Assisti De Férias Com Você na Netflix, e logo de cara posso dizer que gostei da película, correspondeu minhas expectativas e até me surpreendendo com algumas mudanças que o melhoraram. Adaptado do livro com o mesmo título (resenha AQUI), da autora Emily Henry, a produção estreou recentemente com toda a leveza, sensibilidade e aquele toque especial que os atores conseguiram dar ao romance.
Saudações, Leitores!
Quando leio um livro que tem filme sempre digo para mim mesma que vou assistir a adaptação logo, no entanto já li o livro O Iluminado há alguns anos atrás e não pretendia que passasse tanto tempo para assistir ao filme, mas acabei esquecendo de procurar a película para conferir e somente agora - depois de já ter esquecido um pouco do que li - venho trazer minha experiência assistindo a película.
Será que o filme faz justiça à agonia de Jack Torrance descrita no livro? Vamos conversar sobre isso.
O Iluminado (1980) (Filme)
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
Saudações, Leitores!
Depois de ler o livro It: A Coisa e mergulhar nas adaptações cinematográficas mais recentes Parte 1 e Parte 2, além de It: Bem-Vindos à Derry, decidi voltar às origens e conferir a clássica minissérie de 1990, conhecida no Brasil como It: Uma Obra-Prima do Medo. Eu sei que para muitos essa versão é intocável por causa da nostalgia, mas, sendo bem sincera com vocês, a experiência não foi o que eu esperava e finalizei essa adaptação a duras penas...
It: Uma Obra-prima do medo (1990) (Filme)
sábado, 17 de janeiro de 2026
Já faz uns dias que assisti A Empregada (fui ao cinema dia 2/1 conferir a película), e no final de dezembro li o livro e até já resenhei AQUI, porém só agora vim postar sobre minha experiência assistindo a adaptação, mas creio que não penso diferente de muitos comentários que li na web, então venham comigo conferir
A Empregada (2025) (Filme)
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Saudações, Leitores!
Eu não achei que fosse assistir ainda este ano It: A Coisa (Parte 2) porque não estava na vibe, mas também pensei que seria interessante assistir logo pois estava com tudo "fresco" na minha memória, já que em novembro, finalizei - finalmente - a leitura do calhamaço It: A Coisa, obra prima de Stephen King, além disso meu amor sugeriu maratonar os dois filmes um seguido do outro e lá fomos nós para essa maratona. Como já fiz meu veredito da Parte 1 de It: A Coisa e quando reli o veredito sigo pensando o mesmo, vou só postar sobre a parte 2 que ainda não tinha assistido, certo?
ATENÇÃO QUE VAI TER SPOILER!
It: A Coisa (Parte 2) (2019) (Filme)
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
Já faz um tempinho que li a Graphic Novel Pássaro Branco: Uma História de Extraordinário da R. J. Palacio e a história de Sara e Julian, ambientada na França ocupada pelos nazistas ficou marcada em minha memória. O livro, por ser uma HQ, já era visualmente impactante, mas a adaptação cinematográfica conseguiu levar essa emoção a um novo nível.
Pássaro Branco: Uma História de Extraordinário (2023) (Filme)
segunda-feira, 8 de dezembro de 2025
Recentemente finalizei a leitura de Persuasão, de Jane Austen e já fui em seguida revisitar a história através do filme com o mesmo título, assisti a versão mais contemporânea, de 2022, no entanto preciso assistir outras versões adaptadas desse livro que, pelas avaliações, são melhores que esta.
Persuasão (2022) (Filme)
quinta-feira, 13 de novembro de 2025
Estava sabendo que o livro de Ruth Ware iria ser adaptado e quando o filme A Mulher da Cabine 10, que é a adaptação de um livro com o mesmo nome surgiu nas minhas recomendações decidi assistir primeiro e, se eu gostasse talvez pegaria o livro para ler. Reforçando, não li o livro, portanto esta é uma opinião baseada apenas no filme, embora já tenha visto alguns comentários de que a obra literária tem um suspense psicológico mais intenso.
A Mulher na Cabine 10 (2025) (Filme)
domingo, 19 de outubro de 2025
Saudações, Leitores!
Hoje quero falar sobre um filme que assisti recentemente e que me encantou do início ao fim: O Pequeno Príncipe esta é a adaptação de um dos livros mais fofos que já li e, inclusive, tem resenha aqui no site de duas edições ( uma resenha de 2011 e uma resenha de 2015). Esse longa-metragem francês foi dirigido por Mark Osborne e é uma verdadeira poesia visual. Sabe aqueles filmes que ficam no coração, despertando encantamento e reflexão? Então, este é um deles - tal como me aconteceu com a leitura do livro de Antoine de Saint-Exupéry.
Ano: 2015
Direção: Mark Osborne
Duração: 110 min
Classificação: Livre
Gênero: Animação. Aventura. Drama. Família. Fantasia.
País de Origem: Canadá. França. Itália.
Avaliação: ⭐⭐⭐⭐⭐
Sinopse: A Pequena Garota está sendo preparada por sua mãe para o mundo muito adulto no qual vivem – e é interrompida por seu excêntrico e amável vizinho, O Aviador. O Aviador apresenta sua nova amiga a um mundo extraordinário, no qual tudo é possível. Um mundo ao qual ele mesmo foi apresentado há muito tempo pelo Pequeno Príncipe. É aí que começa a jornada mágica e emocionante da Pequena Garota pela sua própria imaginação – e pelo universo do Pequeno Príncipe. E é onde a Pequena Garota redescobre sua infância e aprende que o que importa são as relações humanas e o que é realmente essencial somente pode ser visto com o coração.
O Pequeno Príncipe (2015) (Filme)
segunda-feira, 13 de outubro de 2025
Lá em 2019 eu li Moxie, da Jennifer Mathieu (estava numa vibe bem feminista), e lembro que adorei o frescor da narrativa, mas confesso que, com o passar dos anos, os detalhes da história foram se perdendo na minha memória. Eis que, em 2021, a Netflix lançou Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta, adaptação desse livro, e agora estava de bobeira zapeando pela plataforma e decidi assistir para ver se reacendia minhas lembranças. Resultado? Gostei bastante! A adaptação conseguiu captar o espírito feminista e rebelde da obra, e ainda trouxe um clima contemporâneo e acessível que me ganhou. Bora comentar?
Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta (2021) (Filme)
sábado, 13 de setembro de 2025
Em 2014 li A Lista de Brett de Lori Nelson Spielman e apesar de fazer anos, tenho uma memória boa desse livro e reli minha resenha do livro e vi que o achei adorável, por isso vim trazer minha opinião sobre a adaptação, mas quero reforçar que não sei se conseguirei fazer um bom comparativo entre livro e filme, porque não lembro de todos os detalhes, mas o que eu for lembrando ressaltarei aqui - Eu sei que eu deveria ter relido, mas eu estava precisando tanto assistir algo quentinho que não fui esperar reler o livro, sabe? - Vamos ao veredito:
Título Original: The Life List
Ano: 2025
Direção: Adam Brooks
Duração: 123
Classificação: +14
Gênero: Comédia. Drama. Romance
País de Origem: Estados Unidos
Avaliação:⭐⭐⭐⭐
Sinopse: A pedido da mãe falecida, uma jovem, Alex (Sofia Carson) embarca em uma viagem de autodescoberta para realizar uma lista de desejos que escreveu na adolescência. Nessa jornada complexa de amadurecimento, ela precisará enfrentar o luto e encontrar a coragem para voltar a curtir a vida.
Enredo: encontro entre passado e presente
O enredo do filme é, claro, tinha que ser bem semelhante ao do livro, não é mesmo? Tem que ser, pois estamos falando de uma adaptação, porém, também devemos ter consciência que nem tudo será 100% adaptado e nem tudo será 100% igual ao livro e, pelo pouco que me lembro do livro (afinal faz mais de 10 anos que o li) eu achei bem similar: uma mulher que perde a mãe e que como condição para receber sua herança precisa dar "check" nos itens de sua lista de adolescente dentro do prazo de 1 ano.
No livro, Spielman cria um caminho delicado e inspirador, onde cada item da lista funciona como um ponto de virada emocional para Brett, que no Filme passa a ter o nome de Alex (interpretada pela atriz Sofia Carson), transformando sua vida em escolhas conscientes. No filme, esse caminho se mantém, mas sem pressa: é como saborear um chocolate quente numa manhã fria. A estrutura da lista continua sendo o fio condutor, só que com cores, sons, diálogos e aquela trilha sonora que te segura abraçado. Amei, amei. Amo essa premissa de realizar itens de uma lista.
Atuações: o quentinho que vem da tela
Não lembro de na época em que li ter pensado na personagem Brett, do livro, e ficado imaginando alguma atriz específica para fazer o papel, mas se eu tivesse pensado a respeito não poderia ter sido melhor interpretada do que pela atriz Sofia Carson (que já conferi outros filmes dela), pois a atroz conseguiu carregar para a tela a simpatia, vulnerabilidade e um charme que faz a gente torcer com sinceridade. Acredito que sua atuação como Alex foi tudo na medida certa, sem pesar o clima e nem deixar engraçado ou resistente demais, sabe?
Sobre os personagens ao redor de Alex, é perceptível que eles dão apoio emocional e um toque de leveza familiar ou romântica, afinal temos alguns romances se desenrolando no decorrer do enredo, que faz tudo brilhar um pouco mais, as atuações e as químicas são muito boas.
Com a união de todas as atuações no decorrer da película fica uma áurea acolhedora, reconfortante e doce.
Temas: sonhos, autoconhecimento e superação
Tudo bem que esses temas de sonhos, autoconhecimento e superação são batidos e clichês, mas a vida é sobre isso, então sempre vai ser inspirador e gostoso ver diversos enredos que abordem as temáticas.
Desse modo, tanto o livro quanto o filme falam sobre sonhos adiados, autoestima recuperada, perdão e a força de se reinventar. Mas, no filme, tudo isso ganha uma dose extra emocional: as situações parecem mais vivas, as mudanças mais viscerais, e o impacto revestido de uma esperança colorida que fez meu coração pulsar com força, porque a película mostra com cores, cenários e atuações aquilo que só vemos de maneira muito subjetiva com nossa mente durante a leitura, então fazer com que tudo o que lemos se torne mais tangível tem uma emoção a mais, um apelo a mais, não é mesmo? Confesso que em alguns momentos até fiquei com os olhinhos marejados - porque sou dessas que chora em quase todos os filmes dramáticos ou emocionantes.
Livro vs Filme: coração em sintonia
-
No livro: a escrita é suave, íntima, rápida e cada passo no caminho de Brett nos transforma com delicadeza.
-
No filme: esse processo aparece muito mais fluído e também árduo, mas com sorrisos, cenários e gestos que amplificam o afeto sem perder a doçura e a essência da história que encontramos no livro.
Apesar de pequenas mudanças no roteiro (como elenco, nomes de personagens, diálogos ou cenas extras), senti que o filme manteve a alma da narrativa e dá pra dizer que deu match com minhas lembranças afetivas. E foi nesse abraço caloroso que me reconectei com aquela Brett que eu já havia amado, mesmo que no filme ela tenha recebido o nome de Alex.
Resumo da treta:
O livro sussurra ao coração, o filme canta uma melodia. E, mesmo com minhas lembranças meio embaçadas, o filme conseguiu, com delicadeza e cor, despertar toda a ternura que Spielman me fez sentir anos atrás.
Conclusão:
Se você leu A Lista de Brett, prepare os lenços o filme vai te fazer reviver cada sonho, cada medo, com um sorriso no rosto. E se você ainda não leu considere ver o filme e depois corra para o livro, porque Spielman sabe como encher a alma da gente de esperança e acho que uma obra complemente a outra, independente se leu ou assistiu primeiro, sempre vale conferir as duas.
Obrigada por me acompanharem até aqui! Até a próxima postagem!
A Lista da Minha Vida (2025) (Filme)
sexta-feira, 12 de setembro de 2025
Lembro que li A Última Carta de Amor há alguns bons anos, tipo em 2012 (rsrsrs) e, confesso, já não tinha tão frescas na memória todas as minúcias da trama escrita por Jojo Moyes, uma escritora que gosto muito. Mas quando eu só podia estar dentro de uma bolha e não sabia dessa adaptação até ela ser sugerida pra mim nas buscas pela Netflix, corri para assistir e, olha… foi como revisitar velhas lembranças. A experiência foi emocionante e, em vários momentos, senti que a atmosfera do livro estava ali, viva na tela. Vamos conversar sobre isso?
A Última Carta de Amor (2021) (Filme)
segunda-feira, 8 de setembro de 2025
Saudações, Leitores!
Lembro que quando li A Garota no Trem, lá atrás (em 2015), não achei lá grandes coisas e deve ter sido por isso que nunca me empolguei para assistir ao filme (tem uma versão de 2016 e uma mais recente -e indiana- , de 2021, que foi a que assisti). Foi uma leitura que terminou e logo caiu no esquecimento, tanto que, até assistir ao filme de 2021, eu já nem lembrava mais direito sobre o que a história se tratava. A adaptação serviu ao menos para refrescar um pouco a memória, mas confesso: achei tudo tão paradinho que nem o suspense conseguiu acelerar o coração. Querem saber mais como foi minha experiência? Basta seguir a postagem...
A Garota no Trem (2021) (Filme)
segunda-feira, 1 de setembro de 2025
Razão e Sensibilidade (1995) (Filme)
terça-feira, 26 de agosto de 2025
Saudações, Leitores!
Hoje trago minhas impressões sobre o filme Feios, lançado pela Netflix e dirigido por McG, uma adaptação do livro homônimo de Scott Westerfeld (Resenha do livro AQUI). Confesso que fui assistir ao filme com baixas expectativas, especialmente porque já ouvi muita crítica negativa e também porque não fui completamente cativada pelo universo distópico criado no livro, portanto não vou dizer que me surpreendi pelo fato adaptação não ter conseguido me capturar: eu já esperava, mas os (d)efeitos especiais e algumas modificações me surpreenderam de tão ruins que foram. Vamos ao meu veredito.
Feios (2024) (Filme)
segunda-feira, 23 de dezembro de 2024
Hoje trago minhas impressões sobre o filme Lição de Amor (Scusa Ma Ti Chiamo Amore), uma produção italiana de 2008, dirigida por Federico Moccia, que também é autor do livro Desculpa se te chamo de amor (resenha AQUI) que inspirou o longa. Confesso que, como alguém que já havia lido o livro, fui assistir ao filme com altas expectativas imaginando como ele traria à vida uma história tão repleta de emoções e reviravoltas, mesmo com as ressalvas em relação a leitura e que sabia que encontraria na película. Então, vamos ao meu veredito!
Lição de Amor (2008) (Filme)
sábado, 23 de novembro de 2024
Recentemente/Finalmente li ao livro A Fera escrito por Alex Flinn e já fui assistindo a adaptação lançada em 2011 e dirigida por Daniel Barnz. Quem leu meu veredito do livro sabe que não foi um dos meus favoritos, na realidade achei bobinho mesmo... acho que passou muito da faixa etária para eu ler e ele fazer sentido, sabe? Mas mesmo assim, confesso que fui assistir ao filme com um pouco de expectativa demais, achando que a adaptação conseguiria me prender mais, no entanto, a película não conseguiu alcançar o impacto que esperei e foi tão insossa quanto o livro. Vamos ao meu veredito sobre essa versão cinematográfica.
A Fera (2011) (Filme)
quinta-feira, 29 de agosto de 2024
Recentemente assisti ao filme É Assim que Acaba, baseado no livro homônimo da autora Colleen Hoover, que li em 2018 (tem resenha AQUI). O filme foi lançado neste mês de agosto, dia 8, e é dirigido por Justin Baldoni, porém o assisti dia 10 de agosto. Para quem já leu o livro, a adaptação cinematográfica era aguardada com grandes expectativas, e hoje vou compartilhar minhas impressões sobre como o filme se compara à obra original. Vamos ao veredito!
Título Original: It Ends With Us
Ano: 2024
Direção: Justin Baldoni
Duração: 123 min
Classificação: +14 anos
Gênero: Drama, Romance
País de Origem: Estados Unidos
Minha Avaliação: ⭐⭐⭐⭐
Sinopse: A história gira em torno de Lily, uma jovem que se muda para Boston e conhece o neurocirurgião Ryle. Ela acaba em um relacionamento turbulento, violento e abusivo, além de ter que lidar com o ressurgimento de um antigo amor.
FILME vs LIVRO
Colleen Hoover nos presenteou com uma narrativa profundamente emocional e complexa em É Assim que Acaba, um livro que muita gente julga problemático, e a adaptação de Justin Baldoni consegue captar a essência poderosa do livro, mesmo com algumas adaptações necessárias para o cinema. A trama principal, centrada em Lily e seus desafios pessoais, permanece fiel à obra original, porém, algumas subtramas e ordem dos fatos foram simplificadas para melhor se adequarem ao ritmo cinematográfico, afinal um filme tem pouco tempo para desenvolver todo um livro, certo? Óbvio que alguma coisa iria ficar de fora.
O roteiro, adaptado por Christy Hall, equilibra bem o drama e a emoção, embora, em alguns momentos, a profundidade dos sentimentos presentes no livro não tenha sido totalmente explorada na tela. No entanto, isso não diminui o impacto da história, que continua sendo poderosa e cativante. Para os fãs do livro, algumas cenas icônicas estão presentes, enquanto outras foram adaptadas ou omitidas, o que pode ser uma surpresa para quem conhece bem a obra original.
No entanto, confesso que estava preocupada em ver as cenas de violência, podia o filme abordar de maneira bem mais descritiva e pesada, mas achei que foi no tom certo e passa a ideia de que: isso é uma violência? Faz a gente refletir e se emocionar. Eu chorei no cinema! Fiquei realmente emotiva ali, me senti fragilizada, acreditam?
AMBIENTAÇÃO E DIREÇÃO
Apesar de toda a polêmica envolvida na direção do filme, não vou julgar isso, quero apenas frisar que Justin Baldoni, conhecido por seu trabalho em dramas, traz um toque sensível e cuidadoso para a adaptação. A direção é intimista, focando nos momentos de maior vulnerabilidade dos personagens, o que ajuda a criar uma conexão entre o espectador e a narrativa. As escolhas de locação e cinematografia ajudam a construir o mundo de Lily, com um visual que equilibra a beleza e a dureza da vida que ela enfrenta.
A trilha sonora, complementa bem o tom do filme, ajudando a elevar as cenas mais emotivas e a envolver o público na jornada de Lily. Cada escolha musical parece pensada para intensificar a experiência, fazendo com que cada momento chave tenha um peso emocional ainda maior. Muito das minhas lágrimas durante o filme são consequências dessa trilha sonora.
ATORES E ATUAÇÕES
Blake Lively, no papel de Lily Bloom, entrega uma atuação sincera e comovente. Ela capta com precisão a força e a vulnerabilidade da personagem, trazendo à vida as lutas internas de Lily com autenticidade. Sua interpretação é um dos pontos altos do filme, conseguindo transmitir as emoções complexas da protagonista de maneira convincente.
Justin Baldoni, além de dirigir, também assume o papel de Ryle Kincaid, o charmoso neurocirurgião que desempenha um papel central na história de Lily. Sua atuação é carismática e convincente, embora, em alguns momentos, o desenvolvimento do personagem tenha sido menos explorado do que no livro, o que pode deixar uma sensação de que faltou algo para capturar toda a complexidade de Ryle.
O elenco de apoio, incluindo Brandon Sklenar como Atlas Corrigan, também merece destaque. Sklenar traz uma sensibilidade ao papel que complementa bem a atuação de Lively, tornando as cenas entre Lily e Atlas particularmente tocantes, porém senti falta de maior desenvolvimento, no livro eu senti que a relação dos dois foi melhor trabalhada.
Além do mais senti que os demais personagens, como a irmã de Ryle ficou na obscuridade; no livro ela é muito mais presente, sabe? Senti falta dessa amizade, dela ser um apoio maior para a Lily.
VEREDITO: ADAPTAÇÃO EMOCIONANTE
É Assim que Acaba é uma adaptação que, embora faça algumas concessões em relação ao material original, consegue capturar a essência da história de Colleen Hoover. As performances, especialmente de Blake Lively, são envolventes e ajudam a transmitir o peso da narrativa. As mudanças feitas para a adaptação cinematográfica, em sua maioria, funcionam bem para o formato, mesmo que alguns detalhes do livro tenham sido simplificados, como já expliquei nesta postagem.
Em resumo, considero o filme uma experiência emocionalmente rica que faz justiça ao livro, enquanto se mantém acessível para aqueles que não conhecem a obra original. É uma história que continua a ressoar profundamente, seja nas páginas do livro ou na tela do cinema. Acho que a adaptação foi muito boa e correspondeu boa parte das minhas expectativas.
Pontos negativos mesmo são aqueles que falei de não ter explorado melhor algumas nuances de alguns personagens.
Espero que tenham gostado da crítica e até o próximo post!
É Assim que Acaba (2024) (Filme)
domingo, 11 de agosto de 2024
Não vou dizer que estava super ansiosa para assistir esse filme, pois estaria mentindo, acredito que o que me levou a querer assistir foi mais porque a atriz Anne Hathaway estava no cast desse filme como protagonista, assim, acabei lendo o livro Uma Ideia de Você primeiro para poder assistir a película. Sem mais delongas, vamos ao meu veredito sobre a adaptação - fazendo um comparativo com o livro.
Uma Ideia de Você (2024) (Filme)
sábado, 18 de maio de 2024
Não lembro se eu já sabia que o livro A Vida em Tons de Cinza (Ruta Sepetys), que li recentemente, tinha uma adaptação, mas sei que depois de realizar a leitura e preparar a resenha descobri/relembrei a existência dessa adaptação. Obviamente que iria querer conferir a película, até porque gostei bastante do livro e queria ver como tinha ficado a adaptação, afinal o livro já tem um impacto bem grande e, portanto, o filme com toda a parte visual deveria repassar ainda mais os impactos da temática e da situação representada.
Retratos de Uma Guerra (2018) (Filme)
sábado, 13 de abril de 2024
Saudações Leitores! Sejam bem-vindos ao DLL. Meu nome é Mila Ferreira, sou formada em Letras, Pedagogia e tenho especialização em Psicopedagogia e Neuropsicopedagogia, mas por gostar muito de ler há mais de 10 anos compartilho essa paixão aqui e nas redes sociais.
































