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O Estrangulador, Sidney Sheldon, Rio de Janeiro: Editora Record, 2011, 181 pág.

Tradução: Pinheiro de Lemos
COMPRAR: Amazon | Outras Lojas

Saudações Leitores!
O Estrangulador (The Strangler, 1991) escrito pelo norte americano Sidney Sheldon (1917-2007), que dispensa apresentações já que era um ator best-seller, trata-se de um livro voltado para o público infanto-juvenil, o que é bastante diferente dos outros livros do autor que são voltados para o publico jovem e adulto.

Apesar de O Estrangulador ser a primeira resenha do Sidney Sheldon que posto aqui no blog, já li vários outros livros dele ainda quando não tinha o blog para postar resenha, portanto, sou fã do escritor há algum tempo.

Porém, já faz bastante tempo, também, que não lia nada dele e como estou num período meio ressaca literária-meio sem tempo para ler, resolvi pegar o volume (que já tenho na estante há anos) de menos de duzentas páginas para conferir de forma despretensiosa.

Resenha: O Estrangulador - Sidney Sheldon

sábado, 16 de novembro de 2019

Tudo Aquilo que Nos Separa, Rosie Walsh, Rio de Janeiro: Record, 2018, 336 pág.
Tradução: Márcio El-Jaick
COMPRAR: Amazon | Outras Lojas

Saudações Leitores!
Tudo Aquilo que Nos Separa (The Man Who Didn't Call) foi escrito pela inglesa Rosie Walsh, aliás, é seu livro de estreia. Este livro mexeu com meus sentimentos e me fez pensar tantas coisas durante a narrativa que tem tornado o processo de escrita dessa resenha bem trabalhoso.
"Que alívio conversar com alguém que não sabia nada da tristeza que eu deveria estar sentindo. Que não inclinava a cabeça para o lado sentindo pena quando falava comigo. Que simplesmente me fazia rir."
Deixem-me situá-los: após vários anos morando nos EUA, Sarah vai passar as férias em sua cidade natal, na Inglaterra, a personagem está recém separada e vivendo vários momentos de reflexões. É nesse momento que encontra Eddie. Esse encontro marca a vida dos dois e, ambos, engatam um relacionamento que dura uma semana, pois depois eles têm compromissos a cumprir, mas Eddie promete ligar para Sarah, pois ele quer continuar com a relação. No entanto, não liga.

Resenha: Tudo Aquilo que Nos Separa - Rosie Walsh

quinta-feira, 28 de março de 2019

O Segredo de Emma Corrigan, Sophie Kinsella, Rio de Janeiro Editora Record, 2005, 384 pág.
Tradução: Alves Calado
COMPRAR: Amazon

Saudações Leitores!
Teve um fim de semana que estava querendo fugir das leituras pesadas  que estava fazendo, então comecei a ler o e-book O Segredo de Emma Corrigan (Can you keep a secret?) da escritora inglesa de chick-lit mais conhecida - talvez - no mundo: Sophie Kinsella. Bastou eu começar a ler esse livro e simplesmente não consegui mais soltar!

Estava com muita saudade de ler um chick-lit, então, minha escolha não poderia ter sido melhor! Além disso li em alguns sites que esse livro logo será adaptado, então, fiquei ainda mais curiosa e empolgada para ler. Da autora (apesar de gostar muito) só li Os Delírios de Consumo de Becky Bloom.

Resenha: O Segredo de Emma Corrigan - Sophie Kinsella

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Poesia Reunida, Adélia Prado, Rio de Janeiro: Record, 4 ed., 2017, 544 pág,
COMPRAR: Amazon

Saudações Leitores!
Sempre quis ler os poemas Adélia Prado, então, naturalmente que há muito tempo eu paquerava com Poesia Reunida que comporta toda a obra poética de Adélia Prado. Ou seja, neste volume único temos as obras: Bagagem, O Coração Disparado, Terra de Santa Cruz, O Pelicano, A Faca no Peito, Oráculos de Maio, A Duração do Dia e por fim, Miserere.

Resenha: Poesia Reunida - Adélia Prado

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Um Milhão de Motivos para Casar, Gemma Townley, Rio de Janeiro: Record, 2015, 392 pág.
Tradução: Alice França
COMPRAR: Amazon

Saudações Leitores!
The Importance of Being Married no Brasil 1 Milhão de Motivos para Casar é um chick-lit escrito por Gemma Townley, que é irmã da rainha dos chick-lits: Sophie Kinsella. Gemma Townley escreveu também: Quando em Roma, Mentirinhas Inocentes, Curvas de Aprendiz e Manual Para Românticas Incorrigíveis. Particularmente, este é meu primeiro contato com esta escritora, pois apesar de amar chick-lits eu não costumo ler tantos assim, o que acho uma pena.

Uma amiga me recomendou  1 Milhão de Motivos para Casar dizendo ser uma leitura leve e engraçada, e eu estava precisando desse tipo de livro, após ler dois livros destruidores recentemente queria algo divertido, talvez seja por isso que consegui gostar do volume, mesmo não tendo se tornado de maneira alguma favorito ou mesmo chegado perto disso.

Resenha: 1 Milhão de Motivos para Casar - Gemma Townley

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Saudações Leitores!
Precisamos falar sobre o livro É ASSIM QUE ACABA, minha primeira experiência com a escritora Colleen Hoover e foi um tiro atrás do outro... Vejam meu desabafo:

Resenha: É Assim que Acaba - Colleen Hoover (Vídeo)

sábado, 19 de maio de 2018

Vampiratas: Demônios do Oceano, Justin Somper, Rio de Janeiro: Record, 2007, 304 pág.
Tradução: Alves Calado
COMPRAR: Amazon

Saudações Leitores!
Vampirates: Demons of the Ocean (2005) no Brasil Vampiratas: Demônios do Oceano, escrito pelo inglês Justin Somper, é o primeiro volume da série Vampiratas que conta com mais cinco livros: Maré de Terror (vol.2), Capitão de Sangue (vol.3), Coração Negro (vol.4), Império da Noite (vol.5) e Guerra Imortal (vol.6).

A primeira vez que ouvi falar dessa série foi em 2012 no blog Livros e Chocolate onde li a primeira resenha que me deixou eufórica e louca de vontade de ler, mas apenas agora (5 anos depois) me joguei nessa leitura.

Resenha: Vampiratas: Demônios do Oceano, vol.1 - Justin Somper

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Saudações Leitores!
Mais um e-book que li no meu Kindle!!! A Garota no Trem, meio que me surpreendeu, no entanto, eu confesso que esperava um pouco mais e vou tentar explicar isso para vocês:


A Garota no Trem, Paula Hawkins, Rio de Janeiro: Record, 2015, 378 pág.
Traduzido por Simone Campos

A Garota no Trem (The Girl on The Train), foi escrito pela escritora britânica Paula Hawkins e foi um dos fenômenos de vendas, o sucesso foi tanto que foi feita uma adaptação cinematográfica - com o mesmo título - que estreará em outubro.

Resenha: A Garota no Trem - Paula Hawkins

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Saudações Leitores!
A Indomável Sofia caiu como uma luva, pois era exatamente o livro leve, engraçado, irônico que eu precisava no momento e isso me fez amar essa leitura, que, aliás foi cortesia da Editora Record! Saiba mais sobre o livro AQUI.


A Indomável Sofia, Georgette Heyer, Rio de Janeiro: Record, 2016, 406 pág.
Traduzido por Neide Câmera Loureiro

The Grand Sophy (1950) é um romance histórico escrito pela romancista inglesa Georgete Heyer (1902-1974) que era bastante popular, muito embora fosse esquecida pela crítica. O fato é que até receber o exemplar de A Indomável Sofia não conhecia essa escritora - para ser bem honesta: nunca tinha ouvido falar, logo também não sou leitora de carteirinha de romances históricos.

Consegui apreciar bastante A Indomável Sofia, é um livro clichê, pois logo que começamos já sabemos aonde a história vai nos levar, mas há muitos fatos engraçadíssimos que dão a obra uma característica encantadora e envolvente. Impossível é não se divertir com esse romance em mãos.



Sobre o enredo temos Sofia filha de Sir Horace que, viúvo, indo fazer uma viagem para o Brasil, pede o imenso favor a sua irmão Lady Ombersley de ficar com sua filha por tempo indeterminado, no entanto o pai é todo elogios para com a filha, dizendo que ela é calma, sabe se cuidar e que não dará nenhuma preocupação e despesa à família.

Sir Horace é muito otimista, pois na verdade Sofia é como um furacão. onde passa deixa uma infinidade de destroços: estabanada, opiniosa, corajosa, teimosa, ela não liga para a opinião alheia e quer comandar sua vida sozinha. Isso vai ser um problema muito grande, pois seu primo Charles Rivenhall não gosta das atitudes dela, já que considera que mulher tem que ser recatada e conviver reservada e não uma vida de leviandade - como ele diz.


Em A Indomável Sofia temos vários romances bastante divertidos, que tomam mais "espaços" que o da própria Sofia, pois a personagem principal procura ajudar e solucionar todos os problemas amorosos dos outros ao invés do seu. Ela bola tramas e jogos inteligentíssimos que embora sejam um pouco fora do comum para a época tem resultados bem esperados.

Além disso com seu jeito inteligente e carismático Sofia conquista muitas pessoas e consegue exatamente o que quer e quando quer. Ela é extremamente engraçada e embora seja um contraste muito grande em relação a Charles, os dois se entendem mesmo quando estão brigando.


Para ser bem honesta, nunca tinha lido um romance histórico que me fizesse admirar tanto uma personagem feminina como este, Sofia é o exemplo de tudo o que não deveria ser naquela época, mas que prova que ela lutava contra as convenções sociais e a mudança do status feminino na sociedade, além do mais ela é super bem humorada, não tem tempo ruim para essa moça. A personagem brilhou durante todo o livro!

Estou encantada com o livro e acho uma leitura indicada para quem quer algo leve e despretensioso, sobretudo, após leituras pesadas. Aliás, quem é fã de romances históricos, acredito que esta é uma leitura imperdível. 


Resenha: A Indomável Sofia - Georgette Heyer

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Saudações Leitores!
Esperei demais de O Maravilhoso Agora* e ele, tadinho, não superou e nem chegou perto de onde estavam minhas expectativas, achei a leitura um tédio apesar de trazer uma história bem real e reflexiva, mas eu esperava mais... puxa, julguei o livro pela capa e esse título tão fofo, vez por outra cometo esse erro, mas não tirem conclusões precipitadas, deixem-me explicar melhor:

O Maravilhoso Agora, Tim Tharp, Rio de Janeiro: Record, 2014, 320 pág.
Traduzido por Juliana Romeiro

The Spectacular Now (2008) foi escrito por Tim Tharp, e foi finalista do National Book Award e ganhou uma adaptação cinematografica.
O Maravilhoso Agora foi um livro que ficou muito aquém das minhas expectativas, na verdade eu esperava algo fofo e lindo, afinal olhando essa capa e o título é impossível não criar altas expectativas, mas infelizmente – as minhas – não foram superadas.
Temos um narrador personagem, Sutter Keely, que vai nos contar toda a sua vida de agito e irresponsabilidade, porque o rapaz de 17 anos vai de mal a pior: não liga para a escola, passa o dia bebendo uísque com 7Up (um alcoolátra), está sempre em festa e é o típico cara descolado, mas sem noção.
Ele vive sua vida de forma irresponsável e sem planos para o futuro. Sutter só está preocupado com o agora. No entanto, quando ele encontra uma namorada para seu melhor amigo Ricky, ele acaba sendo abandonado. Para completar, Cassidy – na morada de Sutter – o abandona, pois está cansada de tentar fazer com que ele leve a sério os seus sentimentos e tente fazer planos para o futuro de ambos.
É aí que a vida de Sutter começa a perder totalmente as estribeiras: sem amigo, sem namorada ele acaba exagerando a cada dia na bebida, nas festas e desmoralizando sua mãe e o padrasto. Sutter não liga para ninguém, é um dos caras mais egoístas que você pode imaginar, e o pior ele se acha o máximo.
Daí, depois de uma noite de farra ele conhece a dócil e submissa Aimee, que além de estudar na mesma escola que ele, é entregadora de jornal para ajudar a mãe com as despesas da casa.
Aimee acaba por se tornar um projeto para Sutter, ele começa a mudar a garota e a ser o que os pais costumam dizer: “uma má influência”. Aimee passa a beber descontroladamente, chamar palavrão, brigar entre outras coisas. Há uma verdadeira transformação e todos ficam chocados com isso.
Em O Maravilhoso Agora passamos o livro inteiro odiando Sutter, mas não perdemos a esperança de que ele possa mudar, então é um baque certeiro quando percebemos que ao invés de se tornar uma pessoa melhor acaba tornando uma pessoa boa (Aimee) em alguém ruim me deu vontade de esmagar o escritor por essa crueldade, não obstante, percebo que na vida real é bem mais provável a transformação que aconteceu no livro do que a que eu esperava que acontecesse.
Pegou-me desprevenida o desfecho porque foi extremamente realista e cruel, muitas vezes, pego um livro para fugir da realidade, então encontrar algo tão real dentro dessas páginas me deixou frustrada, pois eu não esperava.
O fato é que também não consegui gostar muito da narrativa, achei cansativa e quase um sonífero – talvez porque não gostei do livro – então, mesmo reconhecendo que o autor escreve muito bem e criou um enredo realista não consegui gostar do livro. Achei realmente monótono.
Por conta dos pontos que salientei, fico impossibilitada de indicar esse livro, mas é claro que como todos os leitores tem um gosto particular, certamente uns poderão gostar e outros não... Acredito, ainda, que a melhor forma de sabermos se gostamos ou não de determinada leitura é lermos...

*Esse livro foi cortesia da Editora Record, para saber mais sobre o mesmo, clique AQUI.

Resenha: O Maravilhoso Agora - Tim Tharp

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Saudações Leitores!
Com certeza todos já ouviram falar de Becky Bloom, provavelmente Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é o chick-lit mais famoso que já ouvimos falar, portanto, não nego que fazia anos que eu desejava ler esse livro e quando tive a oportunidade eu a agarrei com todas as minhas forças, mas tentei segurar minhas expectativas.... quem disse que consegui?


Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, Sophie Kinsella, Rio de Janeiro: Record, 2006, 432 pág.
Traduzido por Eliane Fraga

The Secret Dreamworld of a Shopaholic, publicado originalmente em 2000, foi escrito pela inglesa Sophie Kinsella, autora best-seller conhecida e amada por sua peculiar capacidade de escrever Chick-lits. Os Delírios de Consumo de Becky Bloom trata-se do primeiro livro da série Becky Bloom. O livro já foi adaptado cinematograficamente em 2009.
Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é um dos casos em que assisti ao filme muito antes de ter lido ao livro, como amei o filme fiquei bastante curiosa para ler o livro que o originou, contudo, ao mesmo tempo que a curiosidade foi despertada eu fiquei temerosa: e se eu não gostasse do livro? Dei um freio nas expectativas e agarrei a primeira oportunidade que tive para o ler. Gostei bastante da experiência.
Pode soar meio clichê, mas é sempre bom frisar que o livro não tem nada a ver com o filme (ou vice-versa), a ideia central está ali, mas não há muita semelhança. O importante nisso tudo é que ambas as produções (literária e cinematográfica) são muito boas e é diversão na certa.
Sophie Kinsella consegue ser leve, engraçada e despretensiosa em seu livro – o primeiro livro da escritora que já li e me surpreendi – e encadeou uma sucessão de fatos, situações e personagens engraçadas.
Em linhas gerais temos uma personagem consumista chamada Becky Bloom que consegue gastar muito (muuuuuuuito mesmo) mais do que o que ganha e o pior não consegue economizar ou deixar de comprar, ela simplesmente encontra qualquer motivo e desculpa para comprar algo – nem que seja um livro de receitas – e essa situação chega a ser tão calamitosa que Becky passa a ser cobrada compulsivamente. Outro ponto é que Becky não gosta de seu emprego (jornalista financeira) e acaba não se entregado ao trabalho.
E aquele ditado: Sorte no jogo, azar no amor, parece não fazer o menor sentido na vida de Becky, a pobre tem todos os aspectos de sua vida terrivelmente desorganizados e parece ficar cada vez pior. Até que Becky descobre um mistério sobre um dos bancos e acaba indo parar num debate televisivo com Luke Brandon, um milionário que representa o banco. Aparentemente quando as coisas parecem piorar aparece uma sutil luz no fim do túnel.
Como já salientei: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é bastante engraçado e, embora, não tenha sido como esperei eu consegui apreciar a leitura e estou ansiosa para continuar lendo os livros da série.

Resenha: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom (Vol.1) - Sophie Kinsella

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Saudações Leitores!
Eu realmente gosto de chick lit e quando li Jane Costello eu me encantei pela escrita dela e corri enfim consegui comprar o livro Damas de Honra que foi o primeiro livro dela publicado no Brasil, mas por conta do preço eu ainda não tinha me jogado nessa compra. Hoje trago a resenha sobre minha experiência de leitura...


Damas de Honra, Jane Costello, Rio de Janeiro: Record, 2012, 431 pág.
Traduzido por Ryta Vinagre

Bridesmaids (2008) foi o primeiro livro da Jane Costello publicado no Brasil, mas confesso que não foi o primeiro livro da autora que li, e sim, Quase Casados. Costello é autora de chick lit, que são uma graça e pude constatar sua soberania ao ler Damas de Honra.
No livro, conhecemos Evie que te, 27 anos, mas nunca se apaixonou e todos os seus relacionamentos (que não foram poucos) são muito passageiros. Até aí, tudo bem, mas as coisas começam a ficar bizarras quando em intervalos curtíssimos, Evie, é convidada para ser dama de honra de quatro casamentos (inclusive o de sua mãe), e tal fato só serve para esfregar em sua cara que o tempo está passando e ela continua incapaz de encontrar um cara legal por quem se apaixonar.
Damas de Honra é um livro bastante clichê e lembra muito aquelas comédias românticas americanas em que tudo de errado, engraçado e muito louco acontece com a personagem principal. De fato, tudo de mais estrambólico acontece com Evie (a pobrezinha é uma das personagens mais azaradas que conheci), inclusive, em todos os casamentos em que é dama de honra ela consegue visualizar vários de seus ex-namorados, alguns que não estão nada satisfeitos com o término de namoro, outros esperançosos por traça-la de novo, mas, é claro, Evie, não está interessada e vai tentar se safar de todas as confusões envolvendo relacionamentos passados.
Até que ela se depara com um cara absurdamente lindo, sexy, gostoso, rico e inteligente, mas que está acompanhado de Valentina, outra dama de honra e amiga pessoal de Evie.
Damas de Honra é um livro particularmente engraçado, um achado em matéria de chick lit, além do mais não é só Evie que ganha a cena por ser a personagem principal, mas suas amigas Charlotte, Valentina, Georgia e Grace são peculiarmente preciosas durante a narrativa. E Jane Costello não deixa a desejar em matéria de contar a história de todas as personagens de forma engraçada e reflexiva. Cada uma tem um bom motivo e um papel fundamental na vida e na história de Evie.
Em resumo, esse livro é bem engraçado e tem muitas situações cômicas que vão fazer sorrir, além disso, é uma leitura leve, portanto, se você é fã de chick lit vá em frete, você precisa ler esse livro.


Resenha: Damas de Honra - Jane Costello

domingo, 4 de outubro de 2015

Saudações Leitores!
Há algum tempo uma amiga me falou de sua vontade de ler Os E-mails de Holly e eu guardei o nome desse livro junto com minha vontade de ler, digamos que ele faz anos que o desejava e, ou ele estava muito caro e o frete mais caro ainda ou ele estava barato e o frete dava para comprar tipo uns dez livros e eu nunca comprava, mas com o passar dos anos e a pesquisa apurada no exemplar, consegui encontrá-lo por um preço bacana e com um frete acessível então agarrei a oportunidade e hoje vocês conferem minha opinião sobre a leitura.

Os E-mails de Holly, Holly Denham, Rio de Janeiro: Record, 2011, 770 pág.
Traduzido por Ana Ban

Holly’s inbox ou Os E-mails de Holly, título brasileiro, foi escrito por um autor que utiliza o pseudônimo Holly Denham, que neste livro é a personagem também! Só esse pequeno/grande detalha já nos desperta a curiosidade.
O livro todo é em formato de e-mails, isto é, vamos acompanhando a história de Holly na medida em que ela troca e-mails com parentes e amigos. Logo no principio descobrimos que Holly acabou de começar um emprego novo como recepcionista em um Banco de Investimentos, em Londres.
Esse novo emprego a tirou do sério, pois ela não tinha muita experiência na área e eram muitos telefonemas, reservas, reuniões e muitas outras atividades que ela tinha que dar conta. Para tentar desabafar e ficar por dentro das fofocas ela começou a trocar e-mails com a companheira da recepção Trish, que entre dicas, fofocas, confidências acabam segurando ‘as pontas’ uma da outra, quando necessário.
Holly também troca e-mails com seus amigos Jason (gerente de um hotel) e Aisha. Jason é gay e superengraçado, ama fofocas! Aisha é uma aventureira, inconsequente e absurdamente tarada, ela não dispensa sexo por nada! Esses dois são personagens que me arrancaram risos, são os melhores amigos que Holly podia ter: os mais sinceros e mais loucos do mundo!
Claro que, como todo chick-lit, Os E-mails de Holly têm muito romance: um cara safado, bonitão, sexy e cachorro, mas que faz qualquer um suspirar, portanto, através das trocas de e-mails ficamos sabendo em qual “pé” está o relacionamento e qual a fase.
Nesse livro também temos os antagonistas chatos, implicantes, idiotas e invejosos, que nos tiram do sério, mas que dá dinâmica e emoção ao livro. Particularmente, achei Os E-mails de Holly, uma leitura bem divertia e rápida, mesmo contendo mais de 700 páginas, pois é tão fluída que poderia ter mais de 1000 páginas, é muito divertido.
 

Resenha: Os E-mails de Holly - Holly Denham

domingo, 13 de setembro de 2015

Saudações Leitores!
Recebi o Sr. Daniels* de surpresa em minha casa, nunca tinha ouvido falar nem no livro e nem na escritora, mas que doce surpresa, que maravilha de livro. Não conseguia nem soltá-lo que já me doía ficar longe do Sr. Daniels.


Sr. Daniels, Brittainy C. Cherry, Rio de Janeiro: Record, 2015, 322 pág.
Traduzido por Alda Lima

Loving Mr. Daniels (2014), no Brasil apenas Sr. Daniels, escrito por Brittainy C. Cherry, foi uma grande surpresa para mim porque eu não imaginei que a narrativa e os personagens iriam me cativar tanto, isto é, eu não tinha alimentado nenhuma expectativa sobre a leitura, na verdade cheguei até a pensar que seria uma bom livro para relaxar após uma leitura conturbada (como foi minha leitura anterior), então, surpreendi-me com esta estória.
Temos um livro intercalado com a narração em primeira pessoa: Ashlyn e Sr. Daniels, e nelas vamos acompanhar a vida dos dois, todos os altos e baixos, as dores, amores e paixões.
Ashlyn, de 19 anos, acabou de perder sua irmã gêmea, Gabby, para a leucemia. Sr. Daniels, 22 anos, teve a mãe assassinada, o pai morto recentemente e o irmão está preso. Ambos tem um histórico de vida bem conturbado. Ash sempre se achou inferior a Gabby e quando a irmã morreu, foi como se ela própria tivesse morrido, além do mais a mãe a enviou para morar com o pai, o que ela viu como se a mãe a estivesse abandonando por não conseguir olhar para ela sem lembrar de Gabby. 
"Havia dois tipos de luto. Aquele em que a pessoa abria seu coração para o mundo, sem deixar de dar valor às coisas, e vivia cada dia como se fosse o último. E aquele em que pessoa se fechava e vivia em seu próprio mundo, incapaz de se conectar com os outros." (p.47)
No entanto, Ash não tinha uma boa relação com o pai e ficou ainda mais revoltada ao perceber que ele tinha uma outra família, e que sua atual mulher tinha dois filhos que, Haily e Ryan. Parece que a vida de Ash vai piorar, mas aparentemente tantas mudanças fez bem para a garota. Aliás, quero deixar bem claro, aqui, que Haily e Ryan são os personagens secundários mais fofos do universo literário EVER. Eu queria que eles fossem meus irmão e morassem comigo a vida toda.
Ok, parei, voltando a resenha, sabemos que tudo o que é bom vem com alguns conflitos, e os conflitos promovem muita dor de cabeça, sobretudo quando Ashlyn descobre que o músico que ela agarrou na noite passada é seu professor de inglês, Sr. Daniels.
"Eu não quero ser seu amigo. Quero ser seu, quero que você seja minha, e odeio não podermos ser "nós". Porque acho que fomos feitos para ser " nós"" (p.142)
Desse modo tudo que era bom começa a ser ruim, porque ambos têm que agir de forma ética, mas não sabem como controlar a intensa atração física que sentem um pelo outro. É indiscutível como Ashlyn e o Sr. Daniels tem uma composição explosiva, o casal simplesmente tirava meu fôlego a todo o momento, veja bem: bonitos, sexys, inteligentes, amantes de Shakespeare e música... PARA tudo que um Sr. Daniels só para mim. Ele existe? Façam ele existir, pls!
"Será que ele estava flertando comigo? Porque se tinha um momento em que eu gostaria que uma pessoa flertasse comigo, era enquanto falávamos sobre livros. Não havia nada mais sexy do que um henino-momem inteligente, especialmente quando ele era capaz de fazer meu coração dar piruetas." (p.63)
Além a história de tirar o fôlego, o romance tem contornos bem eróticos, mas não vulgares - como muitos livros que vemos no mercado - o foco é o romance e a forma como eles vão lidar com a situação complexas entre professor e aluna, o romance secreto e tudo isso. 
"Você merece muito mais do que ficar se escondendo nos portões da escola. Você não merece ser o segredo de ninguém, Ashlyn. Você merece ser o refrão da música favorita de uma pessoa. Você merece ser a dedicatória no livro favorito de alguém." (p.208)
Brittainy C. Cherry não escreveu apenas um livro romântico e de tirar o fôlego, a narrativa traz elementos muito mais complexos como: bullying, homossexualismo, sexo, família, morte, perda. Sei que esses elementos podem estar bem saturados na literatura, sobretudo o bullying, o homossexualismo e o sexo, mas Brittainy, tem uma forma de abordar esses assuntos delicados de forma realista e nos deixando alertas para uma realidade contemporânea, isso não quer dizer que ela trate esses assuntos de forma banal e visto como normais, mas ela trata de maneira real, ela expõe o que está todo dia em nossas vidas e que muitas vezes fechamos os olhos para não ver porque determinados assuntos incomodam. Brittainy C. Cherry dá aquela cutucada no leitor de forma que não aparenta ser cutucada. É lindo.
"Porque fingir ser feliz é quase como ser feliz. Até você lembrar que é apenas fingimento. Então você fica triste. Realmente triste. Porque usar uma máscara todos os dias da sua vida é a coisa mais difícil do mundo. E depois de um tempo, você tem um pouco de medo porque a máscara se torna você." (p.120)
Sr. Daniels foi uma das leituras que mais me surpreenderam este ano, jamais pensei que um livro aparentemente tão simples e voltado ao público juvenil pudesse ser tão denso, envolvente e extasiante. Ao virar a última página do livro posso dizer categoricamente, que a cada página eu me apaixonava mais e mais pelo Sr. Daniels e o desejava, porque ele sabe ser poético, tratar uma mulher e sabe ser sexy, sobretudo quando ele fica esfregando a nuca. Ai, me arrepio. Pra finalizar só digo uma coisa: este é um daqueles romances que nos fazem suspirar o tempo todo e ficar desejando um mocinho e um amor assim em nossas vidas.


*Esse livro foi cortesia da Editora Record, para mais informações sobre o mesmo, clique AQUI.

Resenha: Sr. Daniels - Brittainy C. Cherry

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Saudações Leitores!
O que posso dizer de Encontros no Parque*? Foi paixão a primeira vista por essa capa, depois eu imaginei que seria uma leitura engraçada, mas não foi, no entanto isso não tornou o livro ruim, pelo contrário chamou minha atenção a seriedade e a delicadeza com que os assuntos foram abordados e, confesso, este foi um dos livros que nada tem a ver com o estilo de livros que comumente leio, entendam o motivo:


Encontros no Parque, Hilary Boyd, Rio de Janeiro: Record, 2014, 336 pág.
Tradução de Eliane Fraga

O título original é Thursdays In The Park (2011) que na tradução literal seria “Quintas-feiras no parque”, mas na versão brasileira recebeu um título que, a meu ver, ficou bem charmoso Encontros no Parque. O livro foi escrito pela britânica Hilary Boyd que se tornou uma escritora best-seller, que antes de se tornar famosa recebeu muitos “não” em particular por Encontros no Parque. A escritora é conhecida por trazer em seus livros personagens mais maduros e mostrar que o amor chega a todas as idades.
No livro acompanhamos a história de Jeanie, uma mulher com 59 anos e que no decorrer da narrativa completa 60 anos de idade. Ela vive um casamento frio e vazio com George, há 10 anos o casal não dorme mais no mesmo quarto, não fazem amor e não conversam sobre suas intimidades e sentimentos. É um relacionamento sufocante, mas que teve um fruto: a filha do casal também já é casada e tem uma filha.
Jeanie até aprendeu a ‘rebolar’ conforme a música tocada no decorrer de seu casamento, afinal ela trabalha em sua loja e ama o que faz, além do mais tem a neta com quem passa todas as quintas-feiras no parque (por isso o título original do livro). É por causa de sua neta que Jeanie conhece Ray no mesmo parque que frequentam, ele também está ali com o seu neto. Ambas as crianças passam a brincar juntas e os avós começam uma amizade.
No decorrer do tempo Ray se mostra ser exatamente o que George não é e, nesse ínterim, Jeanie percebe estar se apaixonando por ele. O pior, ou melhor: aos 60 anos de idade não é um risco se apaixonar? E seu casamento? São muitos os conflitos psicológicos que são abordados nesse romance: valores, conceitos, sentimentos, felicidade, infidelidade. Tudo isso é um novo mundo para Ray, Jeanie e George.
Hilary Boyd consegue, durante a narrativa, mostrar tudo o que levou cada personagem da obra (incluindo a filha de Jeanie e seu marido) a serem quem são. Na verdade, o leitor se vê diante de seus próprios conceitos éticos e a vontade de desmoronar: torcer para que Jeanie e George se reconciliem ou que Jeanie fique com Ray...
Encontros no Parque mexeu com aquilo que considero certo e errado e me fez perceber como é tênue essa linha e quão facilmente ela pode ser partida, não posso dizer que o livro é de tirar o fôlego, porque não é e até mesmo a narrativa não chega a ser viciante. Mas o que me chamou atenção foi o fato dos personagens serem maduros e cativarem tanto, geralmente nós, jovens, temos a ilusão de achar que o amor é jovem e que os idosos não sentem, mas neste livro percebemos o contrário e até mesmo reflexões sobre o passar do tempo.
Se você está cansado de ler romances com personagens adolescentes ou parcialmente jovens e inconsequentes e cheios de mimimis, com certeza você precisa ler Encontros no Parque, você vai se chocar o quanto um relacionamento maduro e decidido pode ser especialmente lindo, mas leia esse livro com pés no chão ele é bem real, não existem loucuras amorosas ou frases de efeito, mas é tudo uma questão de decisão para o amor acontecer. Tão real!


*Este livro foi cortesia da Editora Record, para saber mais sobre ele clique AQUI.

Resenha: Encontros no Parque - Hilary Boyd

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

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