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O que você gostaria de fazer antes de morrer?, Ben Nemtin, Dave Lingwood, Duncan Penn e Jonnie Penn, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2016, 232 pág.
Tradução: Bárbara Menezes
COMPRAR: AmazonOutras Lojas

Saudações Leitores!
O que você gostaria de fazer antes de morrer? (What do you want to do before you die?) foi uma grande surpresa para mim, eu não esperava um livro tão bonito, não reflexivo e cheio de partes comoventes, então é claro que fui pega de surpresa quando encontrei tudo isso em suas páginas.

Resenha: O que você gostaria de fazer antes de morrer? - Ben Nemtin, Dave Lingwood, Duncan Penn e Jonnie Penn

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Caraval, Stephanie Garber, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2017, 400 pág.
Tradução: Camila Fernandes
COMPRAR: Amazon

Saudações Leitores!
Caraval é livro de estreia da norte americana Stephanie Garber e se trada de um best-seller internacional, que inclusive já teve os direito do filme vendidos para a Twentieth Century Fox. Espero que o filme correspondam as minhas expectativas, mas do que o livro foi capaz.

Quando Caraval foi lançado fiquei bem curiosa, até porque já tinha visto muitos comentários de leitores "lá de fora" bem positivos, além disso o título e a capa me chamaram muita atenção, mas fui adiando a leitura e vendo a opinião dos leitores brasileiros e fiquei com o pé atrás. Sempre fico quando todo mundo ama o livro.
"Ninguém é verdadeiramente honesto. Mesmo se não mentirmos para os outros, mentimos para nós mesmos."

Resenha: Caraval - Stephanie Garber

domingo, 29 de abril de 2018

Saudações Leitores!
O DLL conseguiu parceria com a Novo Conceito neste ano de 2017 e para começar de forma lacradora esta parceria, vamos divulgar os lançamentos da Editora deste mês de Janeiro, pois tem muita, muita, muita coisa boa e vocês precisam conferir! Vem ni mim que eu mostro tudinho para vocês logo abaixo:
Fogo Contra Fogo
Siobhan Vivian, Jenny Han
Gênero: Romance
Nro Páginas: 352
ISBN: 9788581634876

A festa de Ano-novo terminou com uma tragédia irreparável, e Mary, Kat e Lillia podem não estar preparadas para o que está por vir.
Após a morte de Rennie, Kat e Lillia tentam entender os acontecimentos fatais daquela noite. Ambas se culpam pela tragédia. Se Lillia não tivesse se apaixonado por Reevie. Se Kat não tivesse deixado Rennie ter partido sozinha. Se a vingança não tivesse ido longe demais, talvez as coisas seriam como antes. Agora, elas nunca mais serão as mesmas.
Apenas Mary sabe a verdade sobre aquela noite. Sobre o que ela realmente é. Também descobriu a verdade sobre Lillia e Reeve terem se apaixonado, sobre Reeve ser feliz quando tudo o que ele merece é o sofrimento, assim como ela ainda sofre.
Para Mary, as tentativas infantis de vingança ficaram no passado, ela está fora de controle e pretende sujar suas mãos de sangue, afinal, não tem mais nada a perder.

Lançamento: Fogo contra Fogo... e outros

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Saudações Leitores!
Como fã da Cecelia Ahern sempre me senti mal por não ter lido O Livro do Amanhã* mas enfim consegui ler e foi uma experiência bem diferente se comparada com os outros livros que li da escritora, vou contar como foi:


O Livro do Amanhã, Cecelia Ahern, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2013, 368 pág.
Traduzido por Alda Porto Santos

The book of tomorrow, escrito por Cecelia Ahern foi um dos livros mais diferentes que já li desta autora. Apesar de ter amar o estilo e as histórias contadas por Cecelia, O Livro do Amanhã, deixou-me um pouco frustrada, não foi absolutamente nada do que eu esperava.
Neste livro temos como personagem principal Tamara, 16 anos, jovem demais para os padrões dos livros da Cecelia, e para completar ela é absurdamente fútil e materialista.
""Obrigada" constitui um sinal de agradecimento. Papai e mamãe me falavam continuamente dos bebês que morriam de fome na África, como se fosse uma forma de me fazer apreciar alguma coisa. Ao relembrar isso, acho que a melhor maneira de me fazerem apreciar algo, talvez, fosse não terem me dado nada." (p.14)
O livro começa ressaltando o difícil relacionamento que Tamara tem com os pais, a garotinha mimada tem uma briga horrível com seu pai e ele – já falido e pobre – comete suicídio. Tamara encontrou o corpo do pai. É tudo bastante traumático para um ‘patricinha’ que se vê solitária, culpada e pobre, largada a própria sorte com uma mãe indiferente.
A partir daí ela e a mãe vão morar na casa de uns familiares no interior da Irlanda e uma sucessão de fatos misteriosos começam a acontecer, sobretudo quando Tamara encontra numa biblioteca ambulante um livro-diário que conta como serão seus amanhãs.
"Perdi meu pai. Ele perdeu seus amanhãs e eu perdi todos os nossos amanhãs juntos. Agora, pode-se dizer que os aprecio quando chegam. Agora, quero torná-los o melhor que puderem ser." (p.16)
Do meio para o fim de O Livro do Amanhã ele se torna um thriller psicológico cheio de suspenses, mistérios e ação. Esse estilo num livro da Cecelia me deixou em choque – jamais esperei algo assim!
O livro carece de cenas fofas e de um romance – tão comuns nas obras de Ahern –, tem mais a ver com relacionamento, aprendizado, arrependimentos e muito mistério. Sem dúvida, a mensagem passada por Cecelia nesta obra é gratificante.
Após meus comentário pode parecer que O Livro do Amanhã não foi uma boa leitura, mas foi. Gostei bastante do livro, no entanto não foi o que esperava então, este fato, me surpreendeu.
"Aprendi algo importante naquela noite. Não se deve tentar impedir tudo de acontecer. Às vezes, devemos esperar ficar sem jeito. Às vezes, também, devemos aceitar a possibilidade de ficar vulnerável diante de pessoas. Às vezes isso é necessário porque tudo faz parte de você chegar à parte seguinte de si mesma, no dia seguinte." (p.202)

*Esse livro foi cortesia da Novo Conceito, para saber mais sobre o mesmo, clique AQUI.

Resenha: O Livro do Amanhã - Cecelia Ahern

sexta-feira, 18 de março de 2016

Saudações Leitores!
Como passaram o Natal? Espero que bem, que tenham ganhado aquilo que enche seus corações de alegria. Hoje estou passando para colocar a resenha de Como se Apaixonar* aqui no blog, esse livro é doçura, dor, alegria e reconstrução e acho que fica uma mensagem bacana para refletirmos no fim de ano e começo de 2016, venham conferir...


Como se Apaixonar, Cecelia Ahern, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2015, 352 pág.
Traduzido por Bárbara Menezes de Azevedo Belamoglie

How to Fall in Love (2013) no Brasil Como se Apaixonar, foi escrito pela best-seller Cecelia Ahern, autora de PS. Eu Te Amo, A Vez da Minha Vida, O Presente e Simplesmente Acontece.
Novamente Cecelia Ahern dá um show de narrativa e enredo, em Como se Apaixonar temos dois personagens problemáticos: Christine que tenta ajudar a todos que conhecem, mas que, sobretudo busca sua felicidades, portanto larga o marido e acaba provocando dor e criticas das mais diversas formas. Temos também Adam, um homem que se vê no fundo do poço e acaba por tentar suicídio, sendo ‘salvo’ por Christine, que lhe promete fazê-lo encontrar um sentido para viver.
Só posso pensar em Como se Apaixonar como um livro que nos coloca diante das escolhas que fazemos em nossa vida. Escolhas que têm consequências, mas que na medida em que lidamos com as escolhas e as consequências, estamos automaticamente vivendo nossas vidas e aprendendo cada vez mais sobre o que é viver, como é viver e quem somos realmente.
Realmente não tenho palavras para dizer o quanto me envolvi com a história de Christine e Adam, de alguma forma é tão real que é impossível não nos defrontarmos – em determinados momentos – com nossa realidade. A forma como a história vai se desenvolvendo (passo-a-passo) e como os personagens vão evoluindo, vão tendo recaídas, vão enfrentando seus medos e assumindo novos desafios é um espelho do que é a vida. É chocante, é envolvente é impossível não se apaixonar por esse livro.
Em linhas gerais, se o leitor já conhece a escrita de Cecelia Ahern, com certeza vai gostar desse livro e mesmo quem ainda não se envolveu com nenhuma das histórias da autora, esse parece-me um bom livro para começar...

*Este livro foi cortesia da Editora Novo Conceito, para maiores informações clique AQUI.

Resenha: Como se Apaixonar - Cecelia Ahern

sábado, 26 de dezembro de 2015

Saudações Leitores!
Não sei o motivo de ter demorado para ler Primeiro e Único* pois minha experiência com Emily Giffin foi muito boa e divertida, mas eu fiquei temerosa por conta da sinopse do livro, mas agora que li eu consigo me entender melhor, sobretudo os motivos de eu ter demorado a ler e minha opinião final sobre este trabalho, espero que gostem da minha opinião...


Primeiro e Único, Emily Giffin, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2015, 448 pág.
Traduzido por Amanda Moura da Silva dos Santos

The One and Only (publicado originalmente em 2014), no Brasil piblicado com o título Primeiro e Único foi escrito pela best-seler Emily Giffin, autora dos livros "O Noivo da Minha Melhor Amiga", "Ame o que é Seu", "Questões do Coração" e "Presentes da Vida".
Primeiramente quero deixar claro que esse livro me pegou completamente desprevenida, pois minha única experiência com a escritora Emily Giffin foi completamente diferente desta atual leitura, vou tentar explicar os motivos.
Primeiro e Único aborda a história da personagem Shea, de 33 anos, ela é jornalista esportiva, ou seja, vive e respira Futebol Americano, ela é praticamente obcecada por esse esporte e isso vem desde a sua infância, pois conviveu com esse esporte.
Shea cresceu no meio de treinadores, como o Treinador Clive Carr, e jogadores de Futebol Americano Universitário, como Ryan e Miller, desse modo, isso a torna especialista no seu trabalho. A única mulher jornalista esportiva que trabalha na empresa onde a maioria dos profissionais é do sexo masculino.
Primeiro e Único é um livro bem técnico no que se refere as terminologias do esporte, táticas de jogo e todo o processo de pré-jogo e as superstições de cada partida, além de toda a rivalidade, pressão, dinheiro e 'jogos' de interesses que estão por trás das partidas e consequentemente dos jogadores. No meu entendimento do livro não se trata apenas de jogo, mas é uma linda analogia a vida.
Tem romance? Tem, como eu disse acompanhamos a personagem Shea, e isso quer dizer que vamos ver o que some na vida pessoal da personagem e o que ela tem a perder, as descobertas de si mesmo e do grande amor da sua vida.
De um modo geral o livro é realmente bom, tudo o que está por trás dos personagens e seus conflitos é realmente atrativo, mas apesar disso Primeiro e Único se tornou um pouco cansativo, para mim, pois eu não compreendo e nem me interesso por Futebol Americano, e a linguagem técnica e o nome dos passes do jogo e as fases de eliminatória - essas coisas - foram absurdamente monótonas, mas, é claro, que deu para aproveitar bastante à narrativa.
Em resumo, gostei do livro (apesar dos pesares) e indico a leitura, é ótima (só tenha paciência, ok?) é incrível ver a evolução da escritora Emily Giffin, sem sombra de dúvida, Primeiro e Único é um livro bem maduro e elaborado, totalmente diferente do chick-lit que tinha lido.

*Esse livro foi cortesia da Editora Novo Conceito, para saber mais sobre o mesmo clique AQUI.

Resenha: Primeiro e Único - Emily Giffin

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Saudações Leitores!
Acho que você vão concordar comigo: a capa e o título de Dez Coisa que Aprendi Sobre o Amor* estão absurdamente lindos e, por isso não me admira eu (e muitas outras pessoas) termos ido com "sede" demais ao "pote", o livro não foi absolutamente nada do que eu esperava e isso me deixou um pouco frustrada, mas não é só isso, tem mais...

Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor, Sarah Butler, 
Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2015, 256 pág.
Traduzido por Paulo Polzonoff Junior

Ten Things I've Learn About Love (2013) é o livro de estreia de Sarah Butler e seu lançamento veio repleto de aclamação em críticas e de certo frison, mas o livro – pelo menos para mim – não cumpriu o que prometeu.
Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor é um daqueles livros incapaz de não fazer você criar expectativa ao ler o título e olhar essa capa (perfeita), mas ele não é nada do que a primeira impressão deixa transparecer. É lógico que acabamos pensando se tratar de um romance fofo ou no mínimo engraçado, mas não tem nada a ver.
A história que este livro nos traz é de Alice e Daniel, em capítulos alternados. Durante toda a narrativa descobrimos o que aflige a ambos e de como os dois estão devastados pela dor, dúvidas e medos. Duas pessoas distintas que irão se encontrar e descobrir todo um passado, mas quem pensa que isso é uma história de amor, está enganado, tem mais a ver com relações familiares. 
 Alice e Daniel terão que descobrir onde e como se encaixam em suas famílias, o quanto seriam capazes de fazer por seus entes queridos. Há todo um passado que não se pode deixar para trás, portanto, nos vemos às voltas com os pensamentos e sentimentos dos dois numa narrativa muito, muito... bastanteeeeee cansativa e com raríssimos diálogos para promover uma dinâmica mais emocionante ao livro.
O que eu estou tentando dizer, com toda minha sinceridade, é que esse livro não funcionou para mim, foi extremamente cansativo e monótono, confesso até que pulei e li superficialmente algumas páginas, quando vi que não ia conseguir seguir a leitura, a falta de diálogos e de um clímax também não ajudou. Na verdade atrevo-me a dizer que a história não chega a ser tão ruim, mas foi excepcionalmente mal contada e isso tornou tudo ruim.
Para concluir, o final é aberto, completamente aberto e você, leitor, vai decidir o final que quer, pois Sarah Butler deixou isso a cargo de sua imaginação. Não sou de todo contra finais abertos, quando eles são genialmente bem bolados e dão um bom sentido, mas em Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor o final foi injustificável, é uma afronta ao leitor que conseguiu – muito arduamente – chegar ao final do livro e se deparar com o que não aconteceu...
Eu não vou indicar o livro, mas também não vou dizer que não leiam, apenas aconselho que leiam com os pés firmes no chão, assim não haverá arrependimentos: dificilmente esse livro extrairá emoção do leitor.



*Este livro foi cortesia da Editora Novo Conceito, para saber mais sobre o mesmo, clique AQUI.

Resenha: Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor - Sarah Butler

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Saudações Leitores!
Vamos aos lançamentos de Novembro da Novo Conceito, acredito que nem precisava dizer que eu estou super empolgada e eufórica por eles, mas eu quero dizer que "Realmente estou muito empolgada com esses livros", venham conferir comigo:

O Bangalô
Sarah Jio

Verão de 1942. Anne tem tudo o que uma garota de sua idade almeja: família e noivo bem-sucedidos.
No entanto, ela não se sente feliz com o rumo que sua vida está tomando. Recém-formada em enfermagem e vivendo em um mundo devastado pelos horrores da Segunda Guerra Mundial, Anne, juntamente com sua melhor amiga, decide se alistar para servir seu país como enfermeira em Bora Bora. 
Lá ela se depara com outra realidade, uma vida simples e responsabilidades que não estava acostumada. Mas, também, conhece o verdadeiro amor nos braços de Westry, um soldado sensível e carinhoso.
O esconderijo de amor de Anne e Westry é um bangalô abandonado, e eles vivem os melhores momentos de suas vidas... Até testemunharem um assassinato brutal nos arredores do bangalô que mudará o rumo desta história.
A ilha, de alguma forma, transforma a vida das pessoas, e este livro certamente transformará você.

Todos os nossos ontens
Cristin Terril

O que um governo poderia fazer se pudesse viajar no tempo?
Quem ele poderia destruir antes mesmo que houvesse alguém que se rebelasse?
Quais alianças poderiam ser quebradas antes mesmo de acontecerem?
Em um futuro não tão distante, a vida como a conhecemos se foi, juntamente com nossa liberdade. Bombas estão sendo lançadas por agências administradas pelo governo para que a nação perceba quão fraca é. As pessoas não podem viajar, não podem nem mesmo atravessar a rua sem serem questionadas. O que causou isso? Algo que nunca deveria ter sido tratado com irresponsabilidade: o tempo. O tempo não é linear, nem algo que continua a funcionar. Ele tem leis, e se você quebrá-las, ele apagará você; o tempo em que estava continuará a seguir em frente, como se você nunca tivesse existido e tudo vai acontecer de novo, a menos que você interfira e tente mudá-lo...

Esperando por Doggo
Mark B. Mills

Dan achava que tinha uma vida feliz com Clara, mas, de uma hora para outra, ela desaparece inesperadamente de sua vida, deixando para trás apenas uma carta de despedida e um cachorro. A pequena criatura é incomum e sequer tem um nome definitivo, ele é simplesmente chamado de Doggo. Agora, Dan tem a missão de devolver Doggo, e, ao mesmo tempo, encontrar um novo emprego. A primeira missão parece ser fácil, a segunda, nem tanto. Com o passar dos dias, Dan começa a desfrutar da companhia de Doggo e não tem coragem de abandoná-lo. De forma singela, mas significativa, a presença do pequeno cão ajuda àqueles que estão ao seu redor. Doggo acaba tornando-se muito mais que um amigo de quatro patas, transforma-se em uma verdadeira fonte de inspiração para o trabalho e para a vida de Dan. 
Esperando Doggo não é só um livro sobre um cachorro. É um livro sobre o poder de uma verdadeira e sincera amizade.

A Desconhecida
Peter Swanson

Uma história sombria, em uma atmosfera romântica e um quê de Hitchcock, sobre um homem que fora arrastado para uma trama irresistível de paixão e assassinato quando um antigo amor reaparece.de mentiras.

Em uma noite de sexta-feira, a rotina confortável e previsível de George Foss é quebrada quando, em um bar, uma bela mulher senta-se ao seu lado. A mesma mulher que desaparecera sem deixar vestígios vinte anos atrás. Agora, depois de tanto tempo, ela diz precisar de ajuda e George parece ser o único capaz de salvá-la. Será que ele a conhece o suficiente para poder ajudá-la?

Lançamento: O Bangalô... e outros

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Saudações Leitores!
Eu fiquei vibrando com a publicação de Neve na Primavera* no Brasil, o livro não me decepcionou em nada, pelo contrário: me encantou... algo que somente a autora consegue fazer comigo. Realmente gostaria de dividir essa minha experiência literária com vocês, confiram abaixo:

Neve na Primavera, Sarah Jio, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2015, 336 pág.
Traduzido por Rafael Gustavo Spigel

Blackberry Winter (2012) foi escrito por Sarah Jio, mesma autora de As Violetas de Março e segundo a autora, foi inspirado na música de Hilary Kole Blackberry Winter.
Neve na Primavera traz a história de duas mulheres que acontecem em tempos distintos: Vera Ray e Claire Aldridge. Cada capítulo vamos delineando a história de cada uma dessas mulheres.
Vera Ray viveu na Seattle de 1933 e teve ponto crucial de sua narrativa o sumiço de seu filho Daniel Ray e sua busca desenfreada pela recuperação do menino exatamente num evento climático conhecido como Inverno das Amoras Pretas que consiste em uma temperatura baixíssima (neve) numa época em que não é comum.
Claire Aldridge é uma repórter e sua história de passa num tempo mais contemporâneo, 2010, ela está passando por uma situação de luto com a perda de seu bebê e ao mesmo tempo vê seu casamento ‘naufragar’, além do mais, após um incidente climático incomum: o inverno das amoras pretas, na primavera, Claire é incumbida de escrever uma matéria sobre algo fascinante que aconteceu no último evento climático e é por conta dessa matéria que Claire conhece a história de Vera Ray e Daniel Ray.
Em Neve na Primavera fica evidente que o tema principal da narrativa é a maternidade e as várias forma de poder sobreviver a uma grande perda. Sem dúvida é um livro belíssimo e significativo, num piscar de olhos nos vemos envolvidos com ambas as histórias e torcendo ansiosos para um desfecho feliz para as duas mulheres.
Parece-me que Sarah Jio gosta de escrever histórias dessa forma, mas mesmo tendo esse ‘estilo’ e o leitor já esteja preparado para ele é sempre bom poder ver uma narrativa tão saborosa, com uma história que encanta e emociona. Uma história que poderia ser real!
Para finalizar a resenha, com certeza, gostaria de indicar Neve na Primavera para os leitores que gostam de romances, dramas e história emocionantes. Vale a pena ler, sobretudo de você for fã de Sarah Jio.

*Esse livro foi cortesia da Novo Conceito, para saber mais sobre o mesmo, clique AQUI.

Resenha: Neve na Primavera - Sarah Jio

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Saudações Leitores!
Eu realmente fiquei ansiosa para ler Zac & Mia*, mas eu não esperava grande coisa, no entanto, me surpreendi e gostei bastante estou ansiosa para contar minhas considerações de leitura para vocês.

Zac & Mia, A.J. Betts, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2015, 288 pág.
Traduzido por Sylvio Monteiro Deutsch

Zac and Mia (2013) é o terceiro romance para jovens adultos escrito pela australiana A.J. Betts, que tem outros dois livros ainda não publicados no Brasil: Wavelength e Shutterspeed. Zac & Mia já ganhou alguns prêmios literários.
Esse livro se encaixa perfeitamente naqueles denominados sick-lit, pois vem tratando de dois jovens Zac e Mia que tem câncer [isso não é spoiler], a narrativa é em primeira pessoa, hora é Zac quem ‘fala’ e hora é ‘Mia’.
"De todos, eu sou o menos corajoso. Nunca me alistei para essa guerra. A leucemia me convocou, essa filha da puta." (p.51)
Ambos se conheceram no hospital em que estavam internados para o tratamento de câncer. Mia é pessimista, temperamental, rebelde e inconformada com a doença além de ter uma péssima relação com a mãe. Zac tem o apoio da família, é cheio de esperança e com vontade de lutar pela vida, porque viver vale a pena.
Enquanto todos sabem da situação e da doença de Zac, Mia esconde de todos os amigos sobre o câncer, ela quer ter a vida normal de volta e por isso ela se rebela contra tudo e todos, sobretudo, após as consequências do câncer em sua vida.
"Eles dizem que o câncer deixa você mais forte. Não deixa. Bagunça sua cabeça. Cria uma coceira que você não pode coçar e um coração que não para de doer." (p.169)
Zac tenta fazer com que Mia tenha esperança e acredite que ela continua a mesma pessoa, que ela não mudou por causa da doença, é claro que dessa relação de amizade surge um sentimento lindo entre os dois e cada um vai tirar um ensinamento para sua vida.
Detalhe: não consegui gostar de Mia, ela é muito egoísta e acha que o mundo tem que girar em torno dela sempre. Isso me incomodou tanto. Por acaso uma pessoa doente não fica com o coração mais amolecido? Com Mia aconteceu o oposto. Era Zac quem tinha todo o direito de ser pessimista, afinal de conta ele estava passando pelo câncer pela segunda vez e sua porcentagem de cura era mínima, mas ele continua esperançoso.
Zac & Mia segue a linha de A Culpa é das Estrelas e por mais estranho e doloroso que sejam esses livros, eles me cativam (se bem que não gostei tanto de ACEDE) por sua delicadeza, mas também trazem uma versão tão romanceada da realidade, sei que embora mostre a dor dos personagens, elas não parecem reais, são bonitas e fofas, quando na realidade é um pesadelo (quem conheceu ou conhece alguém com essa doença horrível sabe como é, de fato).
"Talvez coragem seja apenas isso: atos impulsivos em um momento em que sua cabeça grita não, mas seu corpo vai em frente assim mesmo." (p.221)
Em uma palavra esse livro é muito delicado e eu amei a leitura, além do mais é uma forma de sensibilizar as pessoas diante dessa doença, dá para perceber que além da doença há todo um psicológico e alto estima a serem trabalhados e que assim como os personagens desse livro tinham postura e ações diferentes ao encarar o câncer isso acontece na vida real.
A vida não dá garantas, mas o amor prova que sempre vale a pena viver. É essa a linda mensagem que fica. Se vocês gostam de sick-lit vão em frente com a leitura, essa é uma excelente opção e, com certeza, você irão gostar. Eu gostei muito.


*Esse livro foi cortesia da Novo Conceito, para saber mais, clique AQUI.

Resenha: Zac & Mia - A.J. Betts

domingo, 25 de outubro de 2015

Saudações Leitores!
Eu estava super curiosa para ler O Álbum* porque ele é um daqueles livros que contam duas histórias e eu acho incrível livros dessa forma, embora eu tenha gostado bastante do livro reconheço que a narrativa foi bem rastejante e sem um pico, mas a história é tão delicada que me encantou.


O Álbum, Timothy Lewis, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2015, 240 pág.
Traduzido por Ana Paula Corradini

Forever Friday (2013) é o livro de estreia de Timothy Lewis e o mais interessante a respeito desse livro é que ele é inspirado em fatos reais.
Esse livro conta duas histórias que acontecem em dois tempos, uma que acontece há muitos anos atrás e a outra numa época mais atual.
A narrativa atual fica por conta da história de Adam, um homem que acabou de se separar e apesar de andar deprimido, sua válvula de escape é seu trabalho: vender objetos usados, e é em sua profissão que ele acaba encontrando um álbum muito peculiar que ao invés de conter fotos, contém postais com poemas de amor entregues todas às sextas-feiras ao longe de 60 anos, todos assinados por Gabe e destinados para para Huck.
A outra história fica por conta dos personagens Gabe e Huck, seus postais, como tudo começou e o que tiveram que passar para conseguirem ficar juntos a vida inteira.
Adam passa a conhecer a história de Gabe e Huck e tudo o que descobre a respeito do casal tem uma repercussão muito especial na forma como ele vê a própria vida e o significado real do amor.
O Álbum é uma história de amor doce, singela e cheia de delicadeza, muita gente tem comparado à escrita de Timothy Lewis com a de Nicholas Sparks, de fato, consegui achar bem semelhante e deve ter sido essa semelhança que me fez amar esse livro, muito embora eu também o tenha achado meio lento e arrastado.
É uma história que não chega a ter um ápice e tão pouco um desfecho surpreendente, é tudo já dito desde o princípio e acaba não sendo muito impressionante, mas é uma narrativa e história tão deliciosa que lemos num piscar de olhos e viajamos para dentro daquilo que está sendo contado.

* Este livro foi cortesia da Novo Conceito, para saber mais sobre ele, clique AQUI.

Resenha: O Álbum - Timothy Lewis

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Saudações Leitores!
Ok eu já não sou mais uma adolescente há muito tempo, mas eu amo - de verdade - livros adolescentes, então quando li a sinopse de Tocando as Estrelas* eu fiquei empolgada com o livro porque: todo mundo já sonhou ser ou conhecer estrelas, então fui com um pouco de sede ao pote e a decepção foi astronômica.

Tocando as Estrelas, Rebecca Serle, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2015, 224 pág.
Traduzido por Leonardo Gomes Castilhone

Famous in Love (2014) foi escrito por Rebecca Serle. Nem sei como me expressar a respeito desse livro, pelo título e pela sinopse eu não esperava grande coisa, mas fiquei surpresa com o que encontrei, ele foi muito inferior as minhas expectativas que já bem baixas. O livro é demasiadamente fraquinho e me lembrou daqueles filmes de sessão da tarde que assistimos na tevê aberta e que não tem sentido algum assistir a não ser passar o tempo.
Nele acompanhamos a trajetória de Paige Townsen que sonha em ser atriz há muito tempo, portanto, quando fica sabendo de uma seleção para um papel no filme Locked, baseado numa trilogia de livros best-seller ela decide participar da audição, mas sem muitas expectativas.
Como já podemos prever, ela é a escolhida para viver o papel de August, até aí tudo bem, ela terá que lidar com a pressão de ser uma caloura nos sets de filmagem – no Havaí – além de lidar com a fama.
Nesse ínterim ela também tem que aprender a lidar com Rainer Devon, o ator que faz par romântico com Paige, afinal, a caloura não é tão profissional assim e acaba se envolvendo sentimentalmente com o ator, no entanto tudo complica quando Jordan Wilder, o outro ator que faz par romântico com Paige, aparece e tem assuntos pendentes e conturbados com Rainer. O clima fica pesado, sobretudo porque Paige parece sentir atração pelos dois! Eita garotinha profissional, né?
Vários pontos me incomodaram no livro: achei tão imaturo ela se sentir apaixonada pelos dois carinhas que ela trabalhava, ela entrou dentro do personagem e queria viver o triângulo amoroso do livro na vida "real" dela. A personagem também é altamente influenciável e imatura.
Outro ponto que me incomodou foi o fato de aparentemente Paige querer ser atriz e famosa, mas não saber nada sobre o mundo da fama. Em que planeta isso é possível?
Para completar tem a falta de interação de Paige com a família, é como se ela não tivesse pais, embora sempre tenha vivido com eles. Tem o lance dos amigos dela, simplesmente Paige esqueceu que eles existiam e de fato, era como se não existissem, porque não tiveram destaque algum.
A história só tinha três personagens Paige, Rainer e Jordan... tão limitada, tão boba. A história desse livro poderia ser real, passível de acontecer, mas tem tanta coisa incoerente e bobinha que Tocando as Estrelas se tornou um livro fraquinho, bem team, e nem sei dizer se todo adolescente pode gostar desse tipo de leitura. 
Em suma, não gostei do livro, fui até o fim para ver se melhorava e se eu poderia mudar de opinião, mas isso é impossível. Ainda mais agora que terminei a leitura e já refleti sobre a história: não gostei.

* Este livro foi cortesia da Novo Conceito, para saber mais clique AQUI.

Resenha: Tocando as Estrelas - Rebecca Serle

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Saudações Leitores!
Não escondo de ninguém que sou fã da Cecelia Ahern e sempre me divirto lendo os livros dela, portanto, quando decidi fazer uma maratona com livros da NC A Lista* foi uma das minhas primeiras escolhas e, sem sombra de dúvida, eu amei. Agora quero compartilhar minha experiência literária...
A Lista, Cecelia Ahern, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2015, 384 pág.
Traduzido por Amanda Moura

One Hundred Names (2014) foi escrito pela escritora best-seller Cecelia Ahern, que também escreveu os livros P.S. Eu Te Amo, A Vez da Minha Vida, O Presente e Simplesmente Acontece.
Esse é o quinto livro da Cecelia que leio e sempre me surpreendo, porque suas histórias não são tão elaboradas, pelo contrário, são bem clichês, mas a genialidade da escritora é fazer um enredo simples se tornar incrivelmente envolvente, reflexivo e criar elementos que encantam o leitor e o prende durante toda a narrativa.
Em A Lista somos apresentados a Kitty, uma jornalista que acabou fazendo uma falsa acusação contra um homem, fato que a fez se tornar conhecida de forma negativa e perder o prestigio e o emprego. No entanto ela segue trabalhando na revista Etecetera de sua melhor amiga Constance, contudo Constance tem câncer e falece sem antes dizer para Kitty sua grande ideia para uma matéria a ser publicada na revista que irá ‘salvar’ Kitty. 
Desacreditada, Kitty tenta de todas as maneiras reconquistar sua autoconfiança e o respeito dos amigos e jornalistas, mas essa é uma tarefa difícil. Após a morte de Constance ela decide que tentará encontrar alguma relação entre uma lista com cem nomes deixados por Constance e a grande matéria que ela tinha em mente.
No decorrer da luta de Kitty em tentar fazer a coisa certa e tentar entrar em contato com as pessoas da lista, ficamos a par de outras histórias, realidades e conflitos dos outros personagens, além de ser visível a mudança que vai se realizando na vida da personagem principal.
Os temas abordados por Cecelia não são novos, na verdade, ela sempre costuma abordar os mesmos temas em seus livros, mas de formas diferentes e capazes de nos fazer ver vários ângulos e tirarmos ensinamentos de algumas das situações.
É difícil não se identificar com algumas situações ou a personalidade e erros de alguns personagens, mas também é importante perceber o quanto os personagens amadurecem no decorrer da história e o quanto podemos tirar exemplos para nossas próprias vidas.
A Lista é um livro que envolve o leitor, no meu caso eu o li em dois dias, e me encantei com a história, me identifiquei com os personagens e torci pelo romance que se delineou nas páginas do livro. Creio ser uma excelente opção de leitura para um fim de semana. Espero que gostem da dica.

*Esse livro foi cortesia da Editora Novo Conceito, para saber mais clique AQUI.

Resenha: A Lista - Cecelia Ahern

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Saudações Leitores!
Desde que vi a propaganda de Prometo Falhar* eu desejei esse livro. Ok, a capa é linda. Ok a sinopse é sedutora. Ok, Ok... parecia ser a leitura perfeita... e Foi... Venham conferir minha opinião de leitora...



Prometo Falhar, Pedro Chagas Freitas, Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito, 2015, 400 pág.

Prometo Falhar foi escrito pelo português Pedro Chagas Freitas e se trata de um livro de crônicas, o autor é best-seller em Portugal e tem arrebatado um grande público no Brasil também.
"tenho o coração à venda enquanto você não o quiser de graça." (p.78)
Em Prometo Falhar temos um livro que surpreende pela quantidade de frases de efeitos e afirmações realistas e sem papas na língua. O livro agrada até mesmo quando desagrada, porque é o rotineiro, o real, o sentimento cru, carnal, sensual, espiritual.
"E se há algo em que o amor é imbatível é na quantidade de balas perdidas que liberta. Às vezes você é atingido e nem percebe. E já não existe amor, só uma dor que vai se alargando no meio do seu peito, uma dor que te consome, que te dilacera, que te abate. Você pensa que é amor e é apenas uma ferida. Há feridas que parecem amor." (p.29)
É possível experimentar a cada crônica um passeio pela vida, pelos sentimentos mais angelicais e obscuros dos seres humanos, é possível entender a alma, perder-se nos pensamentos e pecar. O escritor sabe exatamente como chocar, encantar e seduzir o leitor através das palavras. É capaz de começarmos uma crônica e só percebermos que paramos de respirar no final dela. É algo que tem o potencial de mexer com os sentimentos de todo leitor.
"Todas as declarações de amor são precoces, esta não foi exceção, ele continuou sem falar mas havia o corpo, os gestos, a maneira como se movia à espera de que acontecesse o depois, não é preciso um nome para amar uma pessoa." (p.40)
Há muitas verdades e sentimentos que por vezes não temos coragem de falar e temos até preconceito em pensar, mas o Pedro Chagas joga tudo aquilo na sua cara com o jeito mais sensual e espontâneo que podemos imaginar, de tal forma que até os palavrões (que são vários em várias páginas) se tornam bonitos e sexys.
"A maior filhadaputice do mundo é o fim de uma ilusão" (p.104)
Prometo Falhar é um livro de passeio, o que isso significa? Que é bom ler devagar, paulatinamente, sem pressa, sem compromisso. É bom se surpreender com cada crônica, porque muitas delas é exatamente aquilo que você precisava ler.
"Hoje te amo em palavras grandes, em palavrões: foda-se, que eu te amo tanto, meu amor." (p.242)
Portanto, se tiverem a oportunidade de ler Prometo Falhar não deixem de ler, pois é uma das leituras mais incríveis que você pode fazer na vida. Prometa falhar, mas me prometa não perder a oportunidade de ler esse livro. (rsrsrs, como sou sem graça, né? Mas na hora essa frase pareceu ser genial.)


* Esse livro foi cortesia da Editora Novo Conceito, para saber mais clique AQUI.

Resenha: Prometo Falhar - Pedro Chagas Freitas

terça-feira, 13 de outubro de 2015

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