeza e um desenvolvimento melhor dos personagens (que estão amadurecendo) e um enredo mais consistente. 


Mas é claro que nem tudo são flores, alguns pontos negativos - para mim - ainda persistem: Suze ainda é uma garota egoísta e muito teimosa - a dona da razão universal - além disso Jesse, ao contrário do que pensei (após o beijo) continua apagado durante todo o livro e agora temos o retorno de Paul Slater que incrivelmente Suze tem uma quedinha por ele - coisa irritante ela sempre ter quedinhas por outros carinhas, quando na verdade ela deveria insistir mais com Jesse. Agora também temos um fantasma - Craig - que não é realmente um vilão, só está inconformado por sua morte inesperada e acidental.

Sim, vemos um triângulo amoroso entre Paul Slater, Jesse e Suze e, não é algo fofo e divertido, pelo contrário é chato, pois desde o primeiro livro, nós leitores, esperamos que Suze tenha um relacionamento com Jesse e isso era o mínimo que poderia acontecer depois do beijo, mas não acontece. Em partes eu até entendo a atitude de Jesse, afinal o cara tá mortinho da silva, mas Suze deveria ser mais aberta, afinal ela é mestre em falar besteira, porque não consegue falar de seus sentimentos?


O livro é um pouco mais explicativo, pois Paul tenta explicar a Suze o que ela pode ou não pode fazer com seus poderes de mediação, e vemos que há algumas conhecimentos que podem ser úteis para Suze em relação a Jesse, mas Paul não vai passar seus conhecimentos para Suze sem pedir nada em troca. Isso pode ser perigoso e misterioso e assustador, mas é claro que o melhor só vamos descobrir no próximo volume que até bem pouco tempo era o último, mas recentemente Meg Cabot publicou um sétimo volume para essa história.

Em resumo, achei Assombrado uma história mais consistente, envolvente, madura - apesar dos pesares - e deu uma repaginada a série A Mediadora, uma revigorada básica para que pudéssemos sentir interesse em ler o próximo volume, o livro me surpreendeu e até certo ponto superou as minhas expectativas de tal modo que anseio bastante o próximo volume...


Aliás...  quero confessar mais uma coisinha fiquei mortificada com uma situação que me abateu durante a leitura de Assombrado, bem nos últimos capítulos há uma cena hilária que eu tive a sorte de ler  no meu trabalho e ri tanto, tanta, mais tanto que chorei loucamente e ficava rezando para que ninguém entrasse na minha sala durante a crisa, mas é claro que não tive essa sorte, então tive que explicar o motivo de tanto riso e lágrimas. 

Resenha: Assombrado (A Mediadora, vol. 5) - Meg Cabot

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Saudações Leitores!
Fazia o maior tempão que eu desejava O Livro das Criaturas de Harry Potter, mas como ele sempre custava os olhos da cara (ou um rim), fui adiando a compra (adiando, adiando...) até que o peguei numa p$#@ promoção de 29,00 reais e não deu outra: Comprei.


O Livro das Criaturas de Harry Potter, Jody Revenson, 2ª Edição, Rio de Janeiro: Galera Record, 2015, 208 pág.
Traduzido por Regiane Winarski

Harry Potter: The Creature Vault, no Brasil O Livro das Criaturas de Harry Potter foi escrito por Jody Revenson - autora de vários livros sobre o universo de Harry Potter. Inclusive, a Galera Record publicou outros dois livros dela: Os Lugares Mágicos dos Filmes de Harry Potter e O Livro dos Personagens de Harry Potter (os quais estão na minha wishlist e custam um rim).

O livro está dividido em nove capítulos que dividem os seres fantásticos em grupos: 1. Habitantes da Floresta; 2. Habitantes do Lago; 3. Habitantes do Céu; 4. Invasores; 5. Metamorfos; 6. Mundo Trabalhador; 7. Arte das Trevas; 8. Companheiros; 9. A Estufa.

Resenha: O Livro das Criaturas de Harry Potter - Jody Revenson

domingo, 3 de julho de 2016

Saudações Leitores!
Desde o final do ano passado (2015) estou acompanhando a série A Mediadora e a cada livro tenho me surpreendido mais com a série e isso tem me deixado empolgada, mas continuo sem "criar" tantas expectativas, porque a faixa ainda com a melhorada, continua sendo uma série bem juvenil e não é bom esperar demais... o tombo pode ser alto. Dessa vez realizei a leitura de A Hora Mais Sombria...


A Hora Mais Sombria (A Mediadora, Vol. 4), Meg Cabot, Rio de Janeiro: 
Galera Record, 2014, 272 pág.
Traduzido por Alves Calado

The Darkest Hour é o quarto livro da série A Mediadora, escrita por Meg Cabot e precedida pelos livros: A Terra das Sombras, O Arcano Nove e Reunião.

Já tinha comentado nas minhas resenhas anteriores o fato de ter gostado de A Terra das Sombras, mas não ter curtido muito O Arcano Nove, no entanto, Reunião me surpreendeu. Desta Vez A Hora Mais Sombria também me surpreendeu bastante.

Realmente estava com saudades das loucuras da personagem, Suze continua muito pirada, contudo, ela parece mais centrada, madura e teve uma boa evolução, o que é bom, porque é coerente o leitor poder ver e acompanhar a evolução dos personagens no decorrer de uma série com vários livros.


O enredo também foi melhor construindo e enfim aconteceu de ter rolado algo entre Suzannah e Jesse, acredito que tenha gostado mais desse quarto volume porque focou bastante no passado de Jesse. Isso é bastante importante, apesar do fantasma gostosão ser um dos personagens principais a escritora não tinha focado tanto nele nos três primeiros livros. Tadinho, sempre estava no segundo plano.

A Hora Mais Sombria se passa nas férias de verão, e Suze vai trabalhar de babá num hotel chique e tem que cuidar de uma criança de oito anos, Jack, que também é mediador, e terá um papel bem fundamental no enredo.


Bem, estamos falando de A Mediadora, então podemos esperar muita ação e trapalhadas da nossa personagem principal Suze, até um cadáver no quintal de sua casa é encontrado – provavelmente os restos mortais de Jesse – temos também a presenta de Maria da Silva ex-noiva de Jesse, que é a principal antagonista desse volume.

A Hora Mais Sombria foi um livro que me envolveu completamente, algo que eu já nem achava mais ser possível devido ao meu dúbio sentimento em relação A Mediadora (gostar ou não gostar?), mas apreciei a leitura, gostei de cada um dos capítulos e anseio para ler o próximo volume, até porque creio que Jesse deverá estar mais participativo e que possivelmente terei algumas surpresa em relação ao passado dele.



Resenha: A Hora Mais Sombria (A Mediadora, Vol. 4) - Meg Cabot

domingo, 5 de junho de 2016

Saudações Leitores!
Continuando a ler a série A Mediadora, chegou a vez do volume 3: Reunião, que foi uma boa surpresa, amei esse livro e li em um dia! Achei a história e o mistério bem envolventes.


Reunião (A Mediadora, vol. 3), Meg Cabot, Rio de Janeiro: Galera Record, 2014, 272 pág.
Traduzido por Alves Calado

The Mediator: Reunion (2001) é o terceiro livro da série A Mediadora precedido por A Terra das Sombras e Arcano Nove, gosto dessa série, apesar de já ter passado da faixa etária preferível para essa leitura, já que ela é incrivelmente juvenil, mas é uma série gostosa de se ler, são livros bem divertidos. 
Gostei de A Terra das Sombras, mas não curti tanto Arcano Nove, porque nossa personagem principal Suzannah estava insuportável, mas nesse terceiro volume foi bem legal, a história foi mais envolvente e Suzannah não estava chata.
Nesse terceiro volume Suze tem que lidar com o fantasma de 4 adolescente de outra escola que morreram em um terrível acidente, nesse ínterim ela tem que conviver com um outro garoto nerd que aparentemente está relacionado com o assassinato dos 4 jovens.
Além desses problemas de mediadora, Suze tem que aprender a controlar seus sentimentos por Jesse (o fantasma gostosão do quarto dela) que só a vê como amiga, além de ter que lidar com a nova família (sobretudo os três irmãos) e tem confessar sua outra vida para sua amiga Gina que veio de Nova York para passar as férias com ela.
Novamente Suze irá se envolver em muitos problemas e muitas aventuras, vai quebrar a cara algumas vezes e se envolver em muito perigo, mas será algo que muitas vezes vai nos fazer rir, sobretudo pela forma como Suzannah encara os problemas, acho que ela é um exemplo de otimismo, mesmo com as coisas indo de mal a pior ela consegue se divertir e superar qualquer coisa sem ficar traumatizada. 
A série A Mediadora, parece-me uma ótima opção de leitura. Acredito que adolescentes irão amar e pessoas mais maduras vão no mínimo se divertir com as peripécias dos personagens principais se não foram com muita sede ao pote.

Resenha: Reunião (A Mediadora, vol. 3) - Meg Cabot

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Saudações Leitores!
Ainda sobre as leituras de 2015 que fiquei sem postar a resenha, eis mais uma: O Arcano Nove que hoje venho disponibilizar para vocês, esse é o segundo livro da série A Mediadora que tem cativado aos pouquinhos o meu coração.


O Arcano Nove (A Mediadora, vol. 2), Meg Cabot, Rio de Janeiro: Galera Record, 2014, 272 pág.
Traduzido por Alves Calado

The Mediator: Ninth Key (2001) é o segundo livro da série A Mediadora escrito pela Meg Cabot e é precedido por A Terra das Sombras.
O que mais me intriga nessa série é que cada livro se passa em pouco tempo (questão de dias) e um é bem seguido do outro, não tem intervalo.
Em Arcano Nove acompanhamos novamente Suze e suas peripécias como mediadora, agora ela tem que passar uma mensagem de uma fantasma que lhe aparece nas madrugadas gritando e chorando.
Jessie, o fantasma gostosão que mora no quarto de Suze tanta ajudá-la e fazê-la encarar seus dons de uma forma séria, mas Suze é muito cabeça-dura e Jessie tem que ser muito fofo e paciente para aguentar (sério: haja paciência).
Depois, nesse livro tem todo um mistério envolvendo a família multimilionária Beaumount que tem um passado bem tenebroso e claro que Suze vai se meter em apuros e descobrir muita coisa perigosa nesse livro, além disso, Suze se envolve com Tad – um garoto lindo, gostoso e rico, mas completamente idiota – e isso deixa tudo mais complicado.
Assim como no livro anterior, em Arcano Nove nossa personagem principal tem uma tendência a gostar de garotos humanos complicados e problemáticos, além disso, os humanos com quem ela se envolve mesmo sendo bonitos e ricos são patetas e simplórios, isso é tão desmotivante. Não consigo me agradar de nenhum, não podemos nem dizer que há um triângulo amoroso porque não há competição: Jessie ganha sempre!
Não posso dizer que eu gostei mais desse livro do que do anterior, pois eu prefiro ainda A Terra das Sombras achei a história mais coerente e menos cansativa, nesse segundo volume da série há tanta explicação repetida que chega a ser um saco ficar lendo e relendo a mesma coisa, achei desnecessárias tantas explicações para o curso natural do livro, acredito que tem coisas que se auto explicam sem a necessidade de explicar tão detalhadamente.
Outro ponto que me deixou chateada foi o fato da Suze – que passei a admirar no livro anterior – ter se tornado uma adolescente irritante, chata, metida a sabichona, orgulhosa e simplória, tudo bem que em vários momentos essas ‘desqualidades’ me faziam dar risadas, mas isso não muda o fato de uma personagem que tinha características boas estar se tornando obsessivamente enjoativa. Terrível.
Não obstante, acredito que a série A Mediadora ainda tem muito a dar e, certamente, quero conferir absolutamente tudo, confesso que estou ansiosa para um livro onde fale mais do Jessie, em que ele tenha mais participação, ou que haja um triângulo amoroso que realmente valha a pena. 

Resenha: O Arcano Nove (A Mediadora, vol. 2) - Meg Cabot

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Saudações Leitores!
Nunca tive muito interesse pela Meg Cabot, já falei sobre isso aqui no blog e nas minhas outras redes sociais, mas tenho uma amiga com um gosto literário similar ao meu (oi Poly!?) e ela sempre me incentivou ler a série A Mediadora, então resolvi arriscar a leitura e até me surpreendi com o primeiro livro da série A Terra das Sombras, quero compartilhar minha experiência com vocês:


A Terra das Sombras (A Mediadora, vol. 1), Meg Cabot, Rio de Janeiro: Galera Record, 2014, 288 pág.
Traduzido por Clóvis Marques

Shadowland (2000) foi escrito pela best-seller Meg Cabot e se trata do primeiro livro da série A Mediadora, que é uma das séries mais conhecidas dessa escritora. Os próximos livros da série são: O Arcano Nove, A Reunião, A Hora Mais Sombria, Assombrado, Crepúsculo.
Não sou muito fã da Meg Cabot, acho que quem acompanha o blog sabe que só li apenas dois livros dela e não achei essas coisas toda, pelo contrário, minha impressão era que Meg Cabot era supervalorizada, mas após anos querendo ler a série A Mediadora, resolvi arriscar e dei o ponta pé inicial e li A Terra das Sombras e, confesso, surpreendi-me.
Não estou aqui querendo defender Meg Cabot agora e virar fã de carteirinha, afinal o livro não é completamente bem escrito, mas é uma leitura bem divertida, curiosa e empolgante, além do mais tem bons personagens, um bom cenário e um bom enredo.
No primeiro volume somos apresentados a Suzannah Simon, uma adolescente de 16 anos que vê, fala e toca em fantasmas, na verdade isso é bem natural para ela, afinal ela tem esse "dom" desde os dois anos de idade.
A estória se inicia com a mudança de Suzannah de Nova York para Carmel (Califórnia) onde vai morar com a mãe, o padrasto e os três filhos dele apelidados de Soneca, Dunga e Mestre. Mudanças são sempre dolorosas, então Suzannah conta como é deixar sua melhor e única amiga Gina e tentar recomeçar a vida sem os 'problemas' que se metia tentando ajudar os fantasmas – como mediadora – a encontrarem a luz.
Carmel é sobretudo um novo começo, no entanto, quando chega a casa do padrasto descobre que ela tem 200 anos (é claro que com essa idade, devem ter morrido várias pessoas ali, ou seja deve ter fantasmas) e que a nova escola tem mais de 500 anos, Suzannah entra em pânico, mas como sua situação é segredo – ela não conta a ninguém seu 'dom' para que não a considerem louca – tenta fingir que está tudo bem, mesmo quando não está.
A primeira coisa que ela encontra quando entra em seu novo quarto é um fantasma de um cowboy morto de 150 anos na janela de seu quarto, que por sinal é um homem lindo e maravilhoso chamado Jesse, que reluta e não conta a Suzannah o motivo de sua morte.
Para completar, nossa personagem principal descobre que não é a única mediadora que existe, na sua nova escola ela conhece o Padre Dom e ambos juntam seus conhecimentos de mediadores para cuidarem de uma fantasma que está com sentimentos vingativos e assassinos dentro da escola. Nem tudo será fácil.
O que mais me chamou atenção nesse livro foi que a história toda foi contada em apenas dois dias após a chegada de Suzannah em Carmel. Outro ponto que me chamou atenção foi a leveza da história, a linguagem coloquial, a personagem Suzannah que é independente, mas por vezes teimosa e egoísta, o que é bem natural no ser humano.
Terra das Sombras é um livro bem adolescente, tão adolescente que me sinto ultrapassada em lê-lo e confesso que eu poderia ter apreciado bem mais se eu fosse uma adolescente, mas mesmo assim eu gostei muito do livro e quero seguir acompanhando a série.

Resenha: A Terra das Sombras (A Mediadora; vol.1) - Meg Cabot

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Saudações Leitores!
Tem coisa melhor do que receber livro de surpresa? Dois Garotos Se Beijando* foi um livro que encheu meus olhos, porque já conheço a escrita do David e poder ter em mãos outro livro dele foi simplesmente tentador e mais um furou a fila de leitura. O livro me envolveu tanto que o li em um único dia, venham saber mais um pouco dessa minha experiência literária na resenha. Detalhe, o li já faz um tempinho, mas só agora estou conseguindo postar a resenha. (^.^) sorry.



Dois Garotos Se Beijando, David Levithan, Rio de Janeiro: Galera Record, 2015, 224 pág.
Traduzido por Regiane Winarski

Two Boys Kissing (2013), no Brasil Dois Garotos Se Beijando, foi escrito pelo autor best-seller David Levithan, autor dos livros Todo Dia e Will & Will, já resenhados aqui no blog. David Levithan é um dos autores norte-americanos muito popular por escrever contos e livros cujos personagens são homossexuais.

"Sonhar e amar e transar. Nenhuma dessas coisas é uma identidade. Talvez quando as outras pessoas olham para nós, mas não para nós mesmos. Somos muito mais complicados do que isso." (p.12)

Em Dois Garotos Se Beijando, como o próprio título já nos faz refletir trata-se de um livro que traz personagens homossexuais, garotos, mas não é apenas dois garotos se beijando, o livro é mais que isso, ele traz muitos outros garotos se beijando, mas também poderia ser duas garotas, uma garota e um garoto, não é o sexo, mas o sentimento, a realidade maior que esta sendo exposta no livro.
Harry e Craig, já foram namorados, mas agora são apenas amigos e se propõem baterem o record de maior tempo se beijando, ou seja, mais de 32 horas se beijando sem parar. A questão é que eles estão ali não só para quebrar o record, mas para quebrar preconceitos e tabus de uma sociedade que mesmo sabendo da existência de gays e lésbicas agem como se eles não existissem e quando admitem sua existência, os tratam de forma preconceituosa.

"O amor é tão doloroso; como podemos desejar para alguém? E o amor é tão essencial; como podemos atrapalhar o progresso dele?" (p.15)

Nesse ínterim, ou seja, entremeada a história de Harry e Craig, temos a história de Tariq; Neil e Peter, que são namorados; Cooper; Avery e Ryan, que estão se conhecendo. Todos são gays e tem histórias similares, viveram preconceitos, violências, injustiças, medo, angústia e frustação, mas alguns deles têm o apoio incondicional de sua família e amigos, outros ainda escondem sua sexualidade (estão dentro do armário), mas no final da história percebemos que todos eles estão se conhecendo, descobrindo seu amor.
David Levithan tem uma forma encantadora de mostrar e narrar fatos cruéis da sociedade para com os homossexuais e nos fazer refletir sobre nossos preconceitos, ele mostra que todos são seres humanos e merecem respeito, tem direito de amar e serem amados. David Levithan fala de amor, isso deixa a história mais envolvente e sensível.

"Mas segredo aberto é uma mentira que gostamos de contar para nós mesmos. É uma mentira que contávamos para nós mesmos com frequência, tanto na doença quanto na saúde. Não funciona, porque se você sente que ainda tem um segredo, não tem como ele ser realmente aberto." (p.146)

Li Dois Garotos Se Beijando de um fôlego só, é uma leitura muito rápida e como já sou fã do autor já sabia que isso iria acontecer. Acredito que esse é o tipo de livro que todas as pessoas deveriam ler para quebrarem seus preconceitos e aprenderem a respeitar o outro, tem muito amor envolvido nessas páginas e eu gostaria muito de compartilhá-las com todos vocês, espero que após esta resenha sintam-se motivados a lerem.
 

*Esse livro foi cortesia da editora Galera Record, para saber mais sobre o mesmo clique AQUI.

Resenha: Dois Garotos Se Beijando - David Levithan

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Saudações Leitores!
Não tenho muita experiência com Meg Cabot, li apenas um livro dela até agora e Liberte Meu Coração é meu novo contato com a escritora, na verdade esse foi o livro escolhido no Clube do Livro Cookies & Borrões do qual faço parte e quando o conferir fiquei meio frustrada, não sei se com a história ou o fato de não considerar essa uma boa leitura para o CDL, acredito que os livros escolhidos tinham que ser envolventes e questionadores para causar polêmica e discussão, dificilmente este livro vai dar margem para um debate mais prolongado. Enfim...
Liberte Meu Coração, Meg Cabot, Rio de Janeiro: Galera Record, 2014, 404 pág.
Traduzido por Fernanda Martins 

Ransom my Heart escrito pela escritora Best-Seller Meg Cabot é um romance cheio de aventuras, amassos e química entre o casal principal. Trata-se de um romance de época atrevido.
A história se passa por volta do século XIII, na Inglaterra, e o comportamento da personagem principal: Finnula Crais, a mais nova de sete irmãos, é de deixar qualquer um de cabelo em pé. Finn não é uma dama, longe disso: ela gosta de usar calças, de caçar nas terras proibidas do conde.
A questão é que parece que não é só Finn que tem um comportamento bizarro e estranhamente a frente de sua época, mas sua irmã Mellana lhe confessa que está grávida e precisa conseguir dinheiro para um dote e poder se casar antes que todos descubram.
É tentando ajudar a irmã que Finn sequestra um homem na tentativa de pedir resgate e conseguir o dinheiro para sua irmã. Só que o sequestro não sai bem como planejado e Finn acaba se envolvendo com o homem, no entanto só muito depois que ela descobre que o homem nada mais é do que Hugo Fitzstephen, o dono das terras em que ela caçava.
Sem dúvida Meg soube fazer com que o casal soltasse chamas e as cenas são muito picantes, é quase impossível não ficar a suspirar, mas eu, particularmente, me surpreendi por não ter gostado tanto do livro, esperava mais.
Embora a história seja boa, tenha bons personagens e um bom enredo e até surpreenda em alguns pontos, ela é um pouco frívola, isto é, enquanto a partes muito boas há partes maçantes e poderiam ter sido melhores, além do mais Finn apesar de ser uma excelente personagem, tinha momentos que se tornava irritante. Já Lorde Hugo, céus! Que perfeição... Fiquei imaginando-o tal como o Paul Wesley... <3
Enfim, Liberte Meu Coração é um livro indicado para quem ama romances históricos e que ama clichês. É uma leitura fluída porque há muitos diálogos e partes que envolvem o leitor, mas não é um livro marcante e que te deixe a ficar refletindo sobre a história.

Resenha: Liberte Meu Coração - Meg Cabot

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Saudações Leitores!
Sabe um livro que você tem curiosidade de ler mas que fica adiando a leitura e depois se arrepende? Foi isso que aconteceu com Todo Dia, logo nas primeiras paginas eu fiquei apaixonada e o achei encantador ao mesmo tempo em que era devastador, possivelmente esse livro não levará as lágrimas, mas ele emociona muito. Quero agradecer a Galera Record pelo exemplar, foi um magnifico prazer conhecer esta história e surgiu a necessidade de ler outros livros do David. Saibam mais sobre minha opinião:


Todo Dia, David Levithan, Rio de Janeiro: Galera Record, 2013, 280 pág.
Traduzido por Ana Resende


Every Day título original de Todo Dia, escrito pelo escritor americano David Levithan tem, cativado e arrebanhado cada vez mais leitores. Com uma escrita cativante David Levithan tem conquistado milhares de leitores e seus livros têm se tornando best-sellers.

O enredo de Todo Dia é algo inusitado, temos o narrador personagem chamado A, A não tem um corpo fixo, todos os dias ele habita um corpo diferente, em um dia ele é Justin, em outro Leslie, em outro Nathan. Isso acontece todos os dias.

"O corpo é a coisa mais fácil à qual se ajustar quando se está acostumado a acordar em um corpo novo todas as manhãs. É a vida, o contexto do corpo, que pode ser difícil de entender.

Todo dia sou uma pessoa diferente. Eu sou eu, sei que sou eu, mas também sou outra pessoa.

Sempre foi assim." (p.7)

Até ser Justin e conhecer a namorada dele Rhiannon, A não se importava em ter um corpo e uma vida diferente todos os dias, mas quando a conhece e se apaixona por ela, quando encontra um motivo para dar sentido a sua vida ele sofre com as constantes mudanças. Até então ele também não tinha contado seu segredo para ninguém, vivendo uma vida solitária, mas Rhiannon lhe faz ter vontade de compartilhar segredos.

"O momento em que você se apaixona parece carregar séculos, gerações atrás de si - tudo isso se reorganizando para que essa interseção precisa e incomum possa acontecer. Em seu coração, em seus ossos, por mais bobo que saiba que é, você sente que tudo levou a isso, que todas as flechas secretas estavam apontando para este lugar, que o universo e o próprio tempo construíram isso muito tempo atrás, e agora você acaba de perceber que chegou ao local onde sempre deveria ter estado." (p.25)

É também por ela que ele comete as maiores imprudências e coloca em risco muitos dos corpos nos quais passa os dias, mas é por ela que ele sempre tenta ser uma pessoa melhor. Ele vê o melhor de Rhiannon e reconhece que ela é boa demais para o abominável namorado Justin.  Os dois se apaixonam perdidamente, mas como esse relacionamento pode dar certo? Como amar um ser invisível? Como amar e se adaptar a um corpo diferente todos os dias?

O desenrolar da narrativa nos coloca de frente com vários questionamentos simples, mas com respostas complicadas ou mesmo sem a existência de resposta. A narrativa nos mostra um estranhamento do corpo, dos pensamentos, das ações, dos costumes, nos coloca de frente com o certo e o errado, nos fazendo questionar. É uma história perturbadora contada de uma forma encantadora que simplesmente prende o leitor do começo ao fim.

"Na minha experiência, desejo é desejo, amor é amor. Nunca me apaixonei por um gênero. Apaixonei-me por indivíduos. Sei que é difícil as pessoas fazerem isso, mas não entendo por que é tão complicado, quando é tão óbvio." (p.123)

Todo Dia é um livro reflexivo, lírico e épico, há todo um confronto e uma batalha interior, há todo um amor que transcende as expectativas e que ao mesmo tempo é dramático e melancólico, há uma solidão profunda nas palavras e o leitor fica na torcida para que aconteça algo que não há explicação. E durante a leitura toda ficamos nos perguntando “Como poderá ser?”, “O que vai acontecer?”.

"Tenho que me lembrar de que as pessoas normais também sentem isso: o desejo de pegar um momento e transformá-lo em eternidade. O desejo de ficar assim por muito mais do que realmente vai durar." (p.200)

Eu sofri lendo esse livro e me apaixonei por A tanto quanto por Rhiannon que depositou seu amor em alguém que não podia ver, quantas pessoas são capazes de fazer isso todos os dias? Só posso dizer uma coisa, estou louca para ler outro livro do David Levithan, porque ele me deixou encantada.

Todo Dia me deixou marcas profundas e espero poder carrega-las e não esquecer que o amor é o que move a vida, sobretudo quando temos que nos desfazer dele ou lutar por ele. Simplesmente encantador. Todos deveriam se dar a oportunidade de se apaixonar por Todo Dia. Leiam!

"Queria que o amor conquistasse tudo. Mas o amor não conquista tudo. Ele não pode fazer nada sozinho.

Ele depende de nós para conquistar em seu nome." (p.242)



Camila Márcia

Resenha: Todo Dia - David Levithan

domingo, 13 de outubro de 2013

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